sexta-feira, setembro 27, 2013

Família

Os relacionamentos familiares, a criação de filhos, a culpa que algumas mulheres sentem de trabalhar e deixar os filhos em casa, a preocupação com a paz dentro do lar, são temas que afetam muitas pessoas. Como o budismo vê essas questões?

Selecionamos no texto dessa semana (clique aqui) várias perguntas de participantes de retiros com Thich Nhat Hanh sobre esse tema e suas respostas. Thay aponta para caminhos não óbvios para essas questões sempre com seu modo simples e profundo de se expressar e apontando para modos concretos de ação que nos permitam encontrar uma saída para nossos problemas.

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domingo, setembro 08, 2013

Dúvida

Dúvida, na minha tradição é algo que ajuda muito. Devido à dúvida você pode buscar mais e obter um tipo superior de prova.

- Thich Nhat Hanh

Dúvida

Sou um brasileiro de poucas certezas e confesso - a dúvida sempre me pareceu mais sábia, mais clarividente.

- Nelson Rodrigues

sábado, setembro 07, 2013

Contribuições budistas para a construção de uma sociedade justa

Todos sabemos que a construção de uma sociedade justa, democrática e civil não depende apenas daquilo que fazemos mas, acima de tudo, daquilo que somos.

Thich Nhat Hanh, no texto que selecionamos essa semana (clique aqui) ensina que temos que ser a própria mudança antes que possamos fazer mudanças em nossa sociedade. Estar em paz é a base para gerar paz. Sem transformação e cura pessoais não seremos suficientemente calmos e compassivos para usar a fala amorosa e a escuta profunda, e nossos esforços não ajudarão a mudar nossa sociedade. Assim, nossa prática pessoal e a prática de nossa sangha são essenciais para a mudança que queremos ver no mundo.

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sexta-feira, agosto 30, 2013

A arte de trabalhar e viver em plena consciência

A maneira como vivemos nossas vidas e a maneira como ganhamos a nossa vida são cruciais para a nossa alegria e felicidade. Quase metade da nossa vida é gasta no trabalho, mas como gastamos esse tempo?

Thich Nhat Hanh, no texto que sugerimos essa semana (clique aqui) ensina que o trabalho que fazemos é uma expressão de todo o nosso ser. Nosso trabalho pode ser um meio maravilhoso para expressamos nossas mais profundas aspirações, e também uma grande fonte de alimento, paz, alegria, transformação e cura. Por outro lado, o trabalho que fazemos e a forma como fazemos também pode causar muito sofrimento. O que fazemos com nossas vidas e se estamos conscientes ou não determina o quanto de paz e alegria que criamos.

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sábado, agosto 24, 2013

Impermanência

Tudo que viceja
Também pode agonizar
E perder seu brilho
Em poucas semanas
E não podemos evitar
Que a vida trabalhe
Com o seu relógio invisível
Tirando o tempo de tudo
Que é perecível...

-Biquini Cavadão


quinta-feira, agosto 22, 2013

Parar: A mensagem dos sinos

Será que é possível para você parar? Parar fisicamente, parar mentalmente? Vivemos em um mundo acelerado que nos empurra para corrermos o tempo todo atrás do futuro, sendo empurrados por pressões de todo tipo.

No texto dessa semana (clique aqui) Mary Patterson, uma canadense que passou 40 dias em Plum Village, relata suas reflexões sobre a prática de parar. São reflexões sobre nossa vida cotidiana tão acelerada e o contraste com a vida em Plum Village onde cada sino convida a todos a parar e respirar.

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sábado, agosto 10, 2013

Andar com o pés de Buda

É possível andar com os pés de Buda. Nossos pés, fortalecidos pela energia da consciência plena, se tornam os pés de Buda. Você não pode dizer “eu não consigo andar com os pés de Buda, eu não os tenho.” Isto não é verdade. Os seus pés são os pés de Buda, e é você quem decide se quer realmente usá-los.

No texto dessa semana (clique aqui) Thich Nhat Hanh ensina que se você levar a energia da atenção plena para seus pés, os seus pés se tornam os pés de Buda e você anda por ele. E isto não requer algum tipo de fé cega. Isto é tão claro. Se você está habitado pela energia da consciência plena, você está agindo como um Buda, você está falando como um Buda, você está pensando como um Buda. Isto é a budeidade em você. Isto é algo que você pode experimentar; não é uma teoria.

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quarta-feira, julho 31, 2013

A Segunda Nobre Verdade (parte 2)

As Quatro Nobres Verdades foram um dos primeiros ensinamentos do Buda após sua iluminação. A verdade do sofrimento, suas causas, a possibilidade de acabar com o sofrimento e o caminho para terminar com o sofrimento são um ensinamento básico e poderoso do budismo que merecem sempre serem estudados e incorporados à nossa vida.

No texto sugerido dessa semana ( clique aqui ) continuamos o texto da semana passada. Aqui Thay fala sobre os outros três tipos de alimentos: impressões sensoriais, desejo profundo e consciência coletiva e individual. Compreendendo cada tipo de alimento nos torna capazes de evitar aqueles que nos levam para o caminho do sofrimento.

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Parte de entrevista de Thich Nhat Hanh para Oprah Winfrey

Em 2010 Thich Nhat Hanh concedeu entrevista exclusiva para a apresentadora americana Oprah Winfrey. No vídeo que legendamos Thich Nhat Hanh diz que ouvir pode ajudar a terminar com o sofrimento do outro, colocar fim a uma guerra e mudar o mundo para melhor. Assista a ele explicar como praticar a escuta compassiva.

Para assistir clique aqui

sábado, julho 20, 2013

A Segunda Nobre Verdade (parte 1)

As Quatro Nobres Verdades foram um dos primeiros ensinamentos do Buda após sua iluminação. A verdade do sofrimento, suas causas, a possibilidade de acabar com o sofrimento e o caminho para terminar com o sofrimento são um ensinamento básico e poderoso do budismo que merecem sempre serem estudados e incorporados à nossa vida.

No texto sugerido dessa semana ( clique aqui ) Thich Nhat Hanh lembra que a Segunda Nobre Verdade pode também ser concebida como um caminho. Mas não é um caminho que leva à felicidade e ao bem-estar. É um caminho que leva ao sofrimento. Muitos de nós têm tomado o caminho que leva à raiva, discriminação, violência, ignorância e desespero. O caminho do sofrimento é o caminho ignóbil da visão errada, pensamento errado, fala errada, ações erradas, modo de vida errado, diligência errada, plena atenção errada e concentração errada. Se entendermos como e porque estamos trilhando o caminho do sofrimento, então poderemos ver o seu oposto. O Nobre Caminho Óctuplo, a Quarta Nobre Verdade, o caminho para o bem-estar, se revelará.

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sábado, julho 13, 2013

Momento de gratidão pela pessoa que compartilha nossa vida

No texto sugerido dessa semana ( clique aqui ) Thich Nhat Hanh lembra que existem momentos em que sentimos gratidão pela pessoa que compartilha a nossa vida. Apreciamos profundamente a presença dessa pessoa. Ficamos cheios de compaixão, gratidão e amor. Todos já tivemos momentos assim na vida. Nós nos sentimos gratos por a outra pessoa estar viva e ter estado ao nosso lado durante momentos muito difíceis.

Ele sugere que quando sentir isso de novo, você usufrua esse momento. Esse momento de gratidão é um instante de iluminação, de plena consciência, de inteligência. É uma manifestação que vem das profundezas da sua consciência. Você possui essa compreensão dentro de si. Mas, quando você se zanga, sua gratidão e seu amor simplesmente parecem não estar presentes. Você se sente como se eles nunca tivessem existido. Como ter equilíbrio? Como lidar com isso?

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domingo, julho 07, 2013

O Buda é você mesmo

No texto sugerido dessa semana ( clique aqui ) Thich Nhat Hanh comenta um dos ensinamentos do mestre Linji. Nele Linji diz que temos que retornar e ter confiança em nós mesmos. Não deveríamos esmolar por migalhas dos outros, sejam eles o Buda, os mestres, os professores espirituais, os sutras ou outras escrituras.

As coisas que procuramos não estão nesses lugares. Essa mensagem aparece com freqüência nos ensinamentos do Mestre Linji. Se procurarmos por algo fora de nós, nunca encontraremos. Temos, dentro de nós, todas as sementes da budeidade.

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quinta-feira, junho 27, 2013

Acalmando a tempestade

Cada vez que sentimos uma forte onda de medo, raiva ou ciúme, podemos fazer algo para cuidar dessa energia negativa para ela não nos destruir. Não é preciso haver nenhum conflito entre um elemento e outro de nosso ser. Tem que haver apenas um esforço para cuidar e ser capaz de transformar. Precisamos ter uma atitude não violenta para com o nosso sofrimento.

No texto (clique aqui) Thich Nhat Hanh ensina que quando temos uma emoção forte como o medo ou desespero, pode ser esmagador. Mas com a prática, sabemos que podemos aprender a abraçar o nosso medo, porque sabemos que em cada um de nós existe a semente da atenção plena. Se praticarmos tocar essa semente a cada dia ao andar, sentar, respirar, sorrir ou comer, cultivaremos a energia da atenção plena.

E então, a qualquer hora que precisarmos dessa energia, será só tocar a semente de atenção plena, que logo a energia de plena consciência virá e poderemos usá-la para abraçar as nossas emoções. Se conseguirmos apenas uma vez fazer desta forma, teremos um pouco mais de paz e menos medo que a emoção forte da próxima vez venha à tona.

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sábado, junho 22, 2013

Como podemos tornar nossos líderes melhores?

Nesse momento onde nosso país passa por ondas de manifestações em que um dos pontos é a incapacidade de nossas lideranças de conduzir adequadamente o país, trazemos para você a visão de Thich Nhat Hanh sobre como podemos tornar nossos líderes melhores. O que podemos fazer a partir da visão budista?

No texto (clique aqui) que faz parte de uma sessão de perguntas e respostas Thay também é perguntado se um dia teremos novamente líderes inspiradores como Martin Luther King ou Gandhi.

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Qual é a visão budista sobre a homossexualidade?

Pergunta: Qual é a visão budista sobre a homossexualidade?

Thich Nhat Hanh: O espírito do Budismo é a inclusividade. Olhando profundamente a natureza de uma nuvem, vemos o cosmos. Uma flor é uma flor, mas se olharmos profundamente para ela, veremos o cosmos. Tudo tem um lugar. A base, o fundamento de tudo, é o mesmo. Quando você olha para o oceano, você vê diferentes tipos de ondas, muitos tamanhos e formas, mas todas as ondas têm a água como seu fundamento e substância.

Se você nasceu gay ou lésbica, o fundamento do ser é o mesmo que o meu. Nós somos diferentes, mas compartilhamos o mesmo fundamento do ser. O teólogo protestante Paul Tillich disse que Deus é o fundamento do ser. Você deve ser você mesmo. Se Deus me criou como uma rosa, então eu deveria me aceitar como uma rosa. Se você é lésbica, então, seja lésbica. Olhando profundamente em sua natureza, você vai ver-se como você realmente é. Você será capaz de tocar o solo do seu ser e encontrar a paz.

Alguém que discrimina contra vocês, por causa de sua raça ou a cor de sua pele ou sua orientação sexual, é ignorante. Ele não conhece o seu próprio fundamento do ser. Ele não percebe que todos partilham a mesma base do ser, é por isso que ele pode discriminá-lo. Alguém que discrimina os outros e faz com que eles sofram é alguém que não está feliz consigo mesmo. Uma vez que você tocou a profundidade e a natureza do seu fundamento do ser, você vai ser equipado com o tipo de entendimento que pode dar origem a compaixão e tolerância, e você será capaz de perdoar até mesmo aqueles que o discriminam. Não acredite que o alívio ou a justiça virá através de sociedade por si só. Verdadeira emancipação reside na sua capacidade de olhar profundamente. Quando você sofre por causa da discriminação, há sempre uma vontade de falar. Mas mesmo se você passar mil anos falando, o seu sofrimento não será aliviado. Somente através da compreensão profunda e libertação da ignorância você pode ser libertado de seu sofrimento.

Às vezes, aqueles nos discriminam agem em nome de Deus, da verdade. Podemos pertencer ao terceiro mundo, ou podemos pertencer a uma raça em particular, podemos ser pessoas de cor, podemos ser gays ou lésbicas, e nós temos sido discriminados por milhares de anos. Então como nos libertar do sofrimento de sermos vítimas de discriminação e opressão? No cristianismo, é dito que Deus criou tudo, inclusive o homem, e não há uma distinção entre o criador e a criatura. A criatura é algo criado por Deus. Quando eu olho para uma rosa, uma tulipa, ou um crisântemo, eu sei, eu vejo, eu penso, que esta flor é uma criação de Deus. Porque eu tenho praticado como um budista, eu sei que entre o criador e a criatura, deve haver algum tipo de ligação, caso contrário, a criação não seria possível. Assim, o crisântemo pode dizer que Deus é uma flor, e eu concordo, porque deve haver o elemento "flor" em Deus, para que a flor possa se tornar realidade. Assim, a flor tem o direito de dizer que Deus é uma flor.

A pessoa branca tem o direito de dizer que Deus é branco, e o negro também tem o direito de dizer que Deus é negro. Na verdade, se você for para a África, vai ver que a Virgem Maria é negra. Se você não fizer a estátua da Virgem Maria negra, não inspira as pessoas. Porque para os negros, "black is beautiful", de modo que uma pessoa negra tem o direito de dizer que Deus é preto, e na verdade eu também acredito que Deus seja negro, mas Deus não é só preto, Deus também é branco, Deus é também uma flor. Assim, quando uma lésbica pensa em seu relacionamento com Deus, se ela pratica profundamente, ela pode descobrir que Deus é também uma lésbica. Caso contrário, como você poderia estar lá? Deus é uma lésbica e Deus é gay também. Deus não é menos. Deus é lésbica, mas também gay, negro, branco, crisântemo. É porque você não entende isso, que discrimina.


Quando você discriminar o negro ou o branco, ou a flor, ou a lésbica, você discrimina contra Deus, que é a bondade fundamental em você. Você cria o sofrimento ao seu redor, e você cria o sofrimento dentro de si mesmo, e é a ilusão, a ignorância, que é a base de sua ação, a sua atitude de discriminação. 

sábado, junho 15, 2013

Se você não conseguir ser, você não pode ter êxito em fazer

Estar no "caminho certo" tem a ver com os modos muito concretos que você vive sua vida a cada momento. É possível viver conscientemente cada momento de sua vida diária. Isso faz você feliz, e também faz as pessoas ao seu redor felizes.

Thay ensina (clique aqui) que mesmo se você não tenha "feito" nada ainda para tornar as pessoas ao redor felizes, uma vez que você esteja andando nesse caminho e é feliz assim, você se torna companhia agradável, refrescante e compassiva, e as pessoas se beneficiam de estar perto de você. Esse é o milagre de ser.

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domingo, junho 09, 2013

Mindfulness

Mindfulness (plena consciência) é atenção. É uma consciência receptiva que não julga, uma consciência respeitosa. Infelizmente, a maior parte do tempo, nós não estamos presentes desta forma. Em vez disso, nós reagimos, julgando se gostamos, não gostamos, ou se podemos ignorar o que está acontecendo. Ou medimos a nossa experiência contra as nossas expectativas. Nós avaliamos a nós mesmos e aos outros com um fluxo de comentários e críticas.

- Jack Kornfield

quinta-feira, junho 06, 2013

Os dez grilhões que nos prendem

O texto dessa semana sugerimos um texto (clique aqui) fala sobre os fatores que impedem o nosso crescimento espiritual e nos prendem ao sofrimento.

Nosso sofrimento vem principalmente de nossas mentes e de como vemos o mundo. Na tradição budista falamos dos dez tipos de grilhões, algemas, (samyojana), que nos prendem e nos privam de nossa liberdade. A palavra sânscrita samyojana pode ser traduzida como "nós" e esses grilhões são como nós apertados dentro de nós. Esses grilhões nos empurram para fazer e dizer coisas que não queremos fazer ou dizer. Eles são muito poderosos. Nossa atenção plena, concentração e discernimento (insight) devem ser igualmente poderosos para poder desatar esses nós.

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domingo, junho 02, 2013

Mindfulness

MINDFULNESS (plena consciência) significa atenção deliberadamente prestar atenção, estar plenamente consciente do que está acontecendo tanto dentro de si mesmo, em seu corpo, coração e mente e fora de si mesmo em seu ambiente. Mindfulness é a consciência sem julgamento ou crítica. O último elemento é a chave. Quando estamos atentos, não estamos comparando ou julgando. Estamos simplesmente testemunhando as muitas sensações, pensamentos e emoções que surgem à medida que nos envolvemos nas atividades comuns da vida diária. Isso é feito de uma forma simples, mas é aquecida com bondade e temperada com curiosidade.

-Jan Chozen Bays