segunda-feira, dezembro 05, 2016

Dois Bodhisatvas

O texto que sugerimos essa semana (clique aqui) mostra a história de dois bodisatvas descritos no Sutra de Lótus: Dharanimdhara e Kshitigarbha.

Dharanimdhara significa Protetor-da-Terra. Ele trabalha para preservar este planeta para os seres vivos tomando conta do ar, da água e do solo. Aqueles que trabalham pra proteger o meio ambiente e manter um ecossistema sadio neste planeta Terra são todos aliados deste bodhisattva. Nós todos devemos nos tornar os braços e as mãos deste bodhisattva para proteger e preservar a Terra para as futuras gerações.

Kshitigarbha significa Tesouro-da-Terra. Ele é alguém que se comprometeu a ir nos lugares mais obscuros do universo para resgatar aqueles que estão nos estratos de maior desespero, nas situações de maior sofrimento. Ele se comprometeu a ir àqueles lugares onde não há liberdade, democracia, compaixão ou dignidade humana, onde há opressão, injustiça, desigualdade social e guerra. As pessoas que escolhem ir para lugares de grande sofrimento no mundo para ajudar aqueles que são oprimidos e não tem meios de viver uma vida decente são os seus aliados.

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segunda-feira, novembro 28, 2016

Dúvidas sobre a prática

No texto (clique aqui) dessa semana Thich Nhat Hanh responde a várias perguntas de praticantes sobre aspectos básicos da prática budista.

Por que praticar a plena consciência é tão importante? O que significa olhar profundamente? Como posso me tornar menos agitado? Como podemos aprofundar a nossa prática? Onde posso encontrar um tempo e lugar para contemplar em silêncio?

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segunda-feira, novembro 21, 2016

Os oito aspectos do caminho

O Nobre Caminho Óctuplo é um ensinamento básico e central do budismo. Você talvez tenha lido muitas vezes sobre essa prática. É um dos primeiros ensinamentos do Buda e junto com as Quatro Nobres Verdades contém basicamente todos as ferramentas que precisamos.

O monge Phap Hai neste texto (clique aqui) nos ensina de uma outra perspectiva o Nobre Caminho Óctuplo. Eles nos diz que se você perceber profundamente o que te traz alegria e paz e o que leva aos outros alegria e paz, em seguida, uma visão se desenvolverá e uma transformação começará a ocorrer naturalmente em seu ser. Torna-se natural para você andar sobre o Nobre Caminho Óctuplo; é o comportamento espontâneo do despertar.

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segunda-feira, novembro 07, 2016

Nossa prática deve ser concreta

Nossa prática deveria ser concreta, efetiva. Nós não deveríamos permitir uma prática seguir por muito tempo sem trazer qualquer alívio para nós, qualquer transformação. Isso não seria um modo inteligente de praticar. Quando o fazendeiro, depois de ter usado um certo tipo de sementes ou fertilizante, ou métodos de agricultura, não adquire os resultados que quer, ele deveria ser inteligente o bastante para saber mudar.

Thich Nhat Hanh neste texto (clique aqui) nos mostra que para obtermos insights profundos devemos praticar. Ele exemplifica com a noção de não-eu que pode ficar apenas no campo intelectual e não nos ajuda muito, mas quando através da prática se torna o insight do não-eu, nos transforma, muda a nossa maneira de ver o mundo e nos alivia de muito do nosso sofrimento.

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4 anos da Sangha Caminhada Plena de Salvador



A Sangha Caminhada Plena de Salvador acabou de completar 4 anos de prática. Uma vitória sem dúvida! Que a sangha siga em paz. Ana Celeste uma das coordenadoras da Sangha nos escreve:

"Eis o registro material desta data tão importante para nós, São 4 anos de muita união, estudo e práticas constantes, nas quartas de toda semana.

Os ensinamentos do Thay tem nos levado a sermos pessoas mais amorosas, calmas e livres de tantos hábitos negativos que foram sendo adquiridos ao longo de nossas vidas.

Nossa Sanga é bastante eclética, temos participantes de todas as crenças e credos, mas formamos uma só unidade sob os cuidados do nosso mestre amoroso.

Nosso altar é composto das imagens que cada um se sente convidado a trazer.

Buda, Jesus, São Francisco, Nossa Senhora, Shiva, Thay etc. Todo convivem harmoniosamente de acordo com os nossos sentimentos.

Estamos á serviço e o espaço da Sanga onde a energia da Sanga Caminhada Plena se ancora, daí seguindo para a Mãe Terra e todo Cosmos.

Paz e alegria!"

segunda-feira, outubro 31, 2016

Os nossos ancestrais estão em nós

Você vê sua mãe e seu pai em você? Com quanta clareza e profundidade você pode ver isso? E quando você olha para a sua mãe e o seu pai, você se vê neles? Quão profundamente você enxerga isso? A leitura do texto em anexo (clique aqui) traduzido por Marcelo Abreu (blog Paraserzen), de uma palestra de Thay realizada no ano passado, trata desse assunto.

Thay encerra o texto assim: "Meu pai e minha mãe, eles são meus ancestrais, os meus ancestrais mais jovens. Como seres humanos, nós temos ancestrais humanos. Tivemos diversas gerações de ancestrais humanos e, geneticamente falando, todos os nossos ancestrais estão vivos em nós. Pensamos que todos eles já morreram, porém isso não é verdade. Nossos ancestrais de diversas gerações ainda estão vivos em nós, e nós os carregamos futuro adentro. Nós os transmitimos futuro adentro. Então, quando você se casa e tem filhos, você transmite seus ancestrais aos seus filhos. Os seus ancestrais adentram, assim, o futuro."

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segunda-feira, outubro 24, 2016

Pais e filhos

Muitas pessoas tiveram dificuldades dolorosas nas relações com seus pais. Muitos de nós carregam sofrimentos, raivas, traumas e questões não resolvidas que ainda doem.

No texto sugerido desta semana (clique aqui), Thich Nhat Hanh nos convida a olhar em profundidade para nossos pais e os pais de nossos pais. Eles talvez tenham sofrido muito quando pequenos e por não ter a sorte de praticar tenham transmitido esse sofrimento. Thay nos convida a nos ver como crianças de 5 anos, frágeis e feridas e reconhecer e abraçar essa dor. Depois nos convida a ver nossos pais da mesma forma.

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segunda-feira, outubro 17, 2016

Os Três Refúgios

Essa semana sugerimos que você estude o texto (clique aqui) onde Thich Nhat Hanh comenta sobre os Três Refúgios: O refúgio no Buda, no Dharma e na Sangha.

Ele diz que quando olhamos profundamente, vemos que os Três Refúgios podem ser compreendidos de duas maneiras. Uma é a prática de buscar proteção exterior. Desejamos ser protegidos. A vida é cheia de perigos, não sabemos o que nos acontecerá hoje ou amanhã. A outra é a busca de proteção interior. Por isso, refugiar-se no Buda significa buscar segurança no Buda.

Além disso Thay no sensina que quando alguém diz "Creio no Buda. Creio no Dharma. Creio na Sangha", o Buda, o Dharma e a Sangha não devem ser simples idéias se queremos evoluir. Juntamente com aquela declaração, a pessoa precisa praticar, precisa ser capaz de tocar e reconhecer a natureza da iluminação dentro dela mesma; caso contrário, não será uma prática, será apenas uma declaração, nada mais que uma idéia.

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segunda-feira, outubro 10, 2016

Os Cinco Skandhas

Uma das maneiras mais fundamentais que vemos a nós mesmos, nosso ser, é através da estrutura dos cinco Skandhas. A palavra sânscrita skandha é uma palavra sânscrita que significa literalmente "pilhas," "montes", "formações" ou "agregados". Estes são os aspectos do nosso ser que dependem um do outro e juntos compõem o que comumente chamamos de "nós" ou "mim". Os cinco Skandhas são forma, sensação, percepção, formações mentais e consciência.

Phap Hai no texto (clique aqui) nos ensina que tudo está em constante mudança, que o fim de algo é o início de alguma outra coisa e isso acontece com nosso corpo e mente que muitas vezes julgamos imutáveis. Entender os skandhas é a base para essa compreensão..

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segunda-feira, setembro 19, 2016

Ficando verdadeiramente vivo

Acorde! Você está realmente vivo ou está se movendo pela vida como um cadáver ambulante? O que você faria se te dissessem que você tem apenas três meses de vida? Você viveria intensamente cada segundo que te resta? Porque não faz hoje? O que você está esperando? Você tem consciência que a pessoa que você mais ama é impermanente? Um dia você não a terá mais a seu lado. Porque você não desfruta intensamente a presença dela agora?

Thich Nhat Hanh no texto (clique aqui) afirma que três meses é muito se vivermos realmente cada momento em profundidade. O que você está esperando para experimentar. Solte os lamentos do passado e suas expectativas, ansiedades e planos de como o futuro deveria ser e mergulhe de cabeça neste momento percebendo quanta coisa está na sua frente hoje e somente hoje disponível para sua felicidade. Talvez amanhã isso não exista mais e você terá algo mais para se lamentar.

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segunda-feira, setembro 12, 2016

Parar - a mensagem dos sinos

Será que é possível para você parar? Parar fisicamente, parar mentalmente? Vivemos em um mundo acelerado que nos empurra para corrermos o tempo todo atrás do futuro, sendo empurrados por pressões de todo tipo.

No texto dessa semana (clique aqui) Mary Patterson, uma canadense que passou 40 dias em Plum Village, relata suas reflexões sobre a prática de parar. São reflexões sobre nossa vida cotidiana tão acelerada e o contraste com a vida em Plum Village onde cada sino convida a todos a parar e respirar.

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segunda-feira, setembro 05, 2016

Sabedoria e Compaixão

Assim como as duas asas de um pássaro, a sabedoria e a compaixão tem que andar juntas. Compaixão é a manifestação concreta da sabedoria; é a sabedoria aplicada. Se só temos sabedoria e nenhuma compaixão, é uma sabedoria muito fria e seca. Se só temos compaixão e não temos sabedoria, acabamos ficando completamente exaustos e não sabemos o caminho certo para sermos capazes de ajudar qualquer pessoa, inclusive a nós mesmos.

No texto sugerido desta semana (clique aqui) o monge Phap Hai reflete sobre explica esses dois elementos e nos traz muitas questões práticas para nossa reflexão.

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segunda-feira, agosto 29, 2016

Ahimsa

A palavra sânscrita ahimsa, usualmente traduzida como não-violência literalmente significa, não ferir ou ser inofensivo. Para praticar ahimsa, primeiramente temos que praticá-la dentro de nós mesmos. Em cada um de nós, há certa quantidade de violência. Dependendo do nosso estado, nossa resposta às coisas será mais ou menos não-violenta.

No texto sugerido desta semana (clique aqui) Thich Nhat Hanh reflete sobre o que é ser não violento. Ele diz que para praticar ahimsa, primeiramente precisamos aprender a lidar pacificamente conosco mesmos. Se criarmos verdadeira harmonia dentro de nós, saberemos como lidar com a família, amigos e associados. Técnicas são sempre secundárias. O mais importante é se tornar ahimsa, de forma que quando uma situação se apresente, não criaremos mais sofrimento. Para praticar ahimsa, precisamos de gentileza, bondade amorosa, compaixão, alegria e equanimidade direcionadas a nossos corpos, nossos sentimentos e outras pessoas.

A paz real deve ser baseada no insight e entendimento e para isso devemos praticar a reflexão profunda – olhar profundamente dentro de cada ato e cada pensamento da nossa vida diária.

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terça-feira, agosto 23, 2016

Sangha Viver Consciente 10 anos

Na última terça feira, dia 9 de agosto, a Sangha Viver Consciente completou 10 anos de atividades. Muita meditação, muito estudo de textos do nosso querido Thay, muitos amigos, muitos sorrisos, muita paz. Dez anos ajudando pessoas a se ajudarem. Dez anos com muitas pessoas nos ajudando a melhorar, mesmo que com apenas uma visita. Obrigado o todos que de alguma forma passaram por essa história. Fiquem todos em paz. 

As Quatro Nobres Verdades

No texto (clique aqui) de hoje Thich Nhat Hanh discute o primeiro ensinamento do Buda, sobre as Quatro Nobres Verdades. Trata-se do mal-estar, o caminho que leva ao mal-estar, bem-estar e o caminho que leva ao bem-estar. A Quarta Nobre Verdade, o caminho que conduz ao bem-estar, é chamado de Nobre Caminho Óctuplo. Este é o caminho das oito práticas corretas: visão correta, pensamento correto, fala correta, ação correta (do corpo). modo de vida correto, esforço correto, plena atenção correta e concentração correta.

Se olharmos profundamente o suficiente, veremos que estas quatro verdades contém tudo o que precisamos saber sobre a natureza do ser humano e da natureza do mundo que nos rodeia. Se virmos a verdadeira natureza das Quatro Nobres Verdades, veremos a verdadeira natureza do cosmos.

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terça-feira, agosto 02, 2016

Feliz Continuação

Quando você nasceu? Quando você vai morrer? O que é nascer e morrer? Será que algum dia você nasceu? Será que algum dia vai morrer? O dia que você nasceu foi o dia que passou a existir?

No texto sugerido (clique aqui) desta semana Thich Nhat Hanh responde essas perguntas de uma forma concreta através de um verso do Sutra do Coração. Ele ensina que não podemos conceber o nascimento do nada. Há apenas continuação. Você verá que você não apenas existia no seu pai e mãe, mas também nos seus avôs e avós. Nada pode nascer e também nada pode morrer. Morrer significa que de algo você se tornou nada. Você acha que podemos transformar alguma coisa em nada?

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segunda-feira, julho 25, 2016

Família

Os relacionamentos familiares, a criação de filhos, a culpa que algumas mulheres sentem de trabalhar e deixar os filhos em casa, a preocupação com a paz dentro do lar, são temas que afetam muitas pessoas. Como o budismo vê essas questões?

Selecionamos no texto dessa semana (clique aqui) várias perguntas de participantes de retiros com Thich Nhat Hanh sobre esse tema e suas respostas. Thay aponta para caminhos não óbvios para essas questões sempre com seu modo simples e profundo de se expressar e apontando para modos concretos de ação que nos permitam encontrar uma saída para nossos problemas.

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sábado, julho 09, 2016

A linguagem do verdadeiro amor

Provavelmente existem pessoas com quem você tem dificuldade de se relacionar. Talvez existam ressentimentos. Contudo precisamos nos dedicar à prática de abrir e restabelecer a comunicação. Expresse sua disposição, seu desejo de fazer as pazes quem você teve alguma dificuldade de relacionamento. Peça a ela que lhe dê apoio.

Thich Nhat Hanh no texto de hoje (clique aqui) diz que existem muitas maneiras de se comunicar, e a melhor delas é demonstrando que você não guarda nenhum sentimento de raiva ou reprovação. Você mostra que entende e aceita a outra pessoa, e transmite isso a ela não apenas através de palavras, mas também com o seu jeito de ser com os olhos cheios de compaixão e as ações repletas de ternura. Quando você começa a mudar, torna-se capaz de restabelecer a comunicação, e a outra pessoa naturalmente se modifica.

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segunda-feira, julho 04, 2016

Aplicando a prática em nossa vida diária

Nessa semana oferecemos a você um texto (clique aqui) onde Phap Hai nos ensina que mais importante que lermos diversos livros ou textos sobre budismo e apenas torná-los alimento para nossa curiosidade intelectual, precisamos colocá-los em prática na nossa vida.

Hoje em dia há uma riqueza de materiais de Dharma disponíveis no clique de um botão. mas o grande desafio é o excesso de informações e, simultaneamente, nossa falta de capacidade ou a motivação de colocar muito disso em prática sincera. Esta é uma grande pena, e ainda é a situação que nos encontramos hoje.

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segunda-feira, junho 27, 2016

Eu cheguei

Nessa semana oferecemos a você um texto (clique aqui) onde Thich Nhat Hanh nos ensina que parar de correr é uma prática muito importante. Estivemos correndo por todo a nossa vida. Acreditamos que paz, felicidade e sucesso estão presentes em algum outro lugar e tempo. Não sabemos que tudo – paz, felicidade e estabilidade – devem ser procuradas no aqui e agora. Este é o endereço da vida – a interseção do aqui e agora.

Somos muito ansiosos e queremos sempre chegar. Chegar significa chegar em algum lugar. Quando você pratica a meditação caminhando, chega a cada momento – você chega em um destino: a vida. O momento presente é um destino. Inspirando, eu dou um passo e outro passo e digo a mim mesmo, “Eu cheguei, eu cheguei”.

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segunda-feira, junho 20, 2016

A cura da criança interior

A palestra de Dharma (clique aqui) que sugerimos essa semana, ensina como podemos nos reconciliar conosco mesmos e com as lembranças dolorosas que podemos carregar.

Thay ensina que quando éramos crianças, éramos muito vulneráveis. Um olhar severo de nosso pai poderia tornar-nos infelizes. Uma palavra forte de nossa mãe pode causar uma ferida no nosso coração. Quando criança, temos um monte de sentimentos, mas é difícil nos expressarmos. Às vezes, mesmo se podemos encontrar as palavras, os adultos em torno de nós não podem nos ouvir, não escutam, ou não nos permitem falar.

Nós podemos ir para nossa casa interior e falar com a nossa criança, ouvir a nossa criança, e responder diretamente a ele. A criança ainda está lá e pode estar profundamente ferida. Nós negligenciamos a criança em nós por um longo tempo. Temos que voltar e confortar, amar e cuidar da criança dentro de nós.

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sexta-feira, junho 03, 2016

Começar de Novo

O que fazer quando precisamos nos reconciliar com alguém, quando fomos feridos e ficamos magoados ou deixamos alguém triste? A prática de Começar de Novo é um bom remédio. Essa prática remonta o tempo do Buda. Suas comunidades de monges e monjas praticavam na véspera de cada lua cheia e lua nova.

No texto de hoje (clique aqui) Thich Nhat Hanh nos ensina essa pratica curadora e também uma prática que ele inventou : a Meditação do Abraço. São duas ferramentas poderosas para nos ajudar em nossos relacionamentos.

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sexta-feira, maio 27, 2016

As Cinco Lembranças

Quando olhamos diretamente para as sementes do medo em vez de tentar encobri-las ou fugir, começamos a transformá-las. Nessa semana Thich Nhat Hanh nos apresenta as cinco lembranças (clique aqui) que são uma forma de aceitar verdades que não podemos mudar e assim nos livrar do medo trazendo mais alegria ao momento presente.

As cinco lembranças são:

Eu tenho a natureza do envelhecer. Eu não posso escapar da velhice.
Eu tenho a natureza do adoecer. Eu não posso escapar ter problemas de saúde.
Eu tenho a natureza do morrer. Eu não posso escapar da morte.
Tudo o que é querido para mim, e todos que eu amo, têm a natureza da mudança. Não há maneira de escapar de ser separado deles.
Eu herdo os resultados dos meus atos de corpo, fala e mente. Minhas ações são minha continuação.
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sexta-feira, maio 20, 2016

Livres do nascimento e da morte

Aonde vamos quando morremos? O que acontece quando morremos? Nós temos amigos que perderam alguém amado e eles perguntam: “Onde está meu amado agora? Onde ele ou ela foi agora?”

O texto dessa semana (clique aqui) discute essas questões bastante profundas através da ótica budista. Thay diz que tem uma fotografia de quando era um garoto de 16 anos. Ele pergunta: "É uma fotografia minha? Eu não tenho tanta certeza. Quem é o garoto na fotografia? É a mesma pessoa que eu sou ou é outra pessoa?".

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sexta-feira, maio 13, 2016

Transmissão

Sugerimos nessa semana um texto de psicologia budista (clique aqui) onde Thich Nhat Hanh descreve a transmissão das sementes da consciência armazenadora de geração a geração.

Ele nos mostra que a maneira de preservarmos nossos filhos e as futuras gerações é cuidar de nós aqui e agora. Essa consciência também nos ajuda a nos reconciliar com nossos antepassados.

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segunda-feira, maio 09, 2016

Tomando refúgio na Mãe Terra

No texto (clique aqui) que sugerimos essa semana Thich Nhat Hanh diz que nossa sociedade não está muito saudável. Por isso, muitos estão doentes e nós precisamos de cura e nutrição. Temos nos embriagado com venenos. Nossa mente tem muitos venenos como a ganância, ódio, raiva e desespero. Nosso corpo também tem muitos venenos, porque não sabemos como consumir.

Segundo ele se observarmos, veremos que a Mãe Terra tem o poder, a capacidade de curar-se e curar-nos. Se reconhecermos esse fato, poderemos tomar refúgio nela. Nós nos permitimos ser curados pela Mãe Terra. Ao sentarmos, temos a cura. Enquanto caminhamos, temos a cura. Enquanto respiramos, nós temos a cura.

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segunda-feira, maio 02, 2016

Liberando uma percepção errada

Muitas vezes ficamos presos a percepções erradas sobre nós mesmos e sobre o mundo e isso pode causar grande sofrimento. Achamos que conhecemos nosso parceiro ou parceira e perdemos aquele olhar de iniciante que olha tudo com curiosidade.

No texto sugerido (clique aqui) Thich Nhat Hanh nos ensina que a falta de comunicação, entre casais e na família, solidifica essas percepções erradas e pode levar a separação e destruição de famílias. Se pudermos ter tempo para abrir a porta da comunicação do nosso coração e compartilhar com amor os nossos sofrimentos e sonhos, não só o relacionamento vai florescer, mas nossos filhos e a comunidade irão também se beneficiar disso.

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segunda-feira, abril 25, 2016

A felicidade de uma só pessoa

Muitas vezes quando iniciamos um relacionamento não conhecemos a nós e ao nosso parceiro suficientemente. Essa falta de conhecimento e de comunicação é causa de muito sofrimento e separações

No texto sugerido (clique aqui) Thich Nhat Hanh nos ensina que ao nos apaixonarmos, construímos uma bela imagem que projetamos em nosso parceiro e podemos ficar um pouco chocados quando nossas ilusões desaparecem e descobrimos a realidade de viver com alguém. A menos que saibamos como praticar plena consciência juntos, olhando profundamente para nós mesmos e para o nosso parceiro, poderemos achar difícil sustentar o nosso amor.

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terça-feira, abril 19, 2016

Abraçando a raiva

Nesse momento de grande divisão e discórdia na sociedade, precisamos desenvolver a consciência de forma a perceber quando a raiva se manifestou em nós. Se deixarmos nossa raiva sozinha, causará estrago para nosso corpo, para nossa mente e talvez para o nosso entorno. Portanto precisamos abraçar nossa raiva, reconhecê-la, aceitá-la e assim transformá-la.

No texto sugerido (clique aqui) Thich Nhat Hanh nos ensina que se alguém nos faz sofrer, é porque esta pessoa também está sofrendo. Alguém que não sabe lidar com seu sofrimento permitirá que ele vaze, e nos tornaremos vítimas do seu sofrimento. Sabemos que alguém que sofre tanto assim precisa de ajuda e não punição. Quando começamos a ver isso, a compaixão nasce, e não sofremos mais. Compaixão é o antídoto para a raiva. Uma vez que estamos motivados pelo desejo de ajudar a outra pessoa a sofrer menos, estamos livres de nossa raiva.

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sexta-feira, abril 08, 2016

O quarto nutriente: consciência

No ensinamento do Buda, há quatro tipos de nutrientes. Talvez seja mais claramente descrito no Discurso do Buda sobre os Quatro Tipos de Nutrientes. É uma contemplação muito profunda sobre os quatro tipos diferentes de alimento para o corpo e a mente.

No texto de hoje (clique aqui) Phap Hai (monge sênior da Ordem Interser) nos ensina sobre o quarto tipo de nutriente:a consciência em si ou, mais especificamente, as sementes em nossa consciência. A psicologia da escola de budismo Vijnanavada descreve cinquenta e uma dessas sementes: sementes de felicidade, sementes de alegria, as sementes da paz, da compreensão, da atenção plena, bem como sementes de raiva, ciúme, ódio. Estas também são formas de nutrição.

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sexta-feira, abril 01, 2016

O terceiro nutriente: volição

No ensinamento do Buda, há quatro tipos de nutrientes. Talvez seja mais claramente descrito no Discurso do Buda sobre os Quatro Tipos de Nutrientes. É uma contemplação muito profunda sobre os quatro tipos diferentes de alimento para o corpo e a mente.

No texto de hoje (clique aqui) Phap Hai (monge sênior da Ordem Interser) nos ensina sobre o terceiro tipo de nutriente:"volição". Nós também podemos descrevê-lo como "aquela energia que nos move para a frente." Às vezes usamos a palavra “aspiração" ou "intenção". Em nossa vida prática é essencial identificar e definir as nossas intenções.

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domingo, março 13, 2016

14 Treinamentos da Ordem Interser (parte 5)

Na Ordem Interser, há dois grupos de treinamentos. Para os iniciantes existem os 5 Treinamentos de Plena Consciência e para os que desejam entrar na Ordem Interser e colocar na vida uma prática mais profunda, há os 14 Treinamentos da Ordem Interser, que são mais específicos e exigem um nível maior de prática.

Continuando nossa sequência de estudo sugerimos um texto (clique aqui) com os últimos dois treinamentos da Ordem. Lembre-se sempre que o objetivo dos treinamentos não é a sua prática perfeita, 100% correta, o que seria impossível, mas a melhoria contínua, dia a dia, na direção apontada por eles. Escolha um treinamento e tente melhorar um pouco nele. Se auto avalie e veja um aspecto onde você pode trabalhar consigo mesmo. Essa é a prática.

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