Uma das práticas mais importantes para nossa felicidade é a prática de soltar, de deixar ir. O apego se manifesta não só a bens materiais e pessoas mas também a ideias. Ideias de como as coisas são ou deveriam ser. Essas talvez sejam as mais difíceis de soltarmos porque nem sempre percebemos o quanto somos apegados ao nosso modo de ver o mundo, ao nosso modelo mental. Esquecemos que nossa visão é parcial e as idéias que temos nunca são a verdade absoluta e por isso nos agarramos a elas.Thich Nhat Hanh no texto selecionado(clique aqui) diz que talvez você também seja prisioneiro de sua própria noção de felicidade. Há milhares de caminhos que levam à felicidade, mas você aceita somente um. Não considerou outros caminhos porque pensa que o seu é o único. Você seguiu este caminho com toda a sua força e, portanto os outros caminhos, os milhares de outros caminhos permaneceram fechados para você.
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Sangha Virtual para discussão de textos ligados ao mestre Zen Vietnamita Thich Nhat Hanh. Participe com seus comentários, vivências e impressões sobre os textos selecionados.
Todo mundo está respirando, mas nem todos estão conscientes de que estão respirando. Quando você respira conscientemente, percebe que você está vivo. Estar vivo é o maior de todos os milagres, e você pode se alegrar disso. Quando você respira, desta forma, sua respiração é uma celebração da vida.
A meditação é a prática básica do budismo. Mas porque meditar? Thich Nhat Hanh responde no texto: (
O sofrimento, as ansiedades, o medo, a raiva fazem parte da vida. Não há nada errado em sentir ou passar por essas experiências. O budismo, no entanto, nos convida a não nos deixar ser dominados por essas experiências e nos ensina práticas de como podemos transformar esses sofrimentos em felicidade
Esta semana sugerimos que você estude um texto, (
No texto sugerido(
Nessa semana sugerimos a continuação de um texto (
Sugerimos essa semana que você se delicie com esse texto (
Nessa semana sugerimos um texto (
Essa semana Thay comenta uma lenda sobre uma vida anterior do Buda (
O Quarto Treinamento da Consciência concentra-se na fala correta e na escuta profunda, porque só podemos compreender uma outra pessoa quando somos capazes de realmente ouvi-la. Somos ensinados a falar mas poucos sabem ouvir atentamente. E se não ouvirmos como ter uma comunicação verdadeira, profunda?
O que para você é o amor? Como definir? Na filosofia budista para caracterizarmos o amor verdadeiro ele precisa conter quatro elementos básicos.
Nesses dias quando presenciamos mais uma guerra entre israelenses e palestinos, com muito sofrimento sendo gerado por todo lado é muito útil ouvir uma voz serena e de paz sobre a questão.
Na próxima terça-feira, dia 5, comemoraremos o 8o. aniversário da Sangha Viver Consciente com uma sessão especial. Nossa prática nesse dia iniciará com uma pequena meditação e depois convidamos a todos os presentes que tragam a frase ou parágrafo que mais gostam escrito por Thich Nhat Hanh para compartilhar com o grupo.
O Buda ofereceu certas diretrizes a seus alunos leigos para ajudá-los a viver uma vida de paz, plenitude e felicidade. Thich Nhat Hanh atualizou a linguagem do Buda para o nosso tempo de forma que conseguíssemos captar toda a amplitude dos ensinamentos originais do Buda e passou a chamá-los de treinamentos ao invés de preceitos por entender que para nós ocidentais seria mais adequado. São os Cinco Treinamentos da Plena Atenção.
Nessa semana trazemos um texto onde Thich Nhat Hanh responde perguntas diretas de praticantes. Isso é muito comum nos finais de retiros conduzidos pelo mestre.
Qual o seu verdadeiro nome? Você consegue ver a barreira que separa você dos demais seres? Onde termina o "você" e começa o "outro"? Será que você é totalmente independente daquilo que você chama de "o outro"?
O texto (
Thich Nhat Hanh nos conta no texto dessa semana (
Nós todos temos as sementes da violência, do ódio e da discriminação no mais profundo de nossa consciência e, quando estas sementes são regadas sofremos e podemos fazer os outros sofrerem. Se alguém diz ou faz algo que nos faz sentir mágoa ou medo, precisamos cuidar muito bem de nós mesmos, e andar em plena atenção é uma das melhores maneiras de cuidar do corpo e da mente.
Há dois mil e quinhentos anos, o Buda ofereceu certas diretrizes a seus alunos leigos para ajudá-los a viver uma vida de paz, plenitude e felicidade. Eram os Cinco Preceitos, e na base de cada um desses treinamentos está a plena atenção. Com a plena atenção estamos cientes do que está acontecendo com nossos corpos, nossos sentimentos, nossas mentes e com o mundo, e evitamos ferir a nós mesmos e os outros. A plena atenção nos protege, protege a nossa família e a nossa sociedade e garante um presente seguro e feliz e um futuro também seguro e feliz.
Atravessamos a vida sendo dominados por nossas emoções, principalmente as mais intensas como a raiva, o medo, a ansiedade e até a paixão. Normalmente nos damos conta disso depois quando a onda da emoção forte já quebrou. Às vezes é tarde demais, porque sob domínio de emoções fortes pensamos, falamos e agimos de maneira que eventualmente nos arrependemos.
Sugerimos essa semana um texto (
No texto (
O texto (
Sugerimos que você estude o pequeno texto (
A Atenção Plena Correta está sempre no âmago de todos os ensinamentos de Buda. A palavra sânscrita que designa atenção plena, significa "lembrar-se". A atenção plena consiste em lembrar-se constantemente de voltar ao momento presente.
Quantas vezes você se pegou angustiado com a possibilidade que algo aconteça no futuro? Esse sentimento às vezes pode ter sido tão forte que o presente não existia mais. As pessoas, as coisas, tudo ao redor era invisível aos seus olhos e apenas aquela possibilidade futura ocupava toda a sua mente.
Será que temos liberdade para fazer o que quisermos? Qual o grau de libredade que temos? Como conseguirmoa mais liberdade para sermos donos de nós mesmos e de nossas ações e reações?
No texto dessa semana (
Nesse texto (
Nosso primeiro texto do ano (
Quais são os maiores sofrimentos? Morte, velhice, doença? Thich Nhat Hanh diz que o verdadeiro sofrimento da humanidade reside na forma como olhamos para a realidade. Não é possível julgar qualquer evento simplesmente como afortunado ou como infortúnio, bom ou ruim.
Costumamos acreditar que a nossa consciência é o sujeito da percepção e que não é o mundo lá fora, que é o objeto de nossa percepção. E pensamos que estas duas coisas são completamente diferentes. Há consciência aqui dentro, o sujeito da consciência, e não é o mundo lá fora, o objeto da consciência. De acordo com o ensinamento do Buda, este é um erro básico.
Existe alguma coisa que você possui que considere fundamental para seu bem estar e felicidade? Um emprego? Dinheiro? Um imóvel? Um relacionamento? Uma ideologia ou filosofia?
No texto (
No texto (
O texto (
Como é possível manter nossa atenção durante nosso dia de trabalho? Como tornar nosso dia de trabalho menos estressante e usá-lo como uma oportunidade de prática?
Os relacionamentos familiares, a criação de filhos, a culpa que algumas mulheres sentem de trabalhar e deixar os filhos em casa, a preocupação com a paz dentro do lar, são temas que afetam muitas pessoas. Como o budismo vê essas questões?
Todos sabemos que a construção de uma sociedade justa, democrática e civil não depende apenas daquilo que fazemos mas, acima de tudo, daquilo que somos.
A maneira como vivemos nossas vidas e a maneira como ganhamos a nossa vida são cruciais para a nossa alegria e felicidade. Quase metade da nossa vida é gasta no trabalho, mas como gastamos esse tempo?
Será que é possível para você parar? Parar fisicamente, parar mentalmente? Vivemos em um mundo acelerado que nos empurra para corrermos o tempo todo atrás do futuro, sendo empurrados por pressões de todo tipo.