segunda-feira, julho 09, 2018

Perguntas sobre apego e escuta compassiva

Nessa semana trazemos um texto onde Thich Nhat Hanh responde perguntas diretas de praticantes. Isso é muito comum nos finais de retiros conduzidos pelo mestre.

No texto dessa semana (clique aqui) Thich Nhat Hanh responde perguntas sobre o apego a coisas e idéias e como isso pode nos impedir de ser feliz. Há perguntas também sobre a escuta compassiva e a fala amorosa. Há limites para essas práticas? Em casos difíceis como continuar praticando?

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segunda-feira, junho 25, 2018

A Prática da Felicidade

Se não fôssemos capazes de transformar a dor que existe dentro de nós, a felicidade seria impossível. Muitas pessoas procuram a felicidade fora de si mesmas, mas a verdadeira felicidade precisa vir de dentro de nós. Nossa cultura tem muitas receitas de felicidade, e afirma que a atingimos quando possuímos uma grande quantidade de dinheiro, muito poder e uma elevada posição na sociedade. Mas, se você observar com cuidado, verá que numerosas pessoas ricas e famosas não são felizes.

No texto (clique aqui) desta semana Thich Nhat Hanh ensina que de acordo com os ensinamentos do Buda, a condição básica para a felicidade é a liberdade. Não estamos nos referindo aqui à liberdade política, e sim à liberdade que conquistamos quando nos libertamos da raiva, do desespero, do ciúme e das ilusões. Buda os descreve como venenos. Enquanto eles estão no nosso coração, é impossível ser feliz.

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segunda-feira, junho 11, 2018

Ação: Por que salvar um grupo de formigas é bom

O texto (clique aqui) que sugerimos essa semana é de Mary Patterson, que escreveu um livro ("The Monks and Me") contando sua experiência em um retiro de 40 dias em Plum Village, o monastério onde Thich Nhat Hanh mora no sudoeste da França. O texto aborda o ensinamento de karma e as frequentes confusões de entendimento sobre essa palavra.

No ocidente karma é comumente confundido com destino, algo imutável e que devemos nos conformar. Mary nos esclarece a partir de sua experiência que karma nada mais é que ação, e o resultado dela no futuro. Nossas ações impactam o nosso futuro com certeza, trazendo consequências materiais e psicológicas, mas futuras ações, mudanças de atitude, têm o mesmo poder e podem anular esses efeitos.

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segunda-feira, junho 04, 2018

Andar com os pés do Buda

É possível andar com os pés de Buda. Nossos pés, fortalecidos pela energia da consciência plena, se tornam os pés de Buda. Você não pode dizer “eu não consigo andar com os pés de Buda, eu não os tenho.” Isto não é verdade. Os seus pés são os pés de Buda, e é você quem decide se quer realmente usá-los.

No texto dessa semana (clique aqui) Thich Nhat Hanh ensina que se você levar a energia da atenção plena para seus pés, os seus pés se tornam os pés de Buda e você anda por ele. E isto não requer algum tipo de fé cega. Isto é tão claro. Se você está habitado pela energia da consciência plena, você está agindo como um Buda, você está falando como um Buda, você está pensando como um Buda. Isto é a budeidade em você. Isto é algo que você pode experimentar; não é uma teoria.

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segunda-feira, maio 28, 2018

As três fontes de poder

Você sabe como conciliar a ambição pelo saber, pelo sucesso, por uma posição social, esse desejo de ter sucesso, com a prática da plena consciência? Nessa semana o texto (clique aqui) responde a essa questão. O que o Buda pensa sobre poder e autoridade?

Na tradição budista, falamos de três tipos de poder, três tipos de virtude. Quando você tem estes tipos de poder, sente-se forte, feliz, livre. O primeiro tipo de poder é o de “podar”. O segundo tipo de poder ensinado no budismo é o poder do entendimento. Isto é insight. A terceira fonte de poder é o amor, que significa gentileza. Uma vez que você tenha estes três tipos de poder, não há perigo algum se você tiver alguma riqueza e alguma fama. Se você tiver esses poderes, então sua riqueza e sua fama irão tornar-se úteis para você. De outra maneira, são muito perigosas.

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segunda-feira, maio 14, 2018

Parar

Sugerimos a leitura do texto (clique aqui) onde Thay fala sobre os aspectos da meditação budista: shamatha (cessação) e vipashyana (olhar em profundidade). Ele também mostra as três funções da shamatha: fazer parar, acalmar e repousar.

É um texto básico de budismo onde Thay detalha o aspecto de cessação na meditação e aponta muitas de nossas dificuldades com a prática.

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segunda-feira, maio 07, 2018

Tomando conta de nossos relacionamentos

Você consegue ser feliz sabendo que a pessoa que você ama não está feliz? Você consegue fazer alguém feliz se não estiver feliz? Depois de cuidar de nós mesmos, nos sentiremos muito melhor. Então podemos dar o segundo passo e ir para nosso parceiro, amigo ou colega de trabalho para tomar conta dele. Temos que tomar conta de nós mesmos antes que possamos amar e tomar conta de alguém.

No texto sugerido (clique aqui) desta semana Thich Nhat Hanh ensina que para cuidar dos nossos amados precisamos ouvir profundamente e de forma compassiva. Fazendo isso podemos aliviar o seu sofrimento. Thay também explica a prática do Começar de Novo que pode ser aplicada sempre que precisarmos restaurar algum relacionamento.

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segunda-feira, abril 23, 2018

Tomar conta de nós mesmos

O budismo é fortemente baseado na prática. O Buda não estava interessado em especulações filosóficas e sim em maneiras concretas pelas quais ele pudesse se libertar do sofrimento: angústia, medo, raiva, ansiedade, etc. O Buda nossa mostrou que dependemos de nós mesmos para atingirmos esse objetivo e que precisamos nos cuidar, assumir nossa responsabilidade pela nossa felicidade se desejamos nos libertar.

No texto (clique aqui) desta semana Thich Nhat Hanh ensina que temos que aprender como tomar conta de nós mesmos ao longo do dia enquanto caminhamos, sentamos, comemos ou escovamos nossos dentes. Nosso lar é composto pelo nosso corpo, sentimentos, emoções, percepções e consciência. O território de nosso lar é largo e somos o monarca responsável por ele. Deveríamos saber como retornar ao lar e tomar conta do nosso corpo e mente. Plena atenção pode ajudar. O texto tem algumas práticas bem concretas que podem nos ajudar no caminho.

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segunda-feira, abril 09, 2018

Por que orar?

Você acha que orar funciona? Como o budismo vê a oração? Às vezes, a oração é bem-sucedida e, por vezes, não é e porque isso acontece?

No texto (clique aqui) dessa semana Thich Nhat Hanh nos diz que nós não sabemos por que a oração é eficaz em alguns momentos e não outros. Mas no budismo, aprendemos que tudo é impermanente, o que significa que tudo pode mudar. Portanto, quando nos sentamos para a prática de unificação do nosso corpo e nossa mente, e trazemos a nossa energia de amor, essa nova energia, é capaz de abrir uma nova etapa na nossa vida. Thay então pergunta: Por que não orar?

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segunda-feira, março 26, 2018

De onde viemos

Nosso grande medo é que quando morrermos nos tornaremos nada. Muitos de nós acreditam que nossa existência inteira é apenas o nosso tempo de vida, começando no momento que nascemos ou fomos concebidos e termina no momento que morremos. Acreditamos que nascemos do nada e que quando morremos nos tornaremos nada. E, portanto, estamos cheios do medo da aniquilação.

O texto dessa semana (clique aqui) diz que quando você perde um ente querido, você sofre. Mas se souber como olhar em profundidade, tem a chance de perceber que a natureza dele é a do não nascimento e não morte. Há manifestação e há a cessação da manifestação. Você tem que ser muito perspicaz e muito alerta para reconhecer as novas manifestações de uma pessoa. Mas com a prática e com esforço você pode fazer.

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segunda-feira, março 19, 2018

Começar Novamente

Nessa semana sugerimos que você estude um texto (Clique aqui) onde Thich Nhat Hanh explica a prática de Começar Novamente.

"Começar Novamente" é transformar coração e mente, transformar a ignorância que leva a ações erradas de corpo, fala e mente, e assim lhe ajudar a cultivar a mente amorosa. Sua vergonha e culpa serão superadas, e você irá dar início a uma experiência de celebração por estar vivo..

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segunda-feira, março 12, 2018

As seis perfeições (parte 3)

Nessa semana vamos concluir a leitura das seis perfeições ou paramitas (para ler o texto clique aqui). Paramita é uma palavra que pode ser traduzida como "perfeição" ou "realização perfeita".

Nesse texto vamos estudar as últimas três perfeições, a Virya pammita (esforço), Dhyana paramita (a meditação) e Prajna paramita (a sabedoria, compreensão).

Quando você está preso à tristeza, ao sofrimento, à depressão, à raiva ou ao medo, não fique na margem do rio em que existe o sofrimento. Passe para a outra margem, onde há liberdade e não existem medo nem raiva. Pratique as paramitas, e acabará passando para a margem da liberdade e do bem-estar. Não é necessário praticar por cinco, dez ou vinte anos para conseguir atravessar para a outra margem. Você pode fazer agora.

Para saber mais sobre essas três práticas leia o texto clicando aqui. Se você quiser ler a nossa newsletter semanal (clique aqui) ou nos mande um e-mail para contato@viverconsciente.com para passar a recebê-la diretamente.

segunda-feira, março 05, 2018

As seis paramitas (parte 2)

Nessa semana sugerimos que você continue o estudo das seis perfeições ou paramitas (para ler o texto clique aqui). Paramita é uma palavra que pode ser traduzida como "perfeição" ou "realização perfeita".

Nesse texto vamos estudar mais uma perfeição, a kshanti paramita (tolerância). Thay nos ensina: "Quando praticamos a tolerância, não precisamos sofrer nem nos resignarmos, mesmo quando precisamos aceitar o sofrimento ou a injustiça, quando alguém diz ou faz algo que nos deixa com raiva, ou quando talvez algum tipo de injustiça é cometido contra nós. Mas se o coração for grande o bastante, não sofreremos."

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segunda-feira, fevereiro 26, 2018

As seis paramitas (parte 1)

Nessa semana sugerimos que você inicie o estudo das seis perfeições ou paramitas (para ler o texto clique aqui). Paramita é uma palavra que pode ser traduzida como "perfeição" ou "realização perfeita".

As perfeições devem ser praticadas em nossa vida diária. Estamos atualmente na margem do sofrimento, da raiva e da depressão, e queremos atravessar para a margem do bem-estar. Para atravessar, é preciso fazer alguma coisa, e é a isso que chamamos de perfeição. Devemos praticar as "perfeições" todos os dias.

Nesse texto inicial vamos estudar a dana paramita (Doação, generosidade, oferta) e shila paramita (os preceitos ou treinamentos da atenção plena). O Buda disse: "Não fique esperando que a outra margem venha até você. Se quiser atravessar para chegar à margem da segurança, do bem-estar, da coragem e da ausência de raiva, terá que nadar ou remar. Você precisa fazer um esforço."

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segunda-feira, fevereiro 19, 2018

Soltar, deixar ir

Thich Nhat Hanh no texto selecionado (clique aqui) ensina que o primeiro método para se criar alegria e felicidade é abandonar, deixar para trás. Existe uma espécie de alegria que vem de deixar ir. Muitos de nós somos apegados a tantas coisas. Acreditamos que essas coisas são necessárias para nossa sobrevivência, nossa segurança e nossa felicidade. Mas muitas dessas coisas - ou mais precisamente, nossas crenças sobre sua total necessidade - são realmente obstáculos para a nossa alegria e felicidade..

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segunda-feira, fevereiro 05, 2018

A grama mais verde

Toda vida tem suas provações e tribulações. Podemos navegá-los mais habilidosamente quando não desperdiçamos tempo e energia nos disparando uma segunda flecha contra nós mesmos – tal como se concentrar em o quanto a grama no jardim do nosso vizinho parece mais verde em comparação com a nossa.

Thich Nhat Hanh no texto selecionado (clique aqui) ilustra esse ensinamento através de uma divertida história de um encontro entre Mara e Buda. Mara na mitologia budista é a é a personificação de toda depravação e delírio, tudo o que nos faz sofrer na vida.
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segunda-feira, janeiro 22, 2018

A segunda flecha

Muitas vezes sofremos muito por dificuldades que atravessamos.na vida. Várias vezes são grandes dificudades como a perda de alguém querido, mas muitas vezes sofremos demais por coisas bem menores que essa. A nossa própria mente amplifica muitos desses sofrimentos menores e em alguns casos eles se tornam quase insuportáveis. Como lidar com isso?

Thich Nhat Hanh no texto selecionado (clique aqui) mostra que há um ensinamento budista, conhecido como “a Flecha”. Se uma flecha te atinge, você sentirá dor naquela parte do seu corpo; mas se uma segunda flecha te atingir exatamente o mesmo ponto, a dor será pelo menos dez vezes maior. As coisas indesejadas que às vezes acontecem na vida - ser rejeitado, perder um objeto valioso, falhar em um teste ou se machucar em um acidente - são análogas à primeira seta. Elas causam alguma dor. A segunda flecha, disparada por nós mesmos, é nossa reação, nossa história e nossa ansiedade. Todas essas coisas ampliam o sofrimento.
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