segunda-feira, abril 24, 2017

Começando novamente

Começar novamente é difícil. Muitas vezes nos falta energia, muitas vezes temos medo. Às vezes preferimos a situação atual com sofrimento mas não buscamos começar novamente. Isso pode servir para uma situação profissional, um relacionamento estremecido, um hábito ruim. Começar novamente qualquer coisa é um desafio.

No texto sugerido (clique aqui) Thich Nhat Hanh defende que quando sabemos começar novamente adquirimos muito mais energia, prazer e aspiração que podem nos ajudar transformar o que é negativo em nós, e nos ajudar a ter mais prazer, mais capacidade de transformar a situação ao nosso redor. É por isso que deveríamos saber nascer como um novo ser a cada momento de nossas vidas. Há pessoas que podem dizer, "eu sou muito velho para começar novamente". Isso é porque elas não viram a verdadeira natureza da vida, da prática de Começar De Novo. Nós podemos praticar o Começar De Novo em qualquer momento de nossas vidas.

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segunda-feira, março 27, 2017

O poder do silêncio

Essa semana Thich NhatHanh nos mostra que o silêncio é capaz de transformar as pessoas mesmo em situações extremas como a guerra.

No texto dessa semana (clique aqui) Thay compartilha uma história que aconteceu durante a guerra do Vietnã quando encontrou um soldado francês. Uma vida foi transformada por um momento de profundo silêncio num templo. O soldado permitiu que as vidas de todos os seres vivos preenchessem seu coração, e viu a insensatez e a destruição da guerra. O que tornou tudo isso possível foi aquele momento de completa e total parada e a abertura ao oceano poderoso, curador e milagroso chamado silêncio.

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segunda-feira, março 20, 2017

Formações internas

Muito do nosso sofrimento é gerado porque temos apego, consciente ou inconsciente a eventos do passado. Esses eventos do passado podem levar a sentimentos de saudade ou até mesmo de raiva e ódio. Quando estamos perdidos no passado, perdemos o presente.

No texto sugerido (clique aqui) Thay comenta parcialmente o sutra sobre a Melhor Maneira de Viver Sozinho especificamente as linhas "Não persiga o passado. O passado não mais existe". Experimente olhar para a sua vida neste momento com a mente de iniciante. Comece de novo. Solte as amarras que te prendem ao que não existe mais e se liberte.

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segunda-feira, março 13, 2017

Lembranças da Infância

Mesmo quando Thich Nhat Hanh lembra de sua infância temos uma série de ensinamentos importantes. Nesse texto (clique aqui), Thay nos fala de algumas lembranças suas do período de sua vida anterior a entrar no monastério.

Através dessas lembranças Thay nos ensina sobre a importância de comer com atenção, sobre como desfrutar realmente do lazer e fala um pouco sobre o Buda. Aproveite!

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segunda-feira, março 06, 2017

As três raízes (parte 2)

Nessa semana enviamos a segunda parte do texto (clique aqui), sobre as três raízes que são energias que sutilmente (ou menos sutilmente) permeiam nosso ser interior: nossas percepções, nossas motivações e as formas que podemos interagir com o mundo que nos rodeia.

Phap Hai ensina que as três raízes (ganância; ódio ou má vontade; e ignorância ou, como é às vezes chamada, ilusão) colorem nossas percepções e a consciência da mesma maneira. Podemos ver tudo através das "lentes" das três raízes. Estas três raízes expressam-se de forma diferente em cada um de nós. Para alguns de nós uma ou outra das raízes vai ser mais profunda ou mais forte que as outras. Cada um de nós tem nossa própria constituição e desenvolver uma familiaridade com as três raízes pode ser um caminho muito útil para percorrer para reconhecermos as motivações sutis que permeiam nossos pensamentos, nossas ações e nossas palavras.

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segunda-feira, fevereiro 13, 2017

As três raízes (parte 1)

Nessa semana enviamos a primeira parte do texto (clique aqui), sobre três raízes são energias que sutilmente (ou menos sutilmente) permeiam nosso ser interior: nossas percepções, nossas motivações e as formas que podemos interagir com o mundo que nos rodeia.

Phap Hai ensina que as três raízes (ganância; ódio ou má vontade; e ignorância ou, como é às vezes chamada, ilusão) colorem nossas percepções e a consciência da mesma maneira. Podemos ver tudo através das "lentes" das três raízes. Estas três raízes expressam-se de forma diferente em cada um de nós. Para alguns de nós uma ou outra das raízes vai ser mais profunda ou mais forte que as outras. Cada um de nós tem nossa própria constituição e desenvolver uma familiaridade com as três raízes pode ser um caminho muito útil para percorrer para reconhecermos as motivações sutis que permeiam nossos pensamentos, nossas ações e nossas palavras.

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segunda-feira, fevereiro 06, 2017

Meditação e cura

Nessa semana sugerimos que você estude o texto anexo (clique aqui), sobre a interligação da meditação e a cura de nossas doenças da mente e corpo.

Thich Nhat Hanh ensina que no âmbito da psicoterapia, a baixa auto-estima é considerada doença. Na prática da mente alerta, tanto a baixa quanto a alta auto-estima e também a necessidade de julgar-se exatamente igual às outras pessoas também são consideradas doenças ou, como dizemos no budismo, complexos.

Quando nossos desejos, medos e sentimentos de indignação são reprimidos assistimos aos programas de televisão, ouvimos rádio, folheamos livros, lemos jornais, conversamos, jogamos cartas e bebemos bebidas alcoólicas, tudo para esquecer. Quando as formações mentais são reprimidas e não podem circular, começam a aparecer sintomas de doenças físicas e mentais. Precisamos saber como parar com a repressão, para que as formações mentais de desejo, medo, indignação, etc. tenham oportunidade de se manifestar, ser reconhecidas e transformadas.

O ensinamento nos diz que a mente alerta tem a capacidade de reconhecer os nós interiores quando eles aparecem em nossa consciência e transformá-los.

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segunda-feira, janeiro 30, 2017

O guia e a viagem

Cada um dos ensinamentos do Buda é inútil a menos que ele seja aplicado. Uma analogia útil poderia ser estudar um guia antes de embarcar em uma viagem. Podemos aprender no guia uma quantidade incrível de conhecimento sobre os pontos turísticos, monumentos e lugares onde ficar. No entanto, tudo permanece teórico até que se largue o livro e realmente embarquemos na viagem.

Phap Hai nos ensina no texto dessa semana ( clique aqui ) que os ensinamentos budistas são como um guia para a maior viagem que podemos imaginar. Eles são as descobertas dos sábios, dos grandes professores que fizeram esta viagem antes de nós. Não podemos fazer a viagem de nenhuma outra pessoa. Temos que fazer a nossa própria jornada.

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segunda-feira, janeiro 23, 2017

O Segundo, Terceiro e Quinto Mantras

Você sabe o que é um mantra? Com certeza já ouviu muito essa palavra por aí mas será que você conhece realmente seu significado? Mantra é uma frase, uma fórmula, que pode ser pronunciada em qualquer língua. Não precisa ser sânscrito ou tibetano. Essa frase deve ser uma prática, ou algo com significado e ela pode ter poder, mas seu segredo é que deve ser pronunciada com toda plena consciência. Sem plena consciência não terá efeito nenhum. O poder do mantra é sobre você mesmo.

Thich Nhat Hanh ao longo de sua vida desenvolveu cinco mantras. No texto dessa semana ( clique aqui ) ele nos ensina o segundo, o terceiro e o quinto mantras. No segundo mantra "Querida, eu sei que você está presente e eu estou muito feliz", reconhecemos a pessoa amada como existente, presente. O terceiro mantra é "Querida sei que você sofre e é por isso que estou aqui". Nessa prática damos nossa presença, que é o que temos de mais valioso, para aqueles que amamos quando reconhecemos o sofrimento neles. No quinto mantra:"Este é um momento de felicidade", reconhecemos a felicidade como presente. Estamos presentes naquele momento e percebemos que é um momento único, um momento feliz.

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segunda-feira, janeiro 16, 2017

O Primeiro Mantra

Você sabe o que é um mantra? Com certeza já ouviu muito essa palavra por aí mas será que você conhece realmente seu significado? Mantra é uma frase, uma fórmula, que pode ser pronunciada em qualquer língua. Não precisa ser sânscrito ou tibetano. Essa frase deve ser uma prática, ou algo com significado e ela pode ter poder, mas seu segredo é que deve ser pronunciada com toda plena consciência. Sem plena consciência não terá efeito nenhum. O poder do mantra é sobre você mesmo.

Thich Nhat Hanh ao longo de sua vida desenvolveu cinco mantras. No texto dessa semana ( clique aqui ) ele nos ensina o primeiro deles:"Querida, eu estou aqui para você". Eu estou aqui para você significa me ofereço a você como um presente porque tenho frescor, amor e entendimento suficientes. E isso é o que eu tenho de melhor, eu mesmo. O fato é que quando você ama alguém, o melhor presente que você pode dar a ela é sua presença. Mas essa presença tem que ter qualidade. Porque se você estiver com raiva ou violento, sua presença não terá qualidade, não será uma boa oferenda.

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segunda-feira, dezembro 12, 2016

Os sete membros do despertar

O texto que sugerimos essa semana (clique aqui) descrece sete partes importantes para o nosso despertar. Despertar consiste de sete qualidades chamadas os sete fatores do despertar, às vezes chamados os sete membros do despertar

Phap Hai, monge sênior da tradição de Plum Village, nos explica em um texto curto um pouco de cada um desses sete fatores: atenção plena, investigação dos dharmas, energia, alegria, calma, concentração e equanimidade. Nós estamos bem na proximidadede do despertar que estamos buscando.

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Thich Nhat Hanh na Tailândia



Recentemente Thay comunicou um desejo claro e determinado de viajar para a Tailândia. Desejava passar o retiro de inverno em Thai Plum Village, na borda do Parque Nacional Khao Yai que é o maior centro de prática na Ásia, na tradição de Thich Nhat Hanh, com mais de 150 monásticos.

Embora o desejo do Thay não tem sido fácil relizar, estamos muito felizes em anunciar que Thay e um pequeno grupo de atendentes chegaram na Tailândia dia 10 dezembro.

Lá, eles foram saudados por centenas de monásticos e praticantes leigos, incluindo muitos veneráveis anciãos da Tailândia e do Vietnã, que, ao longo dos últimos dias, fizeram a viagem por terra e ar para cumprimentá-lo e prestar suas homenagens. Estamos muito felizes que Thay ainda seja capaz de fazer tal viagem, para oferecer a sua presença na Ásia e estar mais perto de sua terra natal neste momento.

segunda-feira, dezembro 05, 2016

Dois Bodhisatvas

O texto que sugerimos essa semana (clique aqui) mostra a história de dois bodisatvas descritos no Sutra de Lótus: Dharanimdhara e Kshitigarbha.

Dharanimdhara significa Protetor-da-Terra. Ele trabalha para preservar este planeta para os seres vivos tomando conta do ar, da água e do solo. Aqueles que trabalham pra proteger o meio ambiente e manter um ecossistema sadio neste planeta Terra são todos aliados deste bodhisattva. Nós todos devemos nos tornar os braços e as mãos deste bodhisattva para proteger e preservar a Terra para as futuras gerações.

Kshitigarbha significa Tesouro-da-Terra. Ele é alguém que se comprometeu a ir nos lugares mais obscuros do universo para resgatar aqueles que estão nos estratos de maior desespero, nas situações de maior sofrimento. Ele se comprometeu a ir àqueles lugares onde não há liberdade, democracia, compaixão ou dignidade humana, onde há opressão, injustiça, desigualdade social e guerra. As pessoas que escolhem ir para lugares de grande sofrimento no mundo para ajudar aqueles que são oprimidos e não tem meios de viver uma vida decente são os seus aliados.

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segunda-feira, novembro 28, 2016

Dúvidas sobre a prática

No texto (clique aqui) dessa semana Thich Nhat Hanh responde a várias perguntas de praticantes sobre aspectos básicos da prática budista.

Por que praticar a plena consciência é tão importante? O que significa olhar profundamente? Como posso me tornar menos agitado? Como podemos aprofundar a nossa prática? Onde posso encontrar um tempo e lugar para contemplar em silêncio?

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segunda-feira, novembro 21, 2016

Os oito aspectos do caminho

O Nobre Caminho Óctuplo é um ensinamento básico e central do budismo. Você talvez tenha lido muitas vezes sobre essa prática. É um dos primeiros ensinamentos do Buda e junto com as Quatro Nobres Verdades contém basicamente todos as ferramentas que precisamos.

O monge Phap Hai neste texto (clique aqui) nos ensina de uma outra perspectiva o Nobre Caminho Óctuplo. Eles nos diz que se você perceber profundamente o que te traz alegria e paz e o que leva aos outros alegria e paz, em seguida, uma visão se desenvolverá e uma transformação começará a ocorrer naturalmente em seu ser. Torna-se natural para você andar sobre o Nobre Caminho Óctuplo; é o comportamento espontâneo do despertar.

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segunda-feira, novembro 07, 2016

Nossa prática deve ser concreta

Nossa prática deveria ser concreta, efetiva. Nós não deveríamos permitir uma prática seguir por muito tempo sem trazer qualquer alívio para nós, qualquer transformação. Isso não seria um modo inteligente de praticar. Quando o fazendeiro, depois de ter usado um certo tipo de sementes ou fertilizante, ou métodos de agricultura, não adquire os resultados que quer, ele deveria ser inteligente o bastante para saber mudar.

Thich Nhat Hanh neste texto (clique aqui) nos mostra que para obtermos insights profundos devemos praticar. Ele exemplifica com a noção de não-eu que pode ficar apenas no campo intelectual e não nos ajuda muito, mas quando através da prática se torna o insight do não-eu, nos transforma, muda a nossa maneira de ver o mundo e nos alivia de muito do nosso sofrimento.

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4 anos da Sangha Caminhada Plena de Salvador



A Sangha Caminhada Plena de Salvador acabou de completar 4 anos de prática. Uma vitória sem dúvida! Que a sangha siga em paz. Ana Celeste uma das coordenadoras da Sangha nos escreve:

"Eis o registro material desta data tão importante para nós, São 4 anos de muita união, estudo e práticas constantes, nas quartas de toda semana.

Os ensinamentos do Thay tem nos levado a sermos pessoas mais amorosas, calmas e livres de tantos hábitos negativos que foram sendo adquiridos ao longo de nossas vidas.

Nossa Sanga é bastante eclética, temos participantes de todas as crenças e credos, mas formamos uma só unidade sob os cuidados do nosso mestre amoroso.

Nosso altar é composto das imagens que cada um se sente convidado a trazer.

Buda, Jesus, São Francisco, Nossa Senhora, Shiva, Thay etc. Todo convivem harmoniosamente de acordo com os nossos sentimentos.

Estamos á serviço e o espaço da Sanga onde a energia da Sanga Caminhada Plena se ancora, daí seguindo para a Mãe Terra e todo Cosmos.

Paz e alegria!"

segunda-feira, outubro 31, 2016

Os nossos ancestrais estão em nós

Você vê sua mãe e seu pai em você? Com quanta clareza e profundidade você pode ver isso? E quando você olha para a sua mãe e o seu pai, você se vê neles? Quão profundamente você enxerga isso? A leitura do texto em anexo (clique aqui) traduzido por Marcelo Abreu (blog Paraserzen), de uma palestra de Thay realizada no ano passado, trata desse assunto.

Thay encerra o texto assim: "Meu pai e minha mãe, eles são meus ancestrais, os meus ancestrais mais jovens. Como seres humanos, nós temos ancestrais humanos. Tivemos diversas gerações de ancestrais humanos e, geneticamente falando, todos os nossos ancestrais estão vivos em nós. Pensamos que todos eles já morreram, porém isso não é verdade. Nossos ancestrais de diversas gerações ainda estão vivos em nós, e nós os carregamos futuro adentro. Nós os transmitimos futuro adentro. Então, quando você se casa e tem filhos, você transmite seus ancestrais aos seus filhos. Os seus ancestrais adentram, assim, o futuro."

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segunda-feira, outubro 24, 2016

Pais e filhos

Muitas pessoas tiveram dificuldades dolorosas nas relações com seus pais. Muitos de nós carregam sofrimentos, raivas, traumas e questões não resolvidas que ainda doem.

No texto sugerido desta semana (clique aqui), Thich Nhat Hanh nos convida a olhar em profundidade para nossos pais e os pais de nossos pais. Eles talvez tenham sofrido muito quando pequenos e por não ter a sorte de praticar tenham transmitido esse sofrimento. Thay nos convida a nos ver como crianças de 5 anos, frágeis e feridas e reconhecer e abraçar essa dor. Depois nos convida a ver nossos pais da mesma forma.

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segunda-feira, outubro 17, 2016

Os Três Refúgios

Essa semana sugerimos que você estude o texto (clique aqui) onde Thich Nhat Hanh comenta sobre os Três Refúgios: O refúgio no Buda, no Dharma e na Sangha.

Ele diz que quando olhamos profundamente, vemos que os Três Refúgios podem ser compreendidos de duas maneiras. Uma é a prática de buscar proteção exterior. Desejamos ser protegidos. A vida é cheia de perigos, não sabemos o que nos acontecerá hoje ou amanhã. A outra é a busca de proteção interior. Por isso, refugiar-se no Buda significa buscar segurança no Buda.

Além disso Thay no sensina que quando alguém diz "Creio no Buda. Creio no Dharma. Creio na Sangha", o Buda, o Dharma e a Sangha não devem ser simples idéias se queremos evoluir. Juntamente com aquela declaração, a pessoa precisa praticar, precisa ser capaz de tocar e reconhecer a natureza da iluminação dentro dela mesma; caso contrário, não será uma prática, será apenas uma declaração, nada mais que uma idéia.

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segunda-feira, outubro 10, 2016

Os Cinco Skandhas

Uma das maneiras mais fundamentais que vemos a nós mesmos, nosso ser, é através da estrutura dos cinco Skandhas. A palavra sânscrita skandha é uma palavra sânscrita que significa literalmente "pilhas," "montes", "formações" ou "agregados". Estes são os aspectos do nosso ser que dependem um do outro e juntos compõem o que comumente chamamos de "nós" ou "mim". Os cinco Skandhas são forma, sensação, percepção, formações mentais e consciência.

Phap Hai no texto (clique aqui) nos ensina que tudo está em constante mudança, que o fim de algo é o início de alguma outra coisa e isso acontece com nosso corpo e mente que muitas vezes julgamos imutáveis. Entender os skandhas é a base para essa compreensão..

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segunda-feira, setembro 19, 2016

Ficando verdadeiramente vivo

Acorde! Você está realmente vivo ou está se movendo pela vida como um cadáver ambulante? O que você faria se te dissessem que você tem apenas três meses de vida? Você viveria intensamente cada segundo que te resta? Porque não faz hoje? O que você está esperando? Você tem consciência que a pessoa que você mais ama é impermanente? Um dia você não a terá mais a seu lado. Porque você não desfruta intensamente a presença dela agora?

Thich Nhat Hanh no texto (clique aqui) afirma que três meses é muito se vivermos realmente cada momento em profundidade. O que você está esperando para experimentar. Solte os lamentos do passado e suas expectativas, ansiedades e planos de como o futuro deveria ser e mergulhe de cabeça neste momento percebendo quanta coisa está na sua frente hoje e somente hoje disponível para sua felicidade. Talvez amanhã isso não exista mais e você terá algo mais para se lamentar.

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segunda-feira, setembro 12, 2016

Parar - a mensagem dos sinos

Será que é possível para você parar? Parar fisicamente, parar mentalmente? Vivemos em um mundo acelerado que nos empurra para corrermos o tempo todo atrás do futuro, sendo empurrados por pressões de todo tipo.

No texto dessa semana (clique aqui) Mary Patterson, uma canadense que passou 40 dias em Plum Village, relata suas reflexões sobre a prática de parar. São reflexões sobre nossa vida cotidiana tão acelerada e o contraste com a vida em Plum Village onde cada sino convida a todos a parar e respirar.

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segunda-feira, setembro 05, 2016

Sabedoria e Compaixão

Assim como as duas asas de um pássaro, a sabedoria e a compaixão tem que andar juntas. Compaixão é a manifestação concreta da sabedoria; é a sabedoria aplicada. Se só temos sabedoria e nenhuma compaixão, é uma sabedoria muito fria e seca. Se só temos compaixão e não temos sabedoria, acabamos ficando completamente exaustos e não sabemos o caminho certo para sermos capazes de ajudar qualquer pessoa, inclusive a nós mesmos.

No texto sugerido desta semana (clique aqui) o monge Phap Hai reflete sobre explica esses dois elementos e nos traz muitas questões práticas para nossa reflexão.

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segunda-feira, agosto 29, 2016

Ahimsa

A palavra sânscrita ahimsa, usualmente traduzida como não-violência literalmente significa, não ferir ou ser inofensivo. Para praticar ahimsa, primeiramente temos que praticá-la dentro de nós mesmos. Em cada um de nós, há certa quantidade de violência. Dependendo do nosso estado, nossa resposta às coisas será mais ou menos não-violenta.

No texto sugerido desta semana (clique aqui) Thich Nhat Hanh reflete sobre o que é ser não violento. Ele diz que para praticar ahimsa, primeiramente precisamos aprender a lidar pacificamente conosco mesmos. Se criarmos verdadeira harmonia dentro de nós, saberemos como lidar com a família, amigos e associados. Técnicas são sempre secundárias. O mais importante é se tornar ahimsa, de forma que quando uma situação se apresente, não criaremos mais sofrimento. Para praticar ahimsa, precisamos de gentileza, bondade amorosa, compaixão, alegria e equanimidade direcionadas a nossos corpos, nossos sentimentos e outras pessoas.

A paz real deve ser baseada no insight e entendimento e para isso devemos praticar a reflexão profunda – olhar profundamente dentro de cada ato e cada pensamento da nossa vida diária.

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terça-feira, agosto 23, 2016

Sangha Viver Consciente 10 anos

Na última terça feira, dia 9 de agosto, a Sangha Viver Consciente completou 10 anos de atividades. Muita meditação, muito estudo de textos do nosso querido Thay, muitos amigos, muitos sorrisos, muita paz. Dez anos ajudando pessoas a se ajudarem. Dez anos com muitas pessoas nos ajudando a melhorar, mesmo que com apenas uma visita. Obrigado o todos que de alguma forma passaram por essa história. Fiquem todos em paz. 

As Quatro Nobres Verdades

No texto (clique aqui) de hoje Thich Nhat Hanh discute o primeiro ensinamento do Buda, sobre as Quatro Nobres Verdades. Trata-se do mal-estar, o caminho que leva ao mal-estar, bem-estar e o caminho que leva ao bem-estar. A Quarta Nobre Verdade, o caminho que conduz ao bem-estar, é chamado de Nobre Caminho Óctuplo. Este é o caminho das oito práticas corretas: visão correta, pensamento correto, fala correta, ação correta (do corpo). modo de vida correto, esforço correto, plena atenção correta e concentração correta.

Se olharmos profundamente o suficiente, veremos que estas quatro verdades contém tudo o que precisamos saber sobre a natureza do ser humano e da natureza do mundo que nos rodeia. Se virmos a verdadeira natureza das Quatro Nobres Verdades, veremos a verdadeira natureza do cosmos.

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terça-feira, agosto 02, 2016

Feliz Continuação

Quando você nasceu? Quando você vai morrer? O que é nascer e morrer? Será que algum dia você nasceu? Será que algum dia vai morrer? O dia que você nasceu foi o dia que passou a existir?

No texto sugerido (clique aqui) desta semana Thich Nhat Hanh responde essas perguntas de uma forma concreta através de um verso do Sutra do Coração. Ele ensina que não podemos conceber o nascimento do nada. Há apenas continuação. Você verá que você não apenas existia no seu pai e mãe, mas também nos seus avôs e avós. Nada pode nascer e também nada pode morrer. Morrer significa que de algo você se tornou nada. Você acha que podemos transformar alguma coisa em nada?

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segunda-feira, julho 25, 2016

Família

Os relacionamentos familiares, a criação de filhos, a culpa que algumas mulheres sentem de trabalhar e deixar os filhos em casa, a preocupação com a paz dentro do lar, são temas que afetam muitas pessoas. Como o budismo vê essas questões?

Selecionamos no texto dessa semana (clique aqui) várias perguntas de participantes de retiros com Thich Nhat Hanh sobre esse tema e suas respostas. Thay aponta para caminhos não óbvios para essas questões sempre com seu modo simples e profundo de se expressar e apontando para modos concretos de ação que nos permitam encontrar uma saída para nossos problemas.

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sábado, julho 09, 2016

A linguagem do verdadeiro amor

Provavelmente existem pessoas com quem você tem dificuldade de se relacionar. Talvez existam ressentimentos. Contudo precisamos nos dedicar à prática de abrir e restabelecer a comunicação. Expresse sua disposição, seu desejo de fazer as pazes quem você teve alguma dificuldade de relacionamento. Peça a ela que lhe dê apoio.

Thich Nhat Hanh no texto de hoje (clique aqui) diz que existem muitas maneiras de se comunicar, e a melhor delas é demonstrando que você não guarda nenhum sentimento de raiva ou reprovação. Você mostra que entende e aceita a outra pessoa, e transmite isso a ela não apenas através de palavras, mas também com o seu jeito de ser com os olhos cheios de compaixão e as ações repletas de ternura. Quando você começa a mudar, torna-se capaz de restabelecer a comunicação, e a outra pessoa naturalmente se modifica.

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segunda-feira, julho 04, 2016

Aplicando a prática em nossa vida diária

Nessa semana oferecemos a você um texto (clique aqui) onde Phap Hai nos ensina que mais importante que lermos diversos livros ou textos sobre budismo e apenas torná-los alimento para nossa curiosidade intelectual, precisamos colocá-los em prática na nossa vida.

Hoje em dia há uma riqueza de materiais de Dharma disponíveis no clique de um botão. mas o grande desafio é o excesso de informações e, simultaneamente, nossa falta de capacidade ou a motivação de colocar muito disso em prática sincera. Esta é uma grande pena, e ainda é a situação que nos encontramos hoje.

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segunda-feira, junho 27, 2016

Eu cheguei

Nessa semana oferecemos a você um texto (clique aqui) onde Thich Nhat Hanh nos ensina que parar de correr é uma prática muito importante. Estivemos correndo por todo a nossa vida. Acreditamos que paz, felicidade e sucesso estão presentes em algum outro lugar e tempo. Não sabemos que tudo – paz, felicidade e estabilidade – devem ser procuradas no aqui e agora. Este é o endereço da vida – a interseção do aqui e agora.

Somos muito ansiosos e queremos sempre chegar. Chegar significa chegar em algum lugar. Quando você pratica a meditação caminhando, chega a cada momento – você chega em um destino: a vida. O momento presente é um destino. Inspirando, eu dou um passo e outro passo e digo a mim mesmo, “Eu cheguei, eu cheguei”.

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segunda-feira, junho 20, 2016

A cura da criança interior

A palestra de Dharma (clique aqui) que sugerimos essa semana, ensina como podemos nos reconciliar conosco mesmos e com as lembranças dolorosas que podemos carregar.

Thay ensina que quando éramos crianças, éramos muito vulneráveis. Um olhar severo de nosso pai poderia tornar-nos infelizes. Uma palavra forte de nossa mãe pode causar uma ferida no nosso coração. Quando criança, temos um monte de sentimentos, mas é difícil nos expressarmos. Às vezes, mesmo se podemos encontrar as palavras, os adultos em torno de nós não podem nos ouvir, não escutam, ou não nos permitem falar.

Nós podemos ir para nossa casa interior e falar com a nossa criança, ouvir a nossa criança, e responder diretamente a ele. A criança ainda está lá e pode estar profundamente ferida. Nós negligenciamos a criança em nós por um longo tempo. Temos que voltar e confortar, amar e cuidar da criança dentro de nós.

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