quarta-feira, fevereiro 15, 2012

Sofrer não basta

O sofrimento, as ansiedades, o medo, a raiva fazem parte da vida. Não há nada errado em sentir ou passar por essas experiências. O budismo, no emtanto, nos convida a não nos deixar ser dominados por essas experiências e nos ensina práticas de como podemos transformar esses sofrimentos em felicidade

No texto sugerido desta semana (clique aqui), Thich Nhat Hanh nos mostra que não devemos deixar que o sofrimento nos subjugue. Ele afirma que temos que entrar em contato com as maravilhas da vida que estão em nós e ao nosso redor disponíveis a todo momento. Ele ensina que mesmo a vida sendo dura; mesmo sendo difícil, às vezes, é preciso sorrir... devemos tentar.

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quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Pais e Filhos

Muitas pessoas tiveram dificuldades dolorosas nas relações com seus pais. Muitos de nós carregam sofrimentos, raivas, traumas e questões não resolvidas que ainda doem.

No texto sugerido desta semana (clique aqui), Thich Nhat Hanh nos convida a olhar em profundidade para nossos pais e os pais de nossos pais. Eles talvez tenham sofrido muito quando pequenos e por não ter a sorte de praticar tenham transmitido esse sofrimento. Thay nos convida a nos ver como crianças de 5 anos, frágeis e feridas e reconhecer e abraçar essa dor. Depois nos convida a ver nossos pais da mesma forma.

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quinta-feira, fevereiro 02, 2012

Suplantando Terrorismo

Dizemos que nós queremos lutar contra o terror, queremos destruir o terrorismo, mas nem mesmo sabemos onde achá-lo? Nós podemos localizar isto com um radar? O exército pode achar terrorismo usando seus óculos de proteção noturno e sensor de calor?

No texto sugerido desta semana (clique aqui), Thich Nhat Hanh diz que falta de entendimento, medo, raiva e ódio são as raízes de terrorismo. Eles não podem ser localizados pelo exército. Bombas e projéteis não os podem localizar porque o terrorismo mora nos corações dos seres humanos.

Para suplantar o terror, nós precisamos começar olhando em nossos corações. Nós não precisamos destruir um ao outro, fisicamente ou psicologicamente. Só acalmando nossas mentes e olhando profundamente dentro de nós mesmos desenvolvemos o insight para identificar as raízes de terrorismo. Com compaixão e comunicação, o terrorismo pode ser superado e pode ser transformado em amor.

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quarta-feira, janeiro 25, 2012

Fazendo as pazes com a tangerina

Nesse texto (clique aqui), Thich Nhat Hanh nos mostra a importância de nos concentrarmos nas atividades que estamos fazendo no momento presente, seja comer uma tangerina ou lavar a louça.

Thay diz que a tangerina tem vários gomos. Se você é capaz de saborear um deles, é provável que saboreie a tangerina inteira. Mas se você não consegue saborear um gomo, o conseguirá tampouco saborear a tangerina inteira.

Ensina também que enquanto se lava a louça, deve-se somente lavar a louça, o que quer dizer: enquanto se está lavando louça, deve-se estar totalmente consciente do fato de que se está lavando louça. A princípio pode parecer uma tolice: “por que dar tanta importância a coisa tão simples? Mas a questão é justamente essa. O fato de eu estar nesse lugar, lavando essa louça, é uma realidade maravilhosa. Eu aí estou totalmente consciente de mim, acompanhando minha respiração, sentindo minha presença, observando meus pensamentos e ações.

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quarta-feira, janeiro 04, 2012

Entrevista com Thich Nhat Hanh

Nesse primeiro texto do ano, trazemos até você uma entrevista (clique aqui) de Thich Nhat Hanh para a Revista Shambala Sun de janeiro de 2012.

Em muitos momentos da entrevista, nos surpreendemos com as respostas de Thay para tópicos como vida após a morte, o prazer de sentar, de ser, de fazer nada. Respostas realmente inesperadas. Sempre cheio de vida, sempre sábio, vejam o que ele disse clicando aqui.

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domingo, dezembro 25, 2011

Para Buda no Natal

Querido Buda, como eu tenho sido capaz de retornar para meu lar em mim mesmo e reconhecer a raiz de meu sofrimento no reino das percepções, eu não mais culpo Deus ou os seres humanos pelo meu sofrimento. Eu sou capaz de ouvir o sofrimento dos outros e ajudá-los a reconhecer que a raiz do seu sofrimento reside nas próprias percepções.

Eu devo usar a prática da escuta profunda e compassiva para aumentar minha habilidade de entender e amar as pessoas. Eu não devo culpá-los. Eu sei que uma vez que os tenha entendido, serei capaz de aceitá-los e amá-los, serei capaz de deixar as percepções erradas irem, eu serei feliz e livre.

-Thich Nhat Hanh

sábado, dezembro 17, 2011

Oração do Pai Nosso

Nesse final de ano quando o mundo ocidental comemora o nascimento de Jesus, sugerimos a leitura do texto (clique aqui) onde Thich Nhat Hanh comenta versos da oração do Pai Nosso. Ele sempre lembra que devemos nos enriquecer das boas coisas de todas as tradições, sem discriminação. Os comentários da Thay colocam uma nova luz sobre essa conhecida oração.

Vamos nos nutrir com este paralelo entre as tradições cristãs e budista. Aproveito para te desejar nessa última mensagem de 2011 um ótimo final de ano e um 2012 cheio de paz interior.

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quarta-feira, dezembro 07, 2011

Tipos de Amor

Nesse texto (clique aqui) o Buda, no romance do Thay, nos fala sobre os diversos tipos de amor. Há o amor que permanece misturado com apego e discriminação. As pessoas querem apenas amar seus pais, esposos, filhos, netos, seus parentes etc. Apego e discriminação são fontes de sofrimento para nós mesmos e para os outros.

Mas o Buda nos fala que o amor pelo qual todos os seres estão verdadeiramente famintos é a bondade amorosa e a compaixão. Bondade amorosa é o amor que tem a capacidade de levar felicidade para outro. Compaixão é o amor que tem a capacidade de remover o sofrimento do outro. Eles não causam sofrimento ou desespero.

Nesse texto esses diferentes tipos de amor são explicados através de um diálogo esclarecedor entre o rei Pasenadi e o Buda.

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quinta-feira, novembro 24, 2011

Alimentar a percepção a cada momento

No texto sugerido (clique aqui) desta semana, Thich Nhat Hanh fala sobre a prática da meditação. Ele nos ensina que em vários momentos é muito bom fechar as janelas para o mundo exterior para podermos arrumar nossa casa interior. As vezes, no meio de uma multidão, nós nos sentimos cansados, desanimados e solitários. Podemos ter vontade de nos retirar dali para que sozinhos possamos nos reaquecer. Nossos sentidos são nossas janelas para o mundo, e às vezes o vento passa por elas e perturba tudo que há em nosso íntimo.

Ele ensina que não importa onde você esteja, você pode respirar conscientemente. Todos precisamos voltar a nos mesmos de vez em quando, a fim de sermos capazes de enfrentar as dificuldades da vida. Isso pode ser feito em qualquer posição em pé, sentado, deitado ou caminhando.

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quinta-feira, novembro 10, 2011

Descobrindo a verdadeira natureza da raiva

No momento em que você sente raiva, você tem a tendência de acreditar que seu sentimento foi criado por outra pessoa. Mas, ao fazer um exame profundo, você talvez perceba que a semente da raiva que existe em você é a principal causa do seu sofrimento. Muitas outras pessoas, quando confrontadas com a mesma situação, não ficariam com a raiva com que você fica. Elas ouvem as mesmas palavras, presenciam a mesma situação, mas são capazes de permanecer mais calmas, sem se deixarem afetar tanto pelas circunstâncias. Por que você se enraivece com tanta facilidade?

No texto sugerido Thich Nhat Hanh (clique aqui) nos ensina que todos temos uma semente da raiva nas profundezas da nossa consciência. No entanto, em alguns de nós, esta semente é maior do que nossas outras sementes como a do amor e a da compaixão. A semente da raiva pode ser maior por não ter sido cuidada através da nossa prática no passado. Por isso quando começamos a cultivar a energia da plena consciência, a primeira coisa que percebemos com clareza é que a principal causa do nosso sofrimento, da nossa aflição, não é a outra pessoa, e sim a semente da raiva que existe em nós.

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quarta-feira, novembro 02, 2011

Vinte e quatro horas novinhas em folha

No texto sugerido Thich Nhat Hanh (clique aqui) nos ensina que todas as manhãs, quando acordamos, temos vinte e quatro horas novinhas em folha para viver. Temos a possibilidade de viver de uma forma que essas vinte e quatro horas tragam paz, alegria e felicidade a nós mesmos e aos outros.

A paz está presente aqui e agora em nós mesmos e em tudo o que fazemos e vemos. A questão é estar ou não em contato com ela. Não precisamos fazer uma longa viagem para admirar o azul do céu. Não precisamos sair da cidade ou sequer da nossa vizinhança para apreciar os olhos de uma linda criança. Até mesmo o ar que respiramos pode ser uma fonte de alegria. Podemos sorrir, respirar, caminhar e fazer nossas refeições de uma forma tal que nos permita entrar em contato com toda a felicidade que existe a nosso dispor.

Somos muito bons na preparação para a vida, mas não o somos na vida em si. Sabemos sacrificar dez anos em troca de um diploma e nos dispomos a trabalhar duramente para obter um emprego, um carro, uma casa e assim por diante. Temos, porém, dificuldade para nos lembrarmos de que estamos vivos no presente momento, o único momento que existe para estarmos vivos. Cada respiração, cada passo pode estar repleto de paz, alegria e serenidade. É necessário apenas que estejamos despertos, vivos no momento presente.

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quarta-feira, outubro 26, 2011

Meditação sobre o amor

Uma bonita meditação sobre o amor ensinada por Thich Nhat Hanh diz assim:

Que eu possa eu estar em paz, feliz e leve de corpo e espírito.
Que ele/ela possa estar em paz, feliz e leve de corpo e espírito.
Que eles possam estar em paz, felizes e leves de corpo e espírito.

Que eu possa viver em segurança e livre de males.
Que ele/ela possa viver em segurança e livre de males.
Que eles possam viver em segurança e livres de males.

Que eu possa estar livre de raiva, aflições, medo e ansiedade.
Que ele/ela possa estar livre de raiva, aflições, medo e ansiedade.
Que eles possam estar livres de raiva, aflições, medo e ansiedade.

No texto sugerido Thich Nhat Hanh (clique aqui) nos ensina que a prática da meditação sobre o amor deve ter início por nós mesmos ("eu"). Enquanto não formos capazes de nos amar e cuidar de nós, não podemos ser muito úteis para ninguém.

Depois, podemos dedicar a prática a outras pessoas ("ele/ela”, "eles"): primeiro, a alguém de quem gostamos; depois, a alguém que nos é indiferente; em seguida, a quem amamos; e, finalmente, à pessoa cuja simples lembrança nos faz sofrer.

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quinta-feira, outubro 20, 2011

O Buda, o Dharma e a Sangha

Sempre que iniciamos nossa prática na Sangha Viver Consciente recitamos os Três Refúgios, que começam assim

Eu tomo refúgio no Buda, aquele que me indica o caminho nessa vida.
Eu tomo refúgio no Dharma, o caminho da compreensão e do amor.
Eu tomo refúgio na Sangha, a comunidade que convive em plena consciência e harmonia.

Não é apenas uma recitação mas uma lembrança de uma prática muito importante. O praticante quando se sente ameaçado ou sofre sabe que pode se refugiar no Buda (sua capacidade de plena atenção), no Dharma (os ensinamentos) e na Sangha (a comunidade). Mas o que são realmente o Buda, o Dharma e a Sangha?

No texto de hoje Thich Nhat Hanh (clique aqui) oferece seus ensinamentos sobre essas três jóias do budismo. Ele lembra que sem você, Buda não é uma realidade, mas apenas uma idéia. Sem você, o Dharma não pode ser praticado. Precisa ter alguém para poder ser praticado. A sangha não pode existir sem cada um de nós.

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quarta-feira, outubro 12, 2011

Ame seu inimigo

Você talvez deva ter ouvido o ensinamento de Jesus: "amem seus inimigos, abençoem aqueles que os amaldiçoam, façam o bem àqueles que os odeiam e orem por aqueles que rancorosamente os usam e os perseguem. Assim vocês se tornarão filhos do Pai que está no céu: porque ele faz o sol nascer sobre os maus e os bons, e a chuva cair sobre os justos e os injustos."

Um ensinamento muito lindo e profundo que não basta ser entendido, tem que ser praticado. Esta semana sugerimos que você leia um texto, (clique aqui) onde Thich Nhat Hanh faz comentários sobre esse ensinamento.

Thay nos ensina que se você examinar profundamente sua raiva, perceberá que o indivíduo que você chama de inimigo também está sofrendo. Tão logo você compreende esse fato, a capacidade de aceitar e ter compaixão por essa pessoa passa a estar presente. Jesus chamou essa atitude de "amar seu inimigo". Quando você é capaz de amar seu inimigo, ele deixa de ser seu inimigo. A idéia de "inimigo" desaparece e é substituída pela noção de alguém que está sofrendo e precisa de compaixão.

Um texto que nos ajuda a volorizar ensinamentos em todas as tradições!

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sábado, outubro 08, 2011

Trabalho de ajudar

Para um bodisatva, o trabalho de ajudar é natural como respirar. Quando um irmão sofre, ele oferece cuidado e apoio. Ele não pensa que tem que ajudá-lo de forma a praticar o dharma ou porque seu professor disse que deveria. Não é necessário ter uma idéia sobre a ajuda. Sentimos que precisamos fazer e fazemos.

- Thich Nhat Hanh

quarta-feira, outubro 05, 2011

Inspirando, Expirando

Você conhece a música "Inspirando, Expirando"? Essa música, que tem versão em mais de uma dezena de línguas, é a mais cantada em qualquer retiro de Plum Village. Ela é simples, infantil, mas transmite ensinamentos profundos. Como todas as músicas dessa tradição ela serve para que nos lembremos da prática no nosso dia a dia. A letra é a seguinte:

Inspirando, expirando
Eu floresço num jardim
Sou suave como o orvalho
Sou tão sólido quanto a montanha
Eu sou firme como a terra
Eu sou livre

Inspirando, expirando, inspirando, expirando
Sou espelho como a água
que reflete a realidade
E eu sinto que há espaço
bem dentro de mim
Eu sou livre, eu sou livre, eu sou livre

Versão em Mp3 (Clique aqui) - Voz: Gisele Tigre - Violão:Oriana Brás - Mixagem: Filipe Cury - Produção: ©Sangha Viver Consciente 2010)

Esta semana sugerimos que você estude um texto, (clique aqui) onde Thich Nhat Hanh comenta sobre alguns versos dessa música. Thay nos lembra que a prática propõe nos trazer frescor, solidez, estabilidade e calma.

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quinta-feira, setembro 29, 2011

Verdadeiro Poder

Esta semana sugerimos que você estude um texto, (clique aqui) onde ele fala sobre o verdadeiro poder. Ele ensina que no Budismo vemos o poder diferentemente do modo que a maioria das visões no mundo. Os budistas estão interessados no tipo de poder que traz felicidade e não sofrimento.

Normalmente as pessoas perseguem o poder financeiro e político. Muitas pessoas acreditam que se atingirem estes tipos de poder, podem fazer muitas coisas e podem ser felizes. Mas se nós olharmos profundamente, veremos que as pessoas que estão correndo atrás de poder sofrem grandemente.

Através da história do executivo Frederick e do bilionário presidente de uma grande corporação o Thay, de forma contundente, nos convida a rever nossa postura e a refletir sobre a nossa vida diária.

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domingo, setembro 25, 2011

Sem choro

Sem mais choro, sem mais reclamação.
Este é o último poema de preocupação.
Quando você para de reclamar, sua alma se refrescará.
Quando você parar de chorar, seus olhos ficarão claros novamente.

- Nguyen Binh (sábio vietnamita do séc. XVI)

quinta-feira, setembro 22, 2011

Feliz Continuação

Quando você nasceu? Quando você vai morrer? O que é nascer e morrer? Será que algum dia você nasceu? Será que algum dia vai morrer? O dia que você nasceu foi o dia que passou a existir?

No texto sugerido (clique aqui) desta semana Thich Nhat Hanh responde essa perguntas de uma forma concreta através de um dois versos do Sutra do Coração. Ele ensina que não podemos conceber o nascimento do nada. Há apenas continuação. Você verá que você não apenas existia no seu pai e mãe, mas também nos seus avôs e avós. Nada pode nascer e também nada pode morrer. Morrer significa que de algo você se tornou nada. Você acha que podemos transformar alguma coisa em nada?

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quarta-feira, setembro 14, 2011

Tomando conta de nossos relacionamentos

Você consegue ser feliz sabendo que a pessoa que você ama não está feliz? Você consegue fazer alguém feliz se não estiver feliz? Depois de cuidar de nós mesmos, nos sentiremos muito melhor. Então podemos dar o segundo passo e ir para nosso parceiro, amigo ou colega de trabalho para tomar conta dele. Temos que tomar conta de nós mesmos antes que possamos amar e tomar conta de alguém.

No texto sugerido (clique aqui) desta semana Thich Nhat Hanh ensina que para cuidar dos nossos amados precisamos ouvir profundamente e de forma compassiva. Fazendo isso podemos aliviar o seu sofrimento. Thay também explica a prática do Começar de Novo que pode ser aplicada sempre que precisarmos restaurar algum relacionamento.

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