domingo, junho 20, 2021

Tomando conta da raiva

Cuidar da energia da raiva quando ela surge é uma prática em si. Podemos ter ficado com raiva no passado. Precisamos reconhecê-la e cuidar dela desde o momento em que surge. No início, podemos não a reconhecer. Como podemos reconhecer a raiva antes que ela surja?

O texto dessa semana (clique aqui) publicado na revista Mindfulness Bell (assine aqui) a monja Chan Dieu Nghiem ensina que primeiro temos que saber que temos uma semente de raiva.que pode não se manifestar com muita frequência ou apenas de maneira muito suave. Mas temos essa semente e, quando as causas e condições forem suficientes, ela surgirá. Temos essas sementes em nossa consciência armazenadora e uma de nossas práticas é evitar regar a semente da raiva em nós.

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domingo, junho 13, 2021

Parar - a mensagem dos sinos

Será que é possível para você parar? Parar fisicamente, parar mentalmente? Vivemos em um mundo acelerado que nos empurra para corrermos o tempo todo atrás do futuro, sendo empurrados por pressões de todo tipo.

No texto dessa semana (clique aqui) Mary Patterson, uma canadense que passou 40 dias em Plum Village, relata suas reflexões sobre a prática de parar. São reflexões sobre nossa vida cotidiana tão acelerada e o contraste com a vida em Plum Village onde cada sino convida a todos a parar e respirar.

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quinta-feira, junho 10, 2021

Sanghas de Plum Village no Brasil

Se você quer aprofundar sua prática e encontrar pessoas que praticam segundo a tradição de Plum Village, tem a sua disposição inúmeras sanghas no Brasil. A maioria delas oferece reuniões virtuais o que elimina as barreiras geográficas. Basta escolher o dia e horário mais conveniente para você.

domingo, junho 06, 2021

A arte de deixar ir

Thay ensina que deixar ir nos dá liberdade e a liberdade é a única condição para a felicidade. Deixar ir é um ato libertador, você dá algo. Não é realmente que você perde algo, mas está criando algo. Você está oferecendo algo e está se expressando, está se libertando.

No texto sugerido (clique aqui) o monge Thay Ngo Không mostra que os acumuladores de coisas compulsivos, os que se prendem a relacionamentos que causam sofrimentos, aqueles que se prendem a seus sentimentos (medo, raiva...) e aqueles que se apegam à sua visão de mundo, suas ideias, todos eles pela incapacidade de deixar ir, não podem ser livres e por isso não podem ser verdadeiramente felizes.

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