quinta-feira, setembro 21, 2006

Os Quatro Pensamentos Imensuráveis

Nessa semana sugerimos que você leia a 1a parte de um texto (clique aqui) onde o Thay descreve os quatro pensamentos imensuráveis: amor, compaixão, alegria e equanimidade.

Nesse primeiro texto vamos explorar o verdadeiro amor, definido como a intenção e capacidade de proporcionar alegria e felicidade e a compaixão, que é a intenção e a capacidade de soltar e transformar o sofrimento, aliviando a tristeza.

Não deixe de ler, o texto é leve e fundamental!

Para ler as notícias da semana clique aqui.

Para obter o texto clique aqui.

3 comentários:

heide disse...

..."Mas preserve suas raízes cristãs, judaicas ou muçulmanas. Esta é a melhor maneira de entrar em sintonia com o espírito de Buda. Se você cortar suas raízes, não conseguirá ser feliz."

Leio o texto e penso na grande confusa gerada pelo Papa com seus comentários com relação a Maomé. Tudo poderia ter sido evitado se compreendessemos que nossas raizes nos ajudam a chegar a iluminação.

Gostaria de agregar mais um comentário, desta vez sobre a escuta com atenção plena.

Atribulada e aflita com questões pessoais procurei um irmão desta sangha por e-mail e sua escuta compassiva, amorosa me fez refletir e reencontrar a tranqulidade. Esta é verdadeira função de uma sangha - um refúgio. Não importa se virtual.

Me sinto amparada ao lado de vcs.

Shanti

Leo disse...

"Ele consegue sorrir para o sofrimento porque sabe lidar com ele e transformá-lo. Precisamos ter consciência do sofrimento que existe no mundo, mas sem perder nossa clareza, nossa calma e nossa força, para que possamos ajudar a transformar as situações."

Essa citação do texto para mim é o resumo da prática. Transformar nosso sofrimento mas não ficarmos presos no pequeno circulo da individualidade. ganhar forças para ajudar os demais que sofrem. Quanto mais praticamos, mais forte ficamos e mais podemos ajudar os demais.

Anônimo disse...

Pra mim o mais forte desse ensinamento é a questão do amor: para amar é preciso compreender, inclusive compreender as diferenças.
Pra mim, às vezes, é o mais difícil: compreender e respeitar verdadeiramente as diferenças.
Gostei muito do que o Thay fala sobre a fruta com cheiro forte.
Às vezes me pego tentando oferecer alguma coisa desse tipo à alguém que amo. Mas, como o Thay diz: isso é amor sem compreensão.
Para amar, para proporcionar felicidade ao outro, é preciso não somente ter amor dentro de si, mas também cultivar a compreensão acerca das diferenças: o que o outro precisa e deseja é diferente daquilo que eu preciso e desejo. Esse é um trabalho que eu preciso fazer incansavelemnte nas minhas relações familiares e na relação amorosa: reconhecer necessidades e formas de ser diferentes de forma verdadiramente desapegada.
Compreender a diferença significa tirar a própria concepção sobre todas as coisas do centro da pecepção sobre o mundo e sobre o outro.
Acho isso um exercício ainda muito, muito difícil pra mim, mas continuo treinando, mesmo que muitas vezes eu falhe...
Abraço carinhoso em todos.
Liana.