domingo, março 08, 2015

Se eu morresse amanhã

Essa semana sugerimos um pequeno texto (clique aqui) da irmã Chan Khong, a primeira colaboradora do Thay e com ele há 40 anos. Ele conta que uma vez Thich Nhat Hanh perguntou a ela se ela estava preparada para morrer.

Era uma pergunta profunda. Chan Khong refletiu e viu que não estava mas usou essa pergunta como um fator de transformação em sua vida. O texto conta essa transformação e as atitudes que ela tomou. Assim é o budismo, a pergunta do mestre leva a um olhar profundo sobre uma questão, trazendo insights que são capazes de nos mover no caminho da compreensão e do amor.

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2 comentários:

Anônimo disse...

Eu em minha humildade em aprender resgatei do texto a seguinte expressão: " Eu sabia que a única maneira que me permitiria morrer em paz seria se eu renascesse em outros que desejassem fazer o mesmo trabalho." Isso de certa forma me acalenta e pressiona-me a cada vez voltar-me para o voluntariado, porque sei que não existo, no entanto, quando concentro-me no outro a finalizar o bem eu estou nele. Vale a pena ser bom, mais é muito melhor fazer o bem. Gratidão pelo texto.

Leonardo Dobbin disse...

Obrigado por seu compartilhamento. Também sinto o mesmo.