
Em nossa sociedade somos treinados a ser extremamente
objetivos, ou seja, devemos chegar ao fim, ao resultado o mais
rápido possível. Em função disso muitos de nós simplesmente
ignoram a maneira como fazemos as coisas. Estamos tão concentrados em chegar ao fim que
esquecemos do caminho, o meio para se chegar lá. Vivemos de fim em fim, e
perdemos muito de nossa vida no esquecimento, ou apenas olhando para objetivos.
Thay no texto sugerido (
clique aqui) fala que no budismo não há
nenhuma distinção entre meios e fins. Ele ensina que cada passo que damos em nosso caminho deveria ser dado com
atenção total para que possamos desfrutar daquele momento único e perceber as maravilhas ao nosso redor. Mas há uma
energia de hábito que lhe impede de fazer assim. Você está acostumado a
correr por acreditar que a felicidade não é possível aqui e agora, a felicidade só é possível no futuro. A energia de hábito nos diz: "rápido, rápido, vá, rápido, rápido, termine logo! O prazo final está próximo!", mas a prática está lhe dizendo o
oposto: "não corra, desfrute, o aqui e o agora é a única coisa que você possui, a felicidade não pode ser possível fora do aqui e do agora".
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