quarta-feira, janeiro 24, 2007

Como praticar

Sugerimos essa semana a leitura um texto (clique aqui) transcrito de um vídeo de uma palestra que o Thay fez na Biblioteca do Congresso Americano em 2003 para deputados e senadores. Thich Nhat Hanh fala das práticas básicas da respiração consciente e andar consciente de forma a tornar a vida possível no aqui e agora.

É um texto que resume a prática como ensinada por ele, onde ele oferece algumas sugestões de como você pode ter mais tempo para você mesmo, de como pode estar presente para liberar as tensões no seu corpo, nos seus sentimentos, nas suas emoções.

Ele ensina como ser capaz de tocar as maravilhas da vida dentro e em torno de nós para desfrutarmos melhor nossa vida diária, para nos relacionarmos melhor com os membros de nossa família, e para ajudá-los a fazer o mesmo. Vale a pena ler para ter uma visão geral de todos os seus ensinamentos

Na 3a feira às 19:30hs, a Sangha Viver Consciente assistirá ao vídeo e depois haverá uma discussão de Dharma sobre o conteúdo da palestra.

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3 comentários:

heide disse...

Quão maravilhoso é participar de uma sangha...
Ontem após ser desqualificada por uma colega de trabalho, senti vontade de revidar e comecei a quebrar meus votos, praticando uma fala inconsequente.
Entre uma respiração e outra, caminhando para casa, percebi que não estava praticando o que já sabia.
Hoje, cheguei ao trabalho com o firme propósito de pratcar uma escuta amorosa e, refletir sobre as minhas próprias ações que ecoaram no discurso dela.
Ao abrir o e-mail lá esta o texto como praticar.
Obrigado, obrigado, obrigado.
-^- (mãos em prece) shanti a todos.

Anônimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Leo disse...

Separar os pensamentos produtivos dos improdutivos me parece fundamental. Ele sempre fala (assim como Fernando Pessoa) Penso logo NÃO existo, se referindo a como ficamos perdidos dentro de nós mesmo nos alimentando (mal) com nossas próprias ilusões que chamamos pensamentos.

Não é fácil. Volta e meia me pego divagando, imaginando fantasmas ou criando fantasias sobre um futuro perfeito possível. Com a prática isso tem diminuído e tenho percebido a felicidade de saborear o momento presente.