
Nossa prática deveria ser
concreta, efetiva. Nós não deveríamos permitir uma prática seguir por muito tempo sem trazer qualquer alívio para nós, qualquer transformação. Isso não seria um modo
inteligente de praticar. Quando o fazendeiro, depois de ter usado um certo tipo de sementes ou fertilizante, ou métodos de agricultura, não adquire os resultados que quer, ele deveria ser inteligente o bastante para
saber mudar.
Thich Nhat Hanh neste texto (
clique aqui) nos mostra que para obtermos insights profundos devemos
praticar. Ele exemplifica com a noção de não-eu que pode ficar apenas no campo
intelectual e não nos ajuda muito, mas quando através da prática se torna o
insight do não-eu, nos transforma, muda a nossa maneira de ver o mundo e nos
alivia de muito do nosso sofrimento.
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