Sugerimos que você aprenda maneiras novas de praticar o terceiro treinamento para a mente alerta (clique aqui) que trata do verdadeiro amor, que é composto por a bondade amorosa, a compaixão, a alegria e a inclusão. Thay ensina que o sentimento de solidão é universal em nossa sociedade. Não existe comunicação entre nós e as outras pessoas, mesmo em família, e o nosso sentimento de solidão nos impele a ter relações sexuais. Acreditamos ingenuamente que ter uma relação sexual vai nos fazer sentir menos sozinhos, mas isto não é verdade. Quando não há comunicação suficiente com a outra pessoa em termos de coração e espírito, uma relação sexual só vai aumentar a distância e destruir ambos. A crença de que ter uma relação sexual vai ajudar a nos sentir menos sozinhos é uma espécie de superstição. Não nos devemos deixar enganar por ela. Na verdade, nos sentiremos mais solitários depois.
"Responsabilidade" é a palavra-chave no terceiro treinamento para a mente alerta. Responsabilidade pela consequência de nossos atos, responsabilidade pelo sofrimento do outro, responsabilidade pelas famílias e pelas crianças. Ao praticarmos a plena atenção podemos trocar a satisfação efêmera e de curto-prazo por algo mais sólido e duradouro. Ao ver na sociedade quanto sofrimento é causado por pessoas que não conseguem controlar sua energia sexual podemos trabalhar nossa atenção para não sermos nós a causar esse sofrimento.
Se você quiser ler a nossa newsletter semanal (clique aqui) ou nos mande um e-mail para contato@viverconsciente.com para passar a recebê-la diretamente.
Sangha Virtual para discussão de textos ligados ao mestre Zen Vietnamita Thich Nhat Hanh. Participe com seus comentários, vivências e impressões sobre os textos selecionados.
Nessa semana te convidamos a refletir e buscar novas formas de praticar o Segundo Treinamento de Plena Consciência. Os Cinco Treinamentos de Plena Atenção são a maneira mais concreta de praticar a plena atenção. Eles são frutos da nossa prática de plena atenção, não algo imposto a nós por alguém. Os Cinco Treinamentos de Plena Atenção nos ajudam a mudar, a nos transformar.
Há dois mil e quinhentos anos, o Buda ofereceu certas diretrizes a seus alunos leigos para ajudá-los a viver uma vida de paz, plenitude e felicidade. Eram os Cinco Treinamentos para a Mente Alerta, e na base de cada um desses treinamentos está a plena atenção. Com a plena atenção estamos cientes do que está acontecendo com nossos corpos, nossos sentimentos, nossas mentes e com o mundo, e evitamos ferir a nós mesmos e os outros. A plena atenção nos protege, protege a nossa família e a nossa sociedade e garante um presente seguro e feliz e um futuro também seguro e feliz.
Nessa semana sugerimos um texto (
No texto sugerido desta semana (
A meditação é a prática básica do budismo. Mas porque meditar? Thich Nhat Hanh responde no texto: (
Não-desejo significa a natureza da realidade. Como temos percepções erradas, a realidade não pode se revelar para nós. Nesse semana sugerimos o texto (
No momento em que você sente raiva, você tem a tendência de acreditar que seu sentimento foi criado por outra pessoa. Mas, ao fazer um exame profundo, você talvez perceba que a semente da raiva que existe em você é a principal causa do seu sofrimento. Muitas outras pessoas, quando confrontadas com a mesma situação, não ficariam com a raiva com que você fica. Elas ouvem as mesmas palavras, presenciam a mesma situação, mas são capazes de permanecer mais calmas, sem se deixarem afetar tanto pelas circunstâncias. Por que você se enraivece com tanta facilidade?
O texto de hoje continua a reflexão do texto da semana passada sobre a Atenção Plena. Nesse texto (
Essa semana sugerimos um texto (
Você tem um lar? Você pode ser negro, amarelo, mulato ou branco; você pode vir de qualquer raça ou herança cultural. Pode voltar a cada noite para uma casa ou apartamento. Mas você tem um lar? Tem um lar verdadeiro onde se sinta confortável, em paz e livre?
Quem nunca sentiu medo? A maioria de nós experimenta uma vida cheia de momentos maravilhosos e momentos difíceis. Mas para muitos de nós, mesmo quando estamos mais alegres, há medo por trás de nossa alegria. Medo da perda, do fim, medo do futuro, medo da doença e da morte. Pensamos que, para sermos mais felizes, devemos afastar ou ignorar o nosso medo. Não nos sentimos à vontade quando pensamos nas coisas que nos assustam, então negamos nosso medo.
Essa semana trazemos um texto de Phap Hai, monge sênior da tradição de Plum Village, que nos ensina que é natural quer resolver nossas dificuldades, mas se formos realmente honestos conosco mesmos, temos que admitir que continuamos a procurar nos lugares errados. Sempre procuramos a coisa que achamos que vai nos curar. Achamos que precisamos de mais uma condição, só mais uma coisa. 
Nessa semana compartilhamos um
Um dia de plena consciência é aquele no qual nos comprometemos a fazer tudo em absoluta plena consciência. Praticar a respiração atenta. Praticar o sentar-se quieto, sorrindo. Praticar a meditação caminhando. Praticar beber um copo de água em consciência. Praticar comer o almoço em consciência. Todas estas coisas são para produzir sua verdadeira presença. É muito importante. No texto sugerido (
Os ensinamentos do Buda não são uma doutrina ou uma filosofia. Não é o resultado de um pensamento discursivo ou uma conjectura mental como várias filosofias. Pensamento discursivo e conjecturas mentais, segundo o Buda, são como formigas movendo-se lentamente ao redor da borda de uma tigela – nunca vão a lugar nenhum.
Será que realmente você desfruta do fato de estar vivo? Você tem consciência que estar vivo é um milagre e desperdiçamos muito de nossa vida preso a preocupações e medos, enquanto que o tempo passa? Você já se sentiu pleno, inteiro, totalmente integrado a tudo mais?
Nessa semana trazemos um texto onde Thich Nhat Hanh responde perguntas diretas de praticantes. Isso é muito comum nos finais de retiros conduzidos pelo mestre.
Se não fôssemos capazes de transformar a dor que existe dentro de nós, a felicidade seria impossível. Muitas pessoas procuram a felicidade fora de si mesmas, mas a verdadeira felicidade precisa vir de dentro de nós. Nossa cultura tem muitas receitas de felicidade, e afirma que a atingimos quando possuímos uma grande quantidade de dinheiro, muito poder e uma elevada posição na sociedade. Mas, se você observar com cuidado, verá que numerosas pessoas ricas e famosas não são felizes.
O texto (
Você sabe como conciliar a ambição pelo saber, pelo sucesso, por uma posição social, esse desejo de ter sucesso, com a prática da plena consciência? Nessa semana o texto (
Sugerimos a leitura do texto (
Você consegue ser feliz sabendo que a pessoa que você ama não está feliz? Você consegue fazer alguém feliz se não estiver feliz? Depois de cuidar de nós mesmos, nos sentiremos muito melhor. Então podemos dar o segundo passo e ir para nosso parceiro, amigo ou colega de trabalho para tomar conta dele. Temos que tomar conta de nós mesmos antes que possamos amar e tomar conta de alguém.
Você acha que orar funciona? Como o budismo vê a oração? Às vezes, a oração é bem-sucedida e, por vezes, não é e porque isso acontece?
Nessa semana sugerimos que você estude um texto (
Nessa semana vamos concluir a leitura das seis perfeições ou paramitas (
Thich Nhat Hanh no texto selecionado (
Toda vida tem suas provações e tribulações. Podemos navegá-los mais habilidosamente quando não desperdiçamos tempo e energia nos disparando uma segunda flecha contra nós mesmos – tal como se concentrar em o quanto a grama no jardim do nosso vizinho parece mais verde em comparação com a nossa.
Muitas vezes sofremos muito por dificuldades que atravessamos.na vida. Várias vezes são grandes dificudades como a perda de alguém querido, mas muitas vezes sofremos demais por coisas bem menores que essa. A nossa própria mente amplifica muitos desses sofrimentos menores e em alguns casos eles se tornam quase insuportáveis. Como lidar com isso?