sábado, maio 18, 2019

Liberando nossas vacas

Muita alegria e felicidade vem de fugir ou deixar algo para trás. Há muitas coisas que não conseguimos deixar para trás, e que nos aprisionam. Pratique a observação profunda dessas coisas.

No texto dessa semana (clique aqui), Thich Nhat Hanh ensina que se você não é capaz de ser feliz porque está preso a coisas que te aprisionam, deixá-las para trás será uma fonte de alegria para você. O Buda e muitos de seus discípulos experimentaram isso e transmitiram sua sabedoria para nós. Por favor, olhe as coisas que você acha necessárias para o seu bem-estar e felicidade, e descubra se elas lhe trazem felicidade ou estão quase matando você.

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quinta-feira, maio 09, 2019

Questões sobre oração (parte 1)

Você costuma orar? Para quem rezamos no budismo? Há diferença entre a oração dos cristãos e a oração budista? Como evitar a armadilha da rotina na oração? É importante manter a postura do corpo na oração?

O texto dessa semana (clique aqui), é a primeira parte de um texto extraído de uma entrevista a uma revista americana. Nela Thay responde a algumas perguntas sobre a oração. Ele diz que orar é também pedir ajuda, e na tradição budista, pedimos ajuda à Sangha, pedimos ajuda ao Buda. Explica também que você não apenas pratica meditação com sua mente, sua mente é a metade. Você tem que meditar com seu corpo também.

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terça-feira, abril 30, 2019

Como transformar o nosso adubo

Sugerimos que você leia o texto (clique aqui) onde Thich Nhat Hanh fala sobre a transformação de nossas sementes não saudáveis.

Ele compara o praticante a um jardineiro orgânico que transforma adubo em flores. Nós devemos praticar para transformar nossa raiva, nossa angústia, nossa depressão em amor e compreensão. O praticante não é aquele que não tem raiva ou angústia, mas aquele que sabe transformá-las. Nesse texto Thay nos ensina como praticar para conseguir essa transformação.

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segunda-feira, abril 08, 2019

Aplicando a prática na nossa vida

Nessa semana oferecemos a você um texto (clique aqui) onde Phap Hai nos ensina que mais importante que lermos diversos livros ou textos sobre budismo e apenas torná-los alimento para nossa curiosidade intelectual, precisamos colocá-los em prática na nossa vida.

Hoje em dia há uma riqueza de materiais de Dharma disponíveis no clique de um botão. mas o grande desafio é o excesso de informações e, simultaneamente, nossa falta de capacidade ou a motivação de colocar muito disso em prática sincera. Esta é uma grande pena, e ainda é a situação que nos encontramos hoje.


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domingo, março 24, 2019

Agora é a hora de apenas ouvir

Existem duas chaves para uma comunicação efetiva e verdadeira. A primeira é a escuta profunda. Nessa semana compartilhamos um texto (clique aqui) onde Thay explica a escuta profunda que é um dos melhores instrumentos para estabelecer e restaurar a comunicação com os outros e aliviar o sofrimento.

Quando ouvimos com compaixão, não somos pegos em julgamento. Um julgamento pode se formar, mas nós não nos apegamos a isso. A escuta profunda tem o poder de nos ajudar a criar um momento de alegria, um momento de felicidade e para nos ajudar a lidar com uma emoção dolorosa.

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segunda-feira, março 11, 2019

Entender nosso próprio sofrimento nos ajuda a entender o sofrimento dos outros

Nessa semana compartilhamos um texto onde Thay explica a importância de entendermos o nosso sofrimento para que possamos entender o quanto os outros sofrem também.

A autocompreensão é crucial para entender a outra pessoa; o amor-próprio é crucial para amar os outros. Quando você entende seu sofrimento, sofre menos e é capaz de compreender o sofrimento de outra pessoa com muito mais facilidade. Quando você pode reconhecer o sofrimento na outra pessoa e ver como esse sofrimento surgiu, a compaixão surge. Você não tem mais o desejo de punir ou culpar a outra pessoa.

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segunda-feira, fevereiro 11, 2019

Mente de principiante

Nessa semana compartilhamos os insights de Mary Patterson, uma canadense que passou 40 dias em um retiro em Plum Village. No seu livro "The monks and me" ela relata sua experiência e o que aprendeu.

No texto sugerido (Clique aqui) ela compartilha o que vivenciou sobre o olhar renovado para as coisas habituais, olhar através da mente do principiante. Thay ensina que, para que um grande insight (visão) seja possível, este tipo de concentração deve ser estimulada o tempo todo. Se nós nos treinarmos para viver desta maneira, a felicidade e o insight vão continuar a crescer. Em seguida, as nossas tristezas e medos enfraquecerão.

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segunda-feira, fevereiro 04, 2019

Nada pode sobreviver sem comida

Nessa primeira mensagem de 2019 sugerimos que você leia um texto (clique aqui) que mostra de uma maneira mais ampla o que é o conceito de alimentação.

Thay ensina que tudo o que consumimos atua para nos curar ou nos envenenar. Nós tendemos a pensar em nutrição apenas como o que absorvemos através de nossas bocas, mas o que consumimos com nossos olhos, ouvidos, narizes, línguas e corpos também é comida. As conversas que acontecem ao nosso redor e as que participamos também são comida. Estamos consumindo e criando o tipo de alimento saudável e que nos ajuda a crescer?

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segunda-feira, dezembro 03, 2018

Terceiro Treinamento

Sugerimos que você aprenda maneiras novas de praticar o terceiro treinamento para a mente alerta (clique aqui) que trata do verdadeiro amor, que é composto por a bondade amorosa, a compaixão, a alegria e a inclusão.

Thay ensina que o sentimento de solidão é universal em nossa sociedade. Não existe comunicação entre nós e as outras pessoas, mesmo em família, e o nosso sentimento de solidão nos impele a ter relações sexuais. Acreditamos ingenuamente que ter uma relação sexual vai nos fazer sentir menos sozinhos, mas isto não é verdade. Quando não há comunicação suficiente com a outra pessoa em termos de coração e espírito, uma relação sexual só vai aumentar a distância e destruir ambos. A crença de que ter uma relação sexual vai ajudar a nos sentir menos sozinhos é uma espécie de superstição. Não nos devemos deixar enganar por ela. Na verdade, nos sentiremos mais solitários depois.

"Responsabilidade" é a palavra-chave no terceiro treinamento para a mente alerta. Responsabilidade pela consequência de nossos atos, responsabilidade pelo sofrimento do outro, responsabilidade pelas famílias e pelas crianças. Ao praticarmos a plena atenção podemos trocar a satisfação efêmera e de curto-prazo por algo mais sólido e duradouro. Ao ver na sociedade quanto sofrimento é causado por pessoas que não conseguem controlar sua energia sexual podemos trabalhar nossa atenção para não sermos nós a causar esse sofrimento.

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segunda-feira, novembro 26, 2018

Segundo Treinamento

Nessa semana te convidamos a refletir e buscar novas formas de praticar o Segundo Treinamento de Plena Consciência. Os Cinco Treinamentos de Plena Atenção são a maneira mais concreta de praticar a plena atenção. Eles são frutos da nossa prática de plena atenção, não algo imposto a nós por alguém. Os Cinco Treinamentos de Plena Atenção nos ajudam a mudar, a nos transformar.

No Segundo Treinamento (clique aqui) encontramos as palavras "gentileza amorosa" e generosidade. A exploração, a injustiça social e o roubo existem sob muitas formas. A opressão é uma forma de roubo que causa muito sofrimento tanto no Primeiro quanto no Terceiro Mundos. A partir do momento em que fizermos o voto de cultivar a brandura, nascerá dentro de nós a gentileza amorosa e faremos todo esforço para acabar com a exploração, a injustiça social, o roubo e a opressão.

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segunda-feira, novembro 12, 2018

O Primeiro Treinamento

Há dois mil e quinhentos anos, o Buda ofereceu certas diretrizes a seus alunos leigos para ajudá-los a viver uma vida de paz, plenitude e felicidade. Eram os Cinco Treinamentos para a Mente Alerta, e na base de cada um desses treinamentos está a plena atenção. Com a plena atenção estamos cientes do que está acontecendo com nossos corpos, nossos sentimentos, nossas mentes e com o mundo, e evitamos ferir a nós mesmos e os outros. A plena atenção nos protege, protege a nossa família e a nossa sociedade e garante um presente seguro e feliz e um futuro também seguro e feliz.

Praticar os treinamentos para a mente alerta ajuda-nos a ser mais calmos e concentrados e traz mais discernimento e iluminação, que tornam a nossa prática dos treinamentos para a mente alerta mais sólida. No texto dessa semana (clique aqui) Thich Nhat Hanh discute sobre o Primeiro Treinamento que recentemente teve a redação revista e ampliada pela Sangha.

Reverência à Vida - Consciente do sofrimento causado pela destruição da vida, eu me comprometo a cultivar o insight do Interser e da compaixão, e a aprender maneiras de proteger a vida das pessoas, animais, plantas e minerais. Estou determinado a não matar, a não deixar que outros matem e a não apoiar nenhum ato de matança no mundo, seja na minha maneira de pensar ou no meu modo de vida. Ao ver que as ações que causam sofrimento surgem a partir da raiva, do medo, da avidez e da intolerância – que, por sua vez, baseiam-se no pensamento dualista e discriminativo - cultivarei a abertura, a não discriminação e o não apego a pontos de vista para transformar a violência, o fanatismo e o dogmatismo em mim mesmo e no mundo.

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domingo, novembro 04, 2018

O Dia dos Ancestrais

Nessa semana sugerimos um texto (clique aqui) onde Thay fala sobre uma das práticas de Plum Village: comemorar o dia dos ancestrais

Thay nos lembra que nossos ancestrais estão em nós. Não apenas nossos ancestrais genéticos mas também nosssos ancestrais espirituais. Thay amplia nossa visão mostrando que também os animais, os vegetais e até os minerais também são nossos ancestrais. Ele nos ajuda a transcender a nossa idéia do que seja um ser humano.

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segunda-feira, outubro 29, 2018

Sem lama, sem lótus

No texto sugerido desta semana (clique aqui) Thich Nhat Hanh ensina que as pessoas tendem a achar que seu verdadeiro lar é um lugar onde não há sofrimento, apenas felicidade. Mas este pensamento vai contra a sabedoria do interser. Não podemos fazer crescer uma flor de lótus sem lama. Para cultivar vegetais, precisamos composto. Qualquer jardineiro orgânico sabe por que guardamos os restos da nossa comida e o lixo do jardim. Este lixo é orgânico e com ele podemos fazer composto para nutrir flores e vegetais. Sofrimento e felicidade são também orgânicos. Podemos transformá-los em bem-estar. Este é o ensinamento do Buda sobre não-dualidade.

Ele diz também que a flor de lótus não é possível sem a lama. Entendimento e compaixão não são possíveis sem sofrimento. Ele diz que nunca gostaria de estar em um lugar onde não houvesse sofrimento, porque em tal lugar não teria a chance de aprender como entender e ser compassivo. É tocando o sofrimento que temos a chance de entender as pessoas e seu sofrimento. É entendendo nosso próprio sofrimento e o sofrimento dos outros, que começamos a saber o que é ser compassivo. É apenas contra o pano de fundo do sofrimento que podemos reconhecer nossa felicidade.

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segunda-feira, outubro 22, 2018

Como meditar

A meditação é a prática básica do budismo. Mas porque meditar? Thich Nhat Hanh responde no texto: (clique aqui) Porque isso te deixa feliz!

Nesse texto (clique aqui), Thay começa a nos ensinar como meditar. Um texto bem básico, bom para quem está iniciando ou deseja começar a praticar, mas também tem ensinamentos importantes mesmo para os mais experientes.

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segunda-feira, outubro 15, 2018

Não desejo

Não-desejo significa a natureza da realidade. Como temos percepções erradas, a realidade não pode se revelar para nós. Nesse semana sugerimos o texto (clique aqui), onde Thay nos mostra as imagens que o Buda usou para nos mostrar claramente o que é o desejo, a ganância.

O Buda nos advertiu para olharmos a natureza de nosso desejo de forma que a realidade possa se revelar fortemente, e então não mais seremos capturados em percepções erradas. Acreditamos que se não obtivermos o que queremos, não poderemos ser felizes, e perseguimos esses objetos. O Buda nos adverte para olharmos em profundidade para o objeto, usando plena consciência e concentração, de forma que ele revele sua verdadeira natureza.

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segunda-feira, outubro 01, 2018

Cuidando da própria raiva

No momento em que você sente raiva, você tem a tendência de acreditar que seu sentimento foi criado por outra pessoa. Mas, ao fazer um exame profundo, você talvez perceba que a semente da raiva que existe em você é a principal causa do seu sofrimento. Muitas outras pessoas, quando confrontadas com a mesma situação, não ficariam com a raiva com que você fica. Elas ouvem as mesmas palavras, presenciam a mesma situação, mas são capazes de permanecer mais calmas, sem se deixarem afetar tanto pelas circunstâncias. Por que você se enraivece com tanta facilidade?

No texto sugerido Thich Nhat Hanh (clique aqui) nos ensina que todos temos uma semente da raiva nas profundezas da nossa consciência. No entanto, em alguns de nós, esta semente é maior do que nossas outras sementes como a do amor e a da compaixão. A semente da raiva pode ser maior por não ter sido cuidada através da nossa prática no passado. Por isso quando começamos a cultivar a energia da plena consciência, a primeira coisa que percebemos com clareza é que a principal causa do nosso sofrimento, da nossa aflição, não é a outra pessoa, e sim a semente da raiva que existe em nós.

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domingo, setembro 23, 2018

Atenção Plena nas Sensações e na Mente

O texto de hoje continua a reflexão do texto da semana passada sobre a Atenção Plena. Nesse texto (clique aqui) Thich Nhat Hanh explica a atenção plena das sensações nas sensações, o segundo estabelecimento da atenção plena e o terceiro estabelecimento que é a atenção plena da mente na mente.

Ambas são práticas ensinadas pelo Buda para desenvolver nossa atenção plena que é um dos passos do Nobre Caminho Óctuplo. Tudo o que ocorre em nosso corpo ou mente precisa ser observado com equanimidade. Não devemos lutar contra, mas sim acolher a sensação ou a formação mental e procurar conhecer melhor o que está ocorrendo. Assim, da próxima vez que surgir, nós a reconheceremos e acolheremos com mais calma e saberemos o que fazer para lidar com ela.

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domingo, setembro 16, 2018

Nada a Fazer, Nenhum Lugar para Ir

Essa semana sugerimos um texto (clique aqui) onde Thay responde perguntas de praticantes como nós. O tema das perguntas gira em torno da nossa incessante atividade física e mental, nossa constante ocupação.

Está tudo bem em não fazer nada? Como controlar meu desejo incessante? O que posso fazer para parar de sempre pensar sobre o caminho não tomado? Viver o momento presente e planejar o futuro são coisas conflitantes? Estas são perguntas respondidas por Thay nesse texto (clique aqui).

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segunda-feira, setembro 10, 2018

Nosso verdadeiro lar

Você tem um lar? Você pode ser negro, amarelo, mulato ou branco; você pode vir de qualquer raça ou herança cultural. Pode voltar a cada noite para uma casa ou apartamento. Mas você tem um lar? Tem um lar verdadeiro onde se sinta confortável, em paz e livre?

No texto dessa semana (clique aqui) Thich Nhat Hanh diz que nosso verdadeiro lar não pode ser descrito em termos de localização geográfica ou em termos de cultura. Nosso verdadeiro lar é um lugar sem discriminação, um lugar sem ódio. Nosso verdadeiro lar é o lugar onde não mais procuramos, não mais desejamos, não mais lamentamos. Nosso verdadeiro lar não é o passado; não são os objetos de nossos lamentos, nossa melancolia, nossas saudades ou remorsos. Nosso verdadeiro lar não é o futuro; não é o objeto de nossas preocupações, esperanças e medos. Nosso verdadeiro lar reside exatamente no momento presente, é a vida.

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segunda-feira, setembro 03, 2018

Destemor

Quem nunca sentiu medo? A maioria de nós experimenta uma vida cheia de momentos maravilhosos e momentos difíceis. Mas para muitos de nós, mesmo quando estamos mais alegres, há medo por trás de nossa alegria. Medo da perda, do fim, medo do futuro, medo da doença e da morte. Pensamos que, para sermos mais felizes, devemos afastar ou ignorar o nosso medo. Não nos sentimos à vontade quando pensamos nas coisas que nos assustam, então negamos nosso medo.

Essa semana sugerimos a leitura (clique aqui) de um texto onde Thich Nhat Hanh nos mostra uma saída. Podemos transformar o nosso medo. A prática de viver plenamente o momento presente — o que chamamos de mindfulness — pode nos dar a coragem para enfrentar nossos medos e não sermos empurrados e puxados por eles.

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