Cada um dos ensinamentos do Buda é inútil a menos que ele seja aplicado. Uma analogia útil poderia ser estudar um guia antes de embarcar em uma viagem. Podemos aprender no guia uma quantidade incrível de conhecimento sobre os pontos turísticos, monumentos e lugares onde ficar. No entanto, tudo permanece teórico até que se largue o livro e realmente embarquemos na viagem.Phap Hai nos ensina no texto dessa semana ( clique aqui ) que os ensinamentos budistas são como um guia para a maior viagem que podemos imaginar. Eles são as descobertas dos sábios, dos grandes professores que fizeram esta viagem antes de nós. Não podemos fazer a viagem de nenhuma outra pessoa. Temos que fazer a nossa própria jornada.
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Você sabe o que é um mantra? Com certeza já ouviu muito essa palavra por aí mas será que você conhece realmente seu significado? Mantra é uma frase, uma fórmula, que pode ser pronunciada em qualquer língua. Não precisa ser sânscrito ou tibetano. Essa frase deve ser uma prática, ou algo com significado e ela pode ter poder, mas seu segredo é que deve ser pronunciada com toda plena consciência. Sem plena consciência não terá efeito nenhum. O poder do mantra é sobre você mesmo.
O texto que sugerimos essa semana (

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No texto (
O Nobre Caminho Óctuplo é um ensinamento básico e central do budismo. Você talvez tenha lido muitas vezes sobre essa prática. É um dos primeiros ensinamentos do Buda e junto com as Quatro Nobres Verdades contém basicamente todos as ferramentas que precisamos.
Nossa prática deveria ser concreta, efetiva. Nós não deveríamos permitir uma prática seguir por muito tempo sem trazer qualquer alívio para nós, qualquer transformação. Isso não seria um modo inteligente de praticar. Quando o fazendeiro, depois de ter usado um certo tipo de sementes ou fertilizante, ou métodos de agricultura, não adquire os resultados que quer, ele deveria ser inteligente o bastante para saber mudar. 
Você vê sua mãe e seu pai em você? Com quanta clareza e profundidade você pode ver isso? E quando você olha para a sua mãe e o seu pai, você se vê neles? Quão profundamente você enxerga isso? A leitura do texto em anexo (
Muitas pessoas tiveram dificuldades dolorosas nas relações com seus pais. Muitos de nós carregam sofrimentos, raivas, traumas e questões não resolvidas que ainda doem.
Essa semana sugerimos que você estude o texto (
Uma das maneiras mais fundamentais que vemos a nós mesmos, nosso ser, é através da estrutura dos cinco Skandhas. A palavra sânscrita skandha é uma palavra sânscrita que significa literalmente "pilhas," "montes", "formações" ou "agregados". Estes são os aspectos do nosso ser que dependem um do outro e juntos compõem o que comumente chamamos de "nós" ou "mim". Os cinco Skandhas são forma, sensação, percepção, formações mentais e consciência.
Acorde! Você está realmente vivo ou está se movendo pela vida como um cadáver ambulante? O que você faria se te dissessem que você tem apenas três meses de vida? Você viveria intensamente cada segundo que te resta? Porque não faz hoje? O que você está esperando? Você tem consciência que a pessoa que você mais ama é impermanente? Um dia você não a terá mais a seu lado. Porque você não desfruta intensamente a presença dela agora?
Será que é possível para você parar? Parar fisicamente, parar mentalmente? Vivemos em um mundo acelerado que nos empurra para corrermos o tempo todo atrás do futuro, sendo empurrados por pressões de todo tipo.
Assim como as duas asas de um pássaro, a sabedoria e a compaixão tem que andar juntas. Compaixão é a manifestação concreta da sabedoria; é a sabedoria aplicada. Se só temos sabedoria e nenhuma compaixão, é uma sabedoria muito fria e seca. Se só temos compaixão e não temos sabedoria, acabamos ficando completamente exaustos e não sabemos o caminho certo para sermos capazes de ajudar qualquer pessoa, inclusive a nós mesmos. 
No texto (