quinta-feira, maio 22, 2008

Os primeiros ensinamentos

Nessa semana em que comemoramos o Vesak, o nascimento do Buda, sugerimos que você se delicie com esse texto (clique aqui) de Thich Nhat Hanh retirado de seu romance sobre a vida do Buda. Nele Sidarta ensina para crianças logo após sua iluminação sob a árvore Bodhi.

O texto fala de uma forma extremamente simples e direta sobre um dos fundamentos de nossa prática: viver em atenção plena. Thay também mostra o porquê de se buscar a atenção plena em cada momento da vida. Nesse mês do Vesak aproveite para ter um contato direto com o Buda histórico.

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4 comentários:

Brandão Figueredo disse...

Belíssimo texto! Viver como se consome uma suculenta tangerina! Esse é um segredo que somente é percebido através do treinamento.
Um forte abraço e muito obrigado pela realização desse blog!

Paz e bem.

Anderson.

zélia disse...

estes textos que o senhor me manda por email são um alimento indispensável para minha mente tão necessitada de aprender o caminho.
Se o senhor me permitir, eu vou falar um pouco de mim : eu sou uma costureira e moro em Diadema , sou de classe menos favorecida financeiramente , como a maioria das pessoas da minha cidade , e apenas tive contato com a religião católica , eu sempre tive uma vontade muito grande de aprender,leio muito ,mesmo sem precisão ,agora , com a internet os caminhos ficaram mais curtos e eu pude ter contato com o budismo , na minha admiração pelo mestre thay ( eu sei que não podemos nos apegar mas ,eu ainda chego lá rs) da minha ignorância o meu enorme agradecimento por esse blog, é com ele que no meu dia a dia meus atos tem sido menos incorretos . se o senhor receber a paz que me proporciona eu já estarei satisfeita .OBRIGADA .

Leo disse...

Zélia,

Obrigado pela mensagem. Ficamos muito felizes em saber que os textos te fazem tão bem. Esse é um dos meus preferidos pela simplicidade e pela oportunidade do contato direto com o Buda.

ivone disse...

jah tenho 57 anos e durante um longo periodo de minha vida procurei ser crítica ao que vivenciava e descobri que não era exatamente crítica era uma observadora com tendencias de olhar sempre o lado mais positivo de tudo... Durante meu processo de vida convivi, então com algumas desilusões por conta desta forma (logo conscientizei-me que eu própria havia me iludido e , portanto, assumi a responsabilidade do ocorrido, deveria também ter olhado melhor o lado incorreto ou negativo).
Passei então a lapidar-me e aceitar as coisas como vinham... me deparando então com muitas que me prejudicavam diretamente ou ao ambiente em que vivia e a outras pessoas (parei novamente e decidi então reagir... reagí com minha consciencia e daí por diante fluiu melhor, passei a fazer meu melhor e ignorar o envolta. Hoje me deparo com algo muito muito rotineiro quando tento aceitar,ver o melhor, fazer o meu melhor... compreendendo, que é na maioria das vezes falta de consciencia ou egoísmo mesmo, mas vejo que prejuizos ao ambiente ou as pessoas são repetitivos e então fico a pensar... como devo agir... se compreendo... aceito...mas vejo o prejuizo das consequencias de atos que não são meus mas que eu sou envolvida... penso então em reagir modificar o seu curso para não acontecer o óbvio mas não consigo contar com a consciência de quem está agindo em prejuizo do outro ou do ambiente, este que acredito idealmente teria que também sentir mesmo intento que eu tenho tentado... ficar bem com todos e contudo...fazendo o melhor... mas o outro não pensa dessa maneira pensa em seu ego e age... e eu fico perdida impotente diante do óbvio...e fico bem comigo...com minha consciência minhas atitudes... mas triste...por não conseguir influenciar para um final melhor para todos e para o ambiente também...ser mais útil... pois não sei como devo proceder diante de pessoas fechadas em sí mesmas, interessadas em resultados imediatistas para si mesmas ou para os seus enfim...
Veja que não estou falando filosóficamete,(porque o certo e o errado não é coisa para mim discernir é cláro) e sim no dia a dia nas coisas mais simples e corriqueiras a nivel de educação e coração a preguiça a falta de interesse que se constata a tantas pessoas a nossa volta hoje imersas em seus dias atribulados repetindo as mesmas coisas e as mesmas queixas e seguindo seguindo e levando muitas outras de importancia ao prejuizo, até para elas mesmas sem parar para pensar só agindo agindo, como poderiamos provocar que parem pensem...se não querem parar e pensar, pelo menos parem de espalhar prejuizos aos envolta e ao ambiente em que todos nós habitamos e "vivemos"? Desculpem-me o "surto" mas acho que se eu cuidar somente de mim meditando fazendo meu melhor (embora sempre serei envolvida com outras pessoas e ambiente)mesmo que consiga, como me sinto já, com minha paz interior e alegria de estar de bem comigo com minha compreensão aceitação mediana do envolta e do outro... fico meio querendo ser útil e dividir e não sei o caminho e me pego pensando será que abertura de minha consciencia basta para consumo próprio ou este é o maior dos egoismos que possa existir??? Surtei né, pior que nem vou corrigir, deixei fluir, e meu portugues é nada bom, ortografia então, pontuação... Peço boa vontade e segurem a comunicação ehehe mas me ajudem em clarear um pouco a mim as minhas futuras atitudes, por favor...Se conseguiram ler até aqui ...