segunda-feira, maio 14, 2018

Parar

Sugerimos a leitura do texto (clique aqui) onde Thay fala sobre os aspectos da meditação budista: shamatha (cessação) e vipashyana (olhar em profundidade). Ele também mostra as três funções da shamatha: fazer parar, acalmar e repousar.

É um texto básico de budismo onde Thay detalha o aspecto de cessação na meditação e aponta muitas de nossas dificuldades com a prática.

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segunda-feira, maio 07, 2018

Tomando conta de nossos relacionamentos

Você consegue ser feliz sabendo que a pessoa que você ama não está feliz? Você consegue fazer alguém feliz se não estiver feliz? Depois de cuidar de nós mesmos, nos sentiremos muito melhor. Então podemos dar o segundo passo e ir para nosso parceiro, amigo ou colega de trabalho para tomar conta dele. Temos que tomar conta de nós mesmos antes que possamos amar e tomar conta de alguém.

No texto sugerido (clique aqui) desta semana Thich Nhat Hanh ensina que para cuidar dos nossos amados precisamos ouvir profundamente e de forma compassiva. Fazendo isso podemos aliviar o seu sofrimento. Thay também explica a prática do Começar de Novo que pode ser aplicada sempre que precisarmos restaurar algum relacionamento.

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segunda-feira, abril 23, 2018

Tomar conta de nós mesmos

O budismo é fortemente baseado na prática. O Buda não estava interessado em especulações filosóficas e sim em maneiras concretas pelas quais ele pudesse se libertar do sofrimento: angústia, medo, raiva, ansiedade, etc. O Buda nossa mostrou que dependemos de nós mesmos para atingirmos esse objetivo e que precisamos nos cuidar, assumir nossa responsabilidade pela nossa felicidade se desejamos nos libertar.

No texto (clique aqui) desta semana Thich Nhat Hanh ensina que temos que aprender como tomar conta de nós mesmos ao longo do dia enquanto caminhamos, sentamos, comemos ou escovamos nossos dentes. Nosso lar é composto pelo nosso corpo, sentimentos, emoções, percepções e consciência. O território de nosso lar é largo e somos o monarca responsável por ele. Deveríamos saber como retornar ao lar e tomar conta do nosso corpo e mente. Plena atenção pode ajudar. O texto tem algumas práticas bem concretas que podem nos ajudar no caminho.

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segunda-feira, abril 09, 2018

Por que orar?

Você acha que orar funciona? Como o budismo vê a oração? Às vezes, a oração é bem-sucedida e, por vezes, não é e porque isso acontece?

No texto (clique aqui) dessa semana Thich Nhat Hanh nos diz que nós não sabemos por que a oração é eficaz em alguns momentos e não outros. Mas no budismo, aprendemos que tudo é impermanente, o que significa que tudo pode mudar. Portanto, quando nos sentamos para a prática de unificação do nosso corpo e nossa mente, e trazemos a nossa energia de amor, essa nova energia, é capaz de abrir uma nova etapa na nossa vida. Thay então pergunta: Por que não orar?

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segunda-feira, março 26, 2018

De onde viemos

Nosso grande medo é que quando morrermos nos tornaremos nada. Muitos de nós acreditam que nossa existência inteira é apenas o nosso tempo de vida, começando no momento que nascemos ou fomos concebidos e termina no momento que morremos. Acreditamos que nascemos do nada e que quando morremos nos tornaremos nada. E, portanto, estamos cheios do medo da aniquilação.

O texto dessa semana (clique aqui) diz que quando você perde um ente querido, você sofre. Mas se souber como olhar em profundidade, tem a chance de perceber que a natureza dele é a do não nascimento e não morte. Há manifestação e há a cessação da manifestação. Você tem que ser muito perspicaz e muito alerta para reconhecer as novas manifestações de uma pessoa. Mas com a prática e com esforço você pode fazer.

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segunda-feira, março 19, 2018

Começar Novamente

Nessa semana sugerimos que você estude um texto (Clique aqui) onde Thich Nhat Hanh explica a prática de Começar Novamente.

"Começar Novamente" é transformar coração e mente, transformar a ignorância que leva a ações erradas de corpo, fala e mente, e assim lhe ajudar a cultivar a mente amorosa. Sua vergonha e culpa serão superadas, e você irá dar início a uma experiência de celebração por estar vivo..

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segunda-feira, março 12, 2018

As seis perfeições (parte 3)

Nessa semana vamos concluir a leitura das seis perfeições ou paramitas (para ler o texto clique aqui). Paramita é uma palavra que pode ser traduzida como "perfeição" ou "realização perfeita".

Nesse texto vamos estudar as últimas três perfeições, a Virya pammita (esforço), Dhyana paramita (a meditação) e Prajna paramita (a sabedoria, compreensão).

Quando você está preso à tristeza, ao sofrimento, à depressão, à raiva ou ao medo, não fique na margem do rio em que existe o sofrimento. Passe para a outra margem, onde há liberdade e não existem medo nem raiva. Pratique as paramitas, e acabará passando para a margem da liberdade e do bem-estar. Não é necessário praticar por cinco, dez ou vinte anos para conseguir atravessar para a outra margem. Você pode fazer agora.

Para saber mais sobre essas três práticas leia o texto clicando aqui. Se você quiser ler a nossa newsletter semanal (clique aqui) ou nos mande um e-mail para contato@viverconsciente.com para passar a recebê-la diretamente.

segunda-feira, março 05, 2018

As seis paramitas (parte 2)

Nessa semana sugerimos que você continue o estudo das seis perfeições ou paramitas (para ler o texto clique aqui). Paramita é uma palavra que pode ser traduzida como "perfeição" ou "realização perfeita".

Nesse texto vamos estudar mais uma perfeição, a kshanti paramita (tolerância). Thay nos ensina: "Quando praticamos a tolerância, não precisamos sofrer nem nos resignarmos, mesmo quando precisamos aceitar o sofrimento ou a injustiça, quando alguém diz ou faz algo que nos deixa com raiva, ou quando talvez algum tipo de injustiça é cometido contra nós. Mas se o coração for grande o bastante, não sofreremos."

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segunda-feira, fevereiro 26, 2018

As seis paramitas (parte 1)

Nessa semana sugerimos que você inicie o estudo das seis perfeições ou paramitas (para ler o texto clique aqui). Paramita é uma palavra que pode ser traduzida como "perfeição" ou "realização perfeita".

As perfeições devem ser praticadas em nossa vida diária. Estamos atualmente na margem do sofrimento, da raiva e da depressão, e queremos atravessar para a margem do bem-estar. Para atravessar, é preciso fazer alguma coisa, e é a isso que chamamos de perfeição. Devemos praticar as "perfeições" todos os dias.

Nesse texto inicial vamos estudar a dana paramita (Doação, generosidade, oferta) e shila paramita (os preceitos ou treinamentos da atenção plena). O Buda disse: "Não fique esperando que a outra margem venha até você. Se quiser atravessar para chegar à margem da segurança, do bem-estar, da coragem e da ausência de raiva, terá que nadar ou remar. Você precisa fazer um esforço."

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segunda-feira, fevereiro 19, 2018

Soltar, deixar ir

Thich Nhat Hanh no texto selecionado (clique aqui) ensina que o primeiro método para se criar alegria e felicidade é abandonar, deixar para trás. Existe uma espécie de alegria que vem de deixar ir. Muitos de nós somos apegados a tantas coisas. Acreditamos que essas coisas são necessárias para nossa sobrevivência, nossa segurança e nossa felicidade. Mas muitas dessas coisas - ou mais precisamente, nossas crenças sobre sua total necessidade - são realmente obstáculos para a nossa alegria e felicidade..

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segunda-feira, fevereiro 05, 2018

A grama mais verde

Toda vida tem suas provações e tribulações. Podemos navegá-los mais habilidosamente quando não desperdiçamos tempo e energia nos disparando uma segunda flecha contra nós mesmos – tal como se concentrar em o quanto a grama no jardim do nosso vizinho parece mais verde em comparação com a nossa.

Thich Nhat Hanh no texto selecionado (clique aqui) ilustra esse ensinamento através de uma divertida história de um encontro entre Mara e Buda. Mara na mitologia budista é a é a personificação de toda depravação e delírio, tudo o que nos faz sofrer na vida.
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segunda-feira, janeiro 22, 2018

A segunda flecha

Muitas vezes sofremos muito por dificuldades que atravessamos.na vida. Várias vezes são grandes dificudades como a perda de alguém querido, mas muitas vezes sofremos demais por coisas bem menores que essa. A nossa própria mente amplifica muitos desses sofrimentos menores e em alguns casos eles se tornam quase insuportáveis. Como lidar com isso?

Thich Nhat Hanh no texto selecionado (clique aqui) mostra que há um ensinamento budista, conhecido como “a Flecha”. Se uma flecha te atinge, você sentirá dor naquela parte do seu corpo; mas se uma segunda flecha te atingir exatamente o mesmo ponto, a dor será pelo menos dez vezes maior. As coisas indesejadas que às vezes acontecem na vida - ser rejeitado, perder um objeto valioso, falhar em um teste ou se machucar em um acidente - são análogas à primeira seta. Elas causam alguma dor. A segunda flecha, disparada por nós mesmos, é nossa reação, nossa história e nossa ansiedade. Todas essas coisas ampliam o sofrimento.
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segunda-feira, dezembro 11, 2017

Digo olá ao meu sofrimento

O primeiro passo na arte de transformar o sofrimento é voltar para o nosso sofrimento e reconhecê-lo. Para a maioria de nós, sempre há um discurso mental dia e noite em nossas cabeças. Nós revivemos o passado, nos preocupamos com o futuro. Não paramos para respirar, mesmo para notar que estamos sofrendo - até que de repente, aparentemente do nada, o sofrimento nos esmaga. Nossos pensamentos, percepções e preocupações tomam todo o espaço dentro de nós e nos impedem de estar em contato com o que acontece a cada momento.

Thich Nhat Hanh no texto selecionado (clique aqui) ensina que quando você volta para si mesmo e respira com atenção, a sua mente tem apenas um objeto, sua respiração. Se você continuar a respirar com atenção, você mantém esse estado de presença e liberdade. Sua mente será mais clara.
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terça-feira, dezembro 05, 2017

Perdão e Tentação

Uma das práticas mais libertadoras presente em todas as tradições é o perdão. O perdão nos deixa leves, deixa o passado ir e olhando em profundidade é também uma prática de desapego. É o deixar ir da nossa raiva, ressentimento, ódio. O perdão acaba beneficiando mais quem perdoa do que quem é perdoado.

Thich Nhat Hanh no texto selecionado (clique aqui) comenta os dois últimos versos da oração do Pai Nosso, uma das orações principais do cristianismo. Esses dois versos falam sobre perdão e tentação. Thay olha esses dois versos a partir do ponto de vista de um mestre budista. É bastante enriquecedor, não deixe de ler.

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segunda-feira, novembro 27, 2017

Os cinco reinos da paz

O que significa ser sólido para você? É algo que muitos de nós desejam, não ser abalados pelas ondas de emoções, de dificuldades, e livres da ansiedade, do medo, da culpa.

Thich Nhat Hanh no texto (clique aqui) ensina que ser sólido significa ficar no momento presente. Temos a tendência a ser empurrados de volta ao passado. Lamentamos algo ou sentimos culpa e nos perdemos nisso. Não somos sólidos porque somos vítimas do passado.

Há também aqueles que estão presos nas preocupações, medos e incertezas sobre o futuro. Estas preocupações e medos não nos permitem estar no momento presente e tocar a vida.

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segunda-feira, novembro 20, 2017

Sem Objetivo

Sugerimos a leitura do texto em anexo (clique aqui) onde Thay comenta que no Ocidente, somos muito direcionados para os objetivos. Sabemos onde queremos ir e direcionamos nossas forças para chegar lá. Ele diz que isso pode ser útil, mas muitas vezes nos esquecemos de apreciar também o caminho.

Ele nos lembra que você não deve colocar um alvo à sua frente e sair correndo atrás dele, porque tudo já está aqui em você mesmo.

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terça-feira, novembro 14, 2017

Energias de hábito

Nessa semana sugerimos um texto (clique aqui) sobre a força que nossos hábitos têm sobre nós. Muitas vezes sentimo-nos impotentes. Nós nos sentimos muito fracos de forma que não podemos lidar com a força do hábito que é muito forte e nos impele a fazer coisas que não queremos.

Nós sabemos o quão forte, quão poderosa é a energia de hábito. Notamos que há momentos em que não somos nós mesmos, não podemos ser nós mesmos. Somos levados pela nossa energia de hábito. Não queríamos dizer o que dissemos, sabíamos que fazendo isso iríamos criar danos em nosso relacionamento com a outra pessoa. Mas, finalmente, dissemos. Nós sabíamos que não deveríamos fazê-lo. Sabíamos que se fôssemos em frente criaríamos danos em nosso relacionamento. Mas, finalmente, fizemos. Dissemos que era mais forte do que nós. O que era mais forte? A energia de hábito.

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segunda-feira, novembro 06, 2017

Morando feliz no momento presente

A plena atenção é muito importante na prática budista. Ela é uma das práticas no Nobre Caminho Óctuplo ensinado pelo Buda. Plena atenção nos ajuda a reconhecer – mais e mais claramente ao praticar – quais coisas realmente precisamos e queremos na nossa vida.

Thich Nhat Hanh ensina no texto (clique aqui) que esta energia traz nossa mente de volta ao nosso corpo para que estejamos realmente aqui no momento presente e em contato com as maravilhas da vida que existem dentro de nós e ao nosso redor. Nossa felicidade ou falta de felicidade depende em maior parte do estado de nossa mente, não de algo externo. É nossa própria atitude, a maneira como olhamos para as coisas, nossa abordagem com relação a vida que determina se somos felizes ou não.

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segunda-feira, outubro 30, 2017

Não se deixe dominar pelo desespero

Nesses dias onde muitas vezes olhamos ao redor e só vemos violência, injustiças, famílias e amigos divididos por pontos de vista, muitas vezes parece que não há saída e é fácil ficar desanimado e abatido, como se tudo isso fosse durar para sempre. Nada dura para sempre.

No texto (clique aqui) Thich Nhat Hanh ensina que é possível, naturalmente, ficar preso na "lama" da vida. É fácil notar a lama sobre você às vezes. A coisa mais difícil de praticar é não se deixar dominar pelo desespero. Quando você está dominado pelo desespero, tudo o que pode ver é sofrimento em todos os lugares que olha. Você sente como se o pior estivesse acontecendo com você. Mas devemos lembrar que o sofrimento é uma espécie de lama que precisamos para gerar alegria e felicidade. Sem sofrimento, não há felicidade. Portanto, não devemos discriminar a lama. Temos que aprender a abraçar e ninar o nosso próprio sofrimento e o sofrimento do mundo, com muita ternura.

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segunda-feira, outubro 23, 2017

Acalmando a tempestade

Cada vez que sentimos uma forte onda de medo, raiva ou ciúme, podemos fazer algo para cuidar dessa energia negativa para ela não nos destruir. Não é preciso haver nenhum conflito entre um elemento e outro de nosso ser. Tem que haver apenas um esforço para cuidar e ser capaz de transformar. Precisamos ter uma atitude não violenta para com o nosso sofrimento.

No texto (clique aqui) Thich Nhat Hanh ensina que quando temos uma emoção forte como o medo ou desespero, pode ser esmagador. Mas com a prática, sabemos que podemos aprender a abraçar o nosso medo, porque sabemos que em cada um de nós existe a semente da atenção plena. Se praticarmos tocar essa semente a cada dia ao andar, sentar, respirar, sorrir ou comer, cultivaremos a energia da atenção plena.

E então, a qualquer hora que precisarmos dessa energia, será só tocar a semente de atenção plena, que logo a energia de plena consciência virá e poderemos usá-la para abraçar as nossas emoções. Se conseguirmos apenas uma vez fazer desta forma, teremos um pouco mais de paz e menos medo que a emoção forte da próxima vez venha à tona.

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segunda-feira, outubro 16, 2017

A arte de transformar o sofrimento

No texto (clique aqui) Thich Nhat Hanh ensina que todos queremos ser felizes e há muitos livros e professores no mundo que tentam ajudar as pessoas a serem mais felizes. No entanto, todos nós continuamos a sofrer.

Portanto, poderíamos pensar que estamos "fazendo algo errado". De alguma forma, estamos "falhando na felicidade". Isso não é verdade. Ser capaz de apreciar a felicidade não exige que tenhamos zero sofrimento. Na verdade, a arte da felicidade também é a arte de sofrer bem. Quando aprendemos a reconhecer, abraçar e compreender o nosso sofrimento, sofremos muito menos. Não só isso, mas também podemos ir mais longe e transformar nosso sofrimento em compreensão, compaixão e alegria para nós mesmos e para os outros.

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segunda-feira, setembro 25, 2017

Encontro com sua alma gêmea

Quando estamos em um mercado lotado e ruidoso, não podemos ouvir uma voz nos chamando. Mas quando o mercado fecha e a cacofonia cessa, se houver uma criança chorando, vamos ouvi-la. Do mesmo modo, precisamos cultivar essa quietude em nós mesmos ao longo do dia, de modo que, quando os gritos do fundo do nosso interior se levantarem, nós os ouviremos. Nós nos reconheceremos pela primeira vez.

No texto (clique aqui) desta semana a monja Dang Nghiem ensina que ao ter um encontro conosco, aprendemos a ser nossa própria alma gêmea para estarmos completamente presentes e nos ouvirmos profundamente. Desta forma vamos entender por que somos como somos, por que nos comportamos de certa forma. Somente quando pudermos fazer isso por nós próprios, seremos capazes de fazê-lo para outras pessoas.

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segunda-feira, setembro 18, 2017

Consumindo a Raiva

A raiva não é apenas um processo mental, porque os aspectos mentais e físicos estão interligados e não podem ser separados. Se conseguirmos superar a dualidade que vê a mente e o corpo como totalmente separados um do outro, chegaremos muito perto da verdade.

No texto (clique aqui) desta semana Thich Nhat Hanh ensina que a raiva, a frustração e o desespero que sentimos têm muita relação com o nosso corpo e com os alimentos que ingerimos. Precisamos, portanto, cuidar bem da nossa alimentação para nos protegermos contra a raiva e a violência. A maneira como cultivamos os alimentos, o tipo de comida que ingerimos e o modo como comemos podem trazer a paz e aliviar o sofrimento. Não podemos falar a respeito da raiva e de como lidar com ela sem prestar atenção a todas as coisas que consumimos.

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segunda-feira, setembro 11, 2017

Aprendendo o amor verdadeiro

Como podemos aprender o amor verdadeiro, para "saber, lembrar e dominar" a nós mesmos? Nós somos afortunados que o Buda nos deu quatro ensinamentos concretos sobre os componentes do amor verdadeiro, que chamou de “As Quatro Mentes Imensuráveis do Amor”, e que Thich Nhat Hanh, chama de "Os Elementos do Amor Verdadeiro."

Essa semana sugerimos um texto (clique aqui) da monja Dang Nghiem que ensina que o amor não pode ser baseado no apego nem na necessidade de ter alguém ao nosso lado. O amor, segundo o Buda, deve ser baseado na amizade, tem capacidade de curar, transforma e é alegre e inclusivo.

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segunda-feira, setembro 04, 2017

Carma

Você já deve ter ouvido muito a palavra carma. É uma palavra que acabou entrando na linguagem cotidiana como sinônimo de destino (em geral ruim). Sugerimos essa semana que você leia o texto (clique aqui) de Thich Nhat Hanh onde ele ensina o que é na verdade o conceito de carma.

Carma é uma palavra que traduzida literalmente significa ação, e ela pode ser expressa em termos de pensamento, fala ou ação corporal. Estamos produzindo carma (ações) o tempo todo e todo ele vai em direção ao futuro. Nós continuamos através de nossas ações, e no futuro colheremos o resultado delas.

É no aqui e agora que temos o poder de modelar nossa continuação. Nossa continuação não será algo no futuro. Nossa continuação acontece bem aqui e neste exato momento. Por isso você ainda tem a soberania de determinar seu futuro. Se tiver feito algo bom, você fica satisfeito. Você diz “eu posso continuar a produzir mais pensamento, mais fala, mais ação do mesmo tipo. Porque eu estou assegurando um bom futuro para mim e para meus filhos.” E se por acaso você tiver produzido algo negativo, você sabe que é capaz de produzir coisas de natureza oposta para corrigi-lo, para transformá-lo. Livre arbítrio é possível no aqui e agora.

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Thay no Vietnã


Plum Village, 29 de agosto de 2017

Com grande alegria, confirmamos que na manhã de 29 de agosto de 2017, às 12h35 (horário local), nosso querido Thay aterrissou com segurança no aeroporto de Da Nang, no Vietnã. É sua primeira visita ao país desde 2008.

Nas últimas semanas, Thay expressou forte desejo de visitar sua terra natal mais uma vez e a sangha está extremamente feliz por ter conseguido realizar seu desejo. A viagem incluirá uma visita ao “Templo Raiz” de Plum Village (Chua Tu Hieu, em Hue, onde Thay iniciou seu treinamento monástico, em 1942).

Gostaríamos de expressar nossa profunda gratidão à comunidade global pelo apoio contínuo e generoso – material e espiritual - ao nosso querido Professor. Sua ajuda gerou uma força imensa para que Thay se recuperasse e viajasse a seu país de origem.

Sabemos como é precioso termos nosso querido Thay entre nós, irradiando grande coragem, força e presença. Sabemos também que ele obtém sua energia da prática diária de cada um de seus alunos no mundo todo. Ele está presente conosco sempre que damos um passo em plena consciência, e proporciona paz e alegria a nós e ao mundo ao nosso redor.

Embora não haja planos para retiros ou eventos públicos durante a visita de Thay ao Vietnã – para ajudar a preservar sua saúde – encorajamos todos a se juntarem a nós, à medida que damos continuidade à sua visão de um despertar coletivo, participando dos eventos 2017 “Awakening Together, Healing the Ancestral Heart” US Tour (em Nova York, Califórnia, New Mexico, Tennessee e Mississippi), nosso 2017 UK Tour, ou visitando um dos centros de prática de mindfulness (mindfulness practice centers) espalhados pelo mundo.

“Walk With Me,” o documentário sobre Thich Nhat Hanh e Plum Village, com narração de Benedict Cumberbatch, estreou este mês com lotação esgotada nos cinemas dos Estados Unidos e já começou a ser exibido na Europa e Ásia. Esperamos que todos da comunidade mundial tenham a chance de desfrutar dessa jornada cinematográfica no mundo de mindfulness e compartilhar com amigos, ajudando a concretizar a visão de Thay: transformar cinemas em salas de meditação.

Durante sua segunda viagem de retorno ao Vietnã, em 2007, Thay disse: “Sou monge há 65 anos e o que descobri é que não há religião, filosofia, nem ideologia mais elevada que a irmandade, que a fraternidade. Thay nos lembra que, com solidariedade e verdadeira fraternidade, tudo é possível.

Com amor e confiança,

Os Monges e Monjas de Plum Village

segunda-feira, agosto 28, 2017

Aniversário da Sangha Viver Consciente

Amanhã a Sangha Viver Consciente do Rio de Janeiro comemora seus 11 anos de existência. Nesse tempo o grupo proporcionou para aqueles que frequentam ou frequentaram suas práticas, a possibilidade de perceber que a nossa vida interior pode ser diferente e melhor. A Sangha traz a soma das qualidades e dos insights de cada um dos seus membros e possibilita o compartilhamento desse alimento interior entre todos. Como todo ser vivo, a Sangha cresceu e amadureceu nesse tempo, passou por muitas dificuldades mas muitos e muitos momentos bons. Feliz continuação meus amigos!

A celebração

Todo mundo está respirando, mas nem todos estão conscientes de que estão respirando. Quando você respira conscientemente, percebe que você está vivo. Estar vivo é o maior de todos os milagres, e você pode se alegrar disso. Quando você respira, desta forma, sua respiração é uma celebração da vida.

No texto dessa semana (clique aqui), Thay explica que plena atenção é sempre plena consciência de alguma coisa. Quando estamos atentos, estamos prestando atenção, mas em que estamos prestando atenção? Plena atenção tem sempre um objeto. Quando nos sentamos, podemos nos tornar conscientes de nossa inspiração e expiração. Siga a respiração a partir do início de cada inspiração, todo o caminho, até o final de cada expiração. Esta é a atenção plena na respiração.

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segunda-feira, agosto 21, 2017

Ame seu inimigo

Você talvez deva ter ouvido o ensinamento de Jesus: "amem seus inimigos, abençoem aqueles que os amaldiçoam, façam o bem àqueles que os odeiam e orem por aqueles que rancorosamente os usam e os perseguem. Assim vocês se tornarão filhos do Pai que está no céu: porque ele faz o sol nascer sobre os maus e os bons, e a chuva cair sobre os justos e os injustos."

Um ensinamento muito lindo e profundo que não basta ser entendido, tem que ser praticado. Nessta semana quando tantas pessoas sofreram em vários países do mundo as consequências do ódio contra o "inimigo", sugerimos que você leia um texto, (clique aqui) onde Thich Nhat Hanh faz comentários sobre esse ensinamento.

Thay nos ensina que se você examinar profundamente sua raiva, perceberá que o indivíduo que você chama de inimigo também está sofrendo. Tão logo você compreende esse fato, a capacidade de aceitar e ter compaixão por essa pessoa passa a estar presente. Jesus chamou essa atitude de "amar seu inimigo". Quando você é capaz de amar seu inimigo, ele deixa de ser seu inimigo. A idéia de "inimigo" desaparece e é substituída pela noção de alguém que está sofrendo e precisa de compaixão.

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terça-feira, agosto 08, 2017

A melhor maneira de viver sozinho

Nesta semana sugerimos a leitura de um texto (clique aqui) extraído de um livro do Thay sobre a vida do Buda.

No texto podemos ler o sutra do Buda sobre a melhor maneira de viver sozinho. Ele diz que a melhor maneira é habitar na plena consciência. Estar consciente do que está acontecendo no momento presente, o que está acontecendo no seu corpo, sentimentos, mente e objetos da mente. Saber como olhar em profundidade para as coisas no momento presente. Não perseguir o passado nem se perder no futuro, porque o passado não mais existe e o futuro ainda não chegou. A vida só pode acontecer no momento presente. Se perdermos o momento presente, perderemos a vida.

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terça-feira, julho 11, 2017

Desapego a visões

O quanto você está apegado a sua visão de mundo? Na sua visão quais as condições necessárias para sua felicidade? Um bom salário, uma boa casa, um parceiro que te ame? Como você mede o seu sucesso na vida? O quanto você está aberto a novas maneiras de pensar que desafiem suas crenças mais profundas?

Thich Nhat Hanh no texto selecionado(clique aqui) afirma que todas as visões são visões erradas. As visões não nos deixam ter acesso direto à realidade. Às vezes na sua vida você toma algo como verdade, e fica preso nisso, e por isso você para. Não há como avançar no seu caminho espiritual e continuar a procurar a verdade. Mesmo se a verdade vier e bater na sua porta você se recusará em abrir a porta.

Thay nos mostra que para nossa constante evolução espiritual temos que nos desapegar de nossas visões. Sempre é possível avançar e para isso é preciso abandonar a visão anterior que considerávamos a verdade absoluta.

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segunda-feira, junho 26, 2017

A grande compaixão

Nesse texto (clique aqui) extraído do diário de Thich Nhat Hanh na véspera de seu exílio do Vietnã, ele compartilha vários pensamentos que lhe ocorriam sobre a compaixão. Nesse texto ele se revela não só como mestre mas como um ser humano que sofria muito naquele momento mas que tinha ferramentas que a prática lhe dava para lidar com aquilo.

Thay termina o texto assim: "Se algum dia você receber a notícia de que eu morri por causa de atos cruéis de alguém, saiba que eu morri com o meu coração em paz. Saiba que em meus últimos momentos eu não sucumbi à raiva. Nunca devemos odiar um outro ser. Se você puder dar origem a essa consciência, será capaz de sorrir. Lembrando-se de mim, você vai continuar em seu caminho. Você terá um refúgio que ninguém poderá te tirar. Ninguém será capaz de perturbar a sua fé, porque ela não dependerá de qualquer coisa no mundo fenomenal. Fé e amor são um e podem apenas surgir quando você penetrar profundamente a natureza vazia do mundo fenomenal, quando puder ver que você está em tudo e tudo está em você."

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