quinta-feira, agosto 03, 2006

As quatro nobres verdades

Nesta semana sugerimos a leitura do texto (clique aqui) onde o Thay fala sobre as Quatro Nobres Verdades, que é o conteúdo do primeiro discurso do Buda após sua iluminação.

É um texto inicial de budismo que é interessante tanto para os que estão começando a estudar como para os mais experientes.

Texto fundamental!

Para obter o texto clique aqui.
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3 comentários:

heide disse...

No fundo do amargo tem uma gota doce...

Queridos,

Sinto-me montando um castelo de fósforo quando penso na prática do caminho óctuplo.

Consegue-se a fala correta sem a ação correta? Pois é, coloco um caixinha, mas tenho que estar atenta a outra. Sem a atenção plena não há concentração e tudo mais.

Faz um ano que venho montando e desabando meu castelo. Entretanto, a cada dia, noto que alcanço mais.
A cada dia uma nova tentativa. Inspiro, expiro e continuo.

Cada vez mais, encontro a gota doce do sofrimento.

Obrigado pela companhia neste exercício.

Abraço todos com carinho e respeito.
Ofereço um incenso.
-^- Shanti

Leo disse...

"Acolha o sofrimento e deixe que ele te mostre o caminho da paz." Sinto que a maior dificuldade é não afundar no sofrimento. Acolher o sofrimento e não ficar querendo expulsa-lo da minha vida é o ddesafio, mas me parece sábio. Ao aceitar o que acontece, bom ou mau, nem sempre fácil me parece o caminho para lidar com a situação com leveza e conseguir ver realmente o céu azul e o por do sol.

Quando o sofrimento domina, as vezes fico cego para as alegrias que estãoa volta. As vezes que consegui acolher a dor, e as dificuldades, foram momento s subliemes onde a dor parou de doer. É fantástico mas em alguns momentos consegui. É um desafio da prática.

Roberto disse...

Novamente Thay fala sobre o sofrimento. E novamente fico encantado com a idéia de que não devemos nos deixar aprisionar pelo sofrimento. Ao contrário, ao tomar-mos consciência da realidade so sofrimento, também tomamos consciência de que ele não é a única realidade.
Me chamou a atenção também o que é dito no texto sobre a forma de recebermos novas idéias. Sempre com o coração aberto, como a terra que absorve a chuva que a irriga. Receber cada novidade como se fosse uma dádiva.
Roberto.