quarta-feira, julho 31, 2013

A Segunda Nobre Verdade (parte 2)

As Quatro Nobres Verdades foram um dos primeiros ensinamentos do Buda após sua iluminação. A verdade do sofrimento, suas causas, a possibilidade de acabar com o sofrimento e o caminho para terminar com o sofrimento são um ensinamento básico e poderoso do budismo que merecem sempre serem estudados e incorporados à nossa vida.

No texto sugerido dessa semana ( clique aqui ) continuamos o texto da semana passada. Aqui Thay fala sobre os outros três tipos de alimentos: impressões sensoriais, desejo profundo e consciência coletiva e individual. Compreendendo cada tipo de alimento nos torna capazes de evitar aqueles que nos levam para o caminho do sofrimento.

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Parte de entrevista de Thich Nhat Hanh para Oprah Winfrey

Em 2010 Thich Nhat Hanh concedeu entrevista exclusiva para a apresentadora americana Oprah Winfrey. No vídeo que legendamos Thich Nhat Hanh diz que ouvir pode ajudar a terminar com o sofrimento do outro, colocar fim a uma guerra e mudar o mundo para melhor. Assista a ele explicar como praticar a escuta compassiva.

Para assistir clique aqui

sábado, julho 20, 2013

A Segunda Nobre Verdade (parte 1)

As Quatro Nobres Verdades foram um dos primeiros ensinamentos do Buda após sua iluminação. A verdade do sofrimento, suas causas, a possibilidade de acabar com o sofrimento e o caminho para terminar com o sofrimento são um ensinamento básico e poderoso do budismo que merecem sempre serem estudados e incorporados à nossa vida.

No texto sugerido dessa semana ( clique aqui ) Thich Nhat Hanh lembra que a Segunda Nobre Verdade pode também ser concebida como um caminho. Mas não é um caminho que leva à felicidade e ao bem-estar. É um caminho que leva ao sofrimento. Muitos de nós têm tomado o caminho que leva à raiva, discriminação, violência, ignorância e desespero. O caminho do sofrimento é o caminho ignóbil da visão errada, pensamento errado, fala errada, ações erradas, modo de vida errado, diligência errada, plena atenção errada e concentração errada. Se entendermos como e porque estamos trilhando o caminho do sofrimento, então poderemos ver o seu oposto. O Nobre Caminho Óctuplo, a Quarta Nobre Verdade, o caminho para o bem-estar, se revelará.

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sábado, julho 13, 2013

Momento de gratidão pela pessoa que compartilha nossa vida

No texto sugerido dessa semana ( clique aqui ) Thich Nhat Hanh lembra que existem momentos em que sentimos gratidão pela pessoa que compartilha a nossa vida. Apreciamos profundamente a presença dessa pessoa. Ficamos cheios de compaixão, gratidão e amor. Todos já tivemos momentos assim na vida. Nós nos sentimos gratos por a outra pessoa estar viva e ter estado ao nosso lado durante momentos muito difíceis.

Ele sugere que quando sentir isso de novo, você usufrua esse momento. Esse momento de gratidão é um instante de iluminação, de plena consciência, de inteligência. É uma manifestação que vem das profundezas da sua consciência. Você possui essa compreensão dentro de si. Mas, quando você se zanga, sua gratidão e seu amor simplesmente parecem não estar presentes. Você se sente como se eles nunca tivessem existido. Como ter equilíbrio? Como lidar com isso?

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domingo, julho 07, 2013

O Buda é você mesmo

No texto sugerido dessa semana ( clique aqui ) Thich Nhat Hanh comenta um dos ensinamentos do mestre Linji. Nele Linji diz que temos que retornar e ter confiança em nós mesmos. Não deveríamos esmolar por migalhas dos outros, sejam eles o Buda, os mestres, os professores espirituais, os sutras ou outras escrituras.

As coisas que procuramos não estão nesses lugares. Essa mensagem aparece com freqüência nos ensinamentos do Mestre Linji. Se procurarmos por algo fora de nós, nunca encontraremos. Temos, dentro de nós, todas as sementes da budeidade.

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quinta-feira, junho 27, 2013

Acalmando a tempestade

Cada vez que sentimos uma forte onda de medo, raiva ou ciúme, podemos fazer algo para cuidar dessa energia negativa para ela não nos destruir. Não é preciso haver nenhum conflito entre um elemento e outro de nosso ser. Tem que haver apenas um esforço para cuidar e ser capaz de transformar. Precisamos ter uma atitude não violenta para com o nosso sofrimento.

No texto (clique aqui) Thich Nhat Hanh ensina que quando temos uma emoção forte como o medo ou desespero, pode ser esmagador. Mas com a prática, sabemos que podemos aprender a abraçar o nosso medo, porque sabemos que em cada um de nós existe a semente da atenção plena. Se praticarmos tocar essa semente a cada dia ao andar, sentar, respirar, sorrir ou comer, cultivaremos a energia da atenção plena.

E então, a qualquer hora que precisarmos dessa energia, será só tocar a semente de atenção plena, que logo a energia de plena consciência virá e poderemos usá-la para abraçar as nossas emoções. Se conseguirmos apenas uma vez fazer desta forma, teremos um pouco mais de paz e menos medo que a emoção forte da próxima vez venha à tona.

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sábado, junho 22, 2013

Como podemos tornar nossos líderes melhores?

Nesse momento onde nosso país passa por ondas de manifestações em que um dos pontos é a incapacidade de nossas lideranças de conduzir adequadamente o país, trazemos para você a visão de Thich Nhat Hanh sobre como podemos tornar nossos líderes melhores. O que podemos fazer a partir da visão budista?

No texto (clique aqui) que faz parte de uma sessão de perguntas e respostas Thay também é perguntado se um dia teremos novamente líderes inspiradores como Martin Luther King ou Gandhi.

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Qual é a visão budista sobre a homossexualidade?

Pergunta: Qual é a visão budista sobre a homossexualidade?

Thich Nhat Hanh: O espírito do Budismo é a inclusividade. Olhando profundamente a natureza de uma nuvem, vemos o cosmos. Uma flor é uma flor, mas se olharmos profundamente para ela, veremos o cosmos. Tudo tem um lugar. A base, o fundamento de tudo, é o mesmo. Quando você olha para o oceano, você vê diferentes tipos de ondas, muitos tamanhos e formas, mas todas as ondas têm a água como seu fundamento e substância.

Se você nasceu gay ou lésbica, o fundamento do ser é o mesmo que o meu. Nós somos diferentes, mas compartilhamos o mesmo fundamento do ser. O teólogo protestante Paul Tillich disse que Deus é o fundamento do ser. Você deve ser você mesmo. Se Deus me criou como uma rosa, então eu deveria me aceitar como uma rosa. Se você é lésbica, então, seja lésbica. Olhando profundamente em sua natureza, você vai ver-se como você realmente é. Você será capaz de tocar o solo do seu ser e encontrar a paz.

Alguém que discrimina contra vocês, por causa de sua raça ou a cor de sua pele ou sua orientação sexual, é ignorante. Ele não conhece o seu próprio fundamento do ser. Ele não percebe que todos partilham a mesma base do ser, é por isso que ele pode discriminá-lo. Alguém que discrimina os outros e faz com que eles sofram é alguém que não está feliz consigo mesmo. Uma vez que você tocou a profundidade e a natureza do seu fundamento do ser, você vai ser equipado com o tipo de entendimento que pode dar origem a compaixão e tolerância, e você será capaz de perdoar até mesmo aqueles que o discriminam. Não acredite que o alívio ou a justiça virá através de sociedade por si só. Verdadeira emancipação reside na sua capacidade de olhar profundamente. Quando você sofre por causa da discriminação, há sempre uma vontade de falar. Mas mesmo se você passar mil anos falando, o seu sofrimento não será aliviado. Somente através da compreensão profunda e libertação da ignorância você pode ser libertado de seu sofrimento.

Às vezes, aqueles nos discriminam agem em nome de Deus, da verdade. Podemos pertencer ao terceiro mundo, ou podemos pertencer a uma raça em particular, podemos ser pessoas de cor, podemos ser gays ou lésbicas, e nós temos sido discriminados por milhares de anos. Então como nos libertar do sofrimento de sermos vítimas de discriminação e opressão? No cristianismo, é dito que Deus criou tudo, inclusive o homem, e não há uma distinção entre o criador e a criatura. A criatura é algo criado por Deus. Quando eu olho para uma rosa, uma tulipa, ou um crisântemo, eu sei, eu vejo, eu penso, que esta flor é uma criação de Deus. Porque eu tenho praticado como um budista, eu sei que entre o criador e a criatura, deve haver algum tipo de ligação, caso contrário, a criação não seria possível. Assim, o crisântemo pode dizer que Deus é uma flor, e eu concordo, porque deve haver o elemento "flor" em Deus, para que a flor possa se tornar realidade. Assim, a flor tem o direito de dizer que Deus é uma flor.

A pessoa branca tem o direito de dizer que Deus é branco, e o negro também tem o direito de dizer que Deus é negro. Na verdade, se você for para a África, vai ver que a Virgem Maria é negra. Se você não fizer a estátua da Virgem Maria negra, não inspira as pessoas. Porque para os negros, "black is beautiful", de modo que uma pessoa negra tem o direito de dizer que Deus é preto, e na verdade eu também acredito que Deus seja negro, mas Deus não é só preto, Deus também é branco, Deus é também uma flor. Assim, quando uma lésbica pensa em seu relacionamento com Deus, se ela pratica profundamente, ela pode descobrir que Deus é também uma lésbica. Caso contrário, como você poderia estar lá? Deus é uma lésbica e Deus é gay também. Deus não é menos. Deus é lésbica, mas também gay, negro, branco, crisântemo. É porque você não entende isso, que discrimina.


Quando você discriminar o negro ou o branco, ou a flor, ou a lésbica, você discrimina contra Deus, que é a bondade fundamental em você. Você cria o sofrimento ao seu redor, e você cria o sofrimento dentro de si mesmo, e é a ilusão, a ignorância, que é a base de sua ação, a sua atitude de discriminação. 

sábado, junho 15, 2013

Se você não conseguir ser, você não pode ter êxito em fazer

Estar no "caminho certo" tem a ver com os modos muito concretos que você vive sua vida a cada momento. É possível viver conscientemente cada momento de sua vida diária. Isso faz você feliz, e também faz as pessoas ao seu redor felizes.

Thay ensina (clique aqui) que mesmo se você não tenha "feito" nada ainda para tornar as pessoas ao redor felizes, uma vez que você esteja andando nesse caminho e é feliz assim, você se torna companhia agradável, refrescante e compassiva, e as pessoas se beneficiam de estar perto de você. Esse é o milagre de ser.

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domingo, junho 09, 2013

Mindfulness

Mindfulness (plena consciência) é atenção. É uma consciência receptiva que não julga, uma consciência respeitosa. Infelizmente, a maior parte do tempo, nós não estamos presentes desta forma. Em vez disso, nós reagimos, julgando se gostamos, não gostamos, ou se podemos ignorar o que está acontecendo. Ou medimos a nossa experiência contra as nossas expectativas. Nós avaliamos a nós mesmos e aos outros com um fluxo de comentários e críticas.

- Jack Kornfield

quinta-feira, junho 06, 2013

Os dez grilhões que nos prendem

O texto dessa semana sugerimos um texto (clique aqui) fala sobre os fatores que impedem o nosso crescimento espiritual e nos prendem ao sofrimento.

Nosso sofrimento vem principalmente de nossas mentes e de como vemos o mundo. Na tradição budista falamos dos dez tipos de grilhões, algemas, (samyojana), que nos prendem e nos privam de nossa liberdade. A palavra sânscrita samyojana pode ser traduzida como "nós" e esses grilhões são como nós apertados dentro de nós. Esses grilhões nos empurram para fazer e dizer coisas que não queremos fazer ou dizer. Eles são muito poderosos. Nossa atenção plena, concentração e discernimento (insight) devem ser igualmente poderosos para poder desatar esses nós.

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domingo, junho 02, 2013

Mindfulness

MINDFULNESS (plena consciência) significa atenção deliberadamente prestar atenção, estar plenamente consciente do que está acontecendo tanto dentro de si mesmo, em seu corpo, coração e mente e fora de si mesmo em seu ambiente. Mindfulness é a consciência sem julgamento ou crítica. O último elemento é a chave. Quando estamos atentos, não estamos comparando ou julgando. Estamos simplesmente testemunhando as muitas sensações, pensamentos e emoções que surgem à medida que nos envolvemos nas atividades comuns da vida diária. Isso é feito de uma forma simples, mas é aquecida com bondade e temperada com curiosidade.

-Jan Chozen Bays

domingo, maio 26, 2013

Energia de Hábito

Essa semana sugerimos um texto (clique aqui) sobre a força que nossos hábitos têm sobre nós. Muitas vezes sentimo-nos impotentes. Nós nos sentimos muito fracos de forma que não podemos lidar com a força do hábito que é muito forte e nos impele a fazer coisas que não queremos.

Nós sabemos o quão forte, quão poderosa é a energia de hábito. Notamos que há momentos em que não somos nós mesmos, não podemos ser nós mesmos. Somos levados pela nossa energia de hábito. Não queríamos dizer o que dissemos, sabíamos que fazendo isso iríamos criar danos em nosso relacionamento com a outra pessoa. Mas, finalmente, dissemos. Nós sabíamos que não deveríamos fazê-lo. Sabíamos que se fôssemos em frente criaríamos danos em nosso relacionamento. Mas, finalmente, fizemos. Dissemos que era mais forte do que nós. O que era mais forte? A energia de hábito.

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sexta-feira, maio 24, 2013

Maior bênção

A maior bênção não é aquela que cai dos céus e nos é dada, mas é a felicidade que cada um de nós é capaz de gerar para si próprio. 

- Thich Nhat Hanh (no livro Dois Tesouros) 

domingo, maio 19, 2013

O sofrimento essencial

Todos nos sentimos tentados a ir para algum lugar onde não exista sofrimento, onde só haja paz e felicidade. Tendemos a acreditar que existe um lugar para onde podemos ir abandonando, ou deixando para trás, este mundo de sofrimento, confusão e poluição. Segundo Thich Nhat Hanh isto é impossível.

No texto (clique aqui) dessa semana, Thay ensina que precisamos de uma certa dose de sofrimento, todos nós, para que possamos apreciar a felicidade que está à nossa disposição. Para ele paraíso não é um lugar onde o sofrimento não existe mas um lugar onde existem amor e compaixão.

Com certeza vai contra o pensamento corrente. Sugiro que você leia o texto atentamente (clique aqui) e tente compreender em profundidade a mensagem, tentando usá-la na sua vida.

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sábado, maio 18, 2013

Interser

Tudo que existe existe talvez porque outra coisa existe. Nada é, tudo coexiste: talvez assim seja certo.. 

-Fernando Pessoa

sexta-feira, maio 17, 2013

sábado, maio 11, 2013

Ouvindo a criança interior

Para cuidar bem de nós mesmos, temos que voltar e cuidar da criança ferida dentro de nós. Você tem que praticar o voltar para a sua criança ferida todos os dias. Você tem que abraça-la com ternura, como um grande irmão ou uma irmã mais velho.

Thay ensina que (clique aqui) devemos ouvir a criança ferida dentro de nós. A criança ferida em nós está aqui no momento presente. E nós podemos curá-la agora. "Minha querida criança ferida, eu estou aqui para você, pronto para ouvi-la. Diga-me todo o seu sofrimento, toda a sua dor. Estou aqui, realmente ouvindo." Temos que abraçar essa criança e, se necessário, temos a chorar junto com ela, talvez enquanto estivermos fazendo meditação sentada. E se você sabe como voltar para ela e ouvi-la assim todos os dias por cinco ou dez minutos, a cura ocorrerá.

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sábado, abril 20, 2013

Um caminho ético para a vida

O primeiro ensinamento do Buda foi sobre as Quatro Nobres Verdades e no texto dessa semana (clique aqui) Thich Nhat Hanh nos ensina sobre a Quarta Nobre Verdade que é o caminho ético sugerido pelo Buda para que nos libertemos do sofrimento.

Thay ensina que As Quatro Nobres Verdades poderiam ser interpretadas da seguinte forma: tudo o que leva ao sofrimento é errado e tudo o que leva à cessação do sofrimento é certo. Entretanto, precisamos olhar mais profundamente para a natureza da felicidade e do sofrimento para compreendermos melhor. É por isso que dispomos de outro conjunto de critérios, denominado “benéfico ou prejudicial” (ou o que causa bem-estar em oposição ao que é prejudicial). Tudo o que é benéfico a você, à sua saúde, à sua compreensão ou aprendizado é bom, e o que não é benéfico é ruim, é errado.

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quarta-feira, abril 03, 2013

O sofrimento depende nossas percepções

O texto dessa semana (clique aqui) nos convida a nos olharmos como co-responsáveis pelo nosso sofrimento. Se olharmos profundamente para o nosso sofrimento, podemos nos perguntar o que fizemos, ou ainda estamos fazendo, que contribui para ele. Isso não significa que o nosso sofrimento não seja real, só que nós podemos diminuí-lo, em vez de fazê-lo crescer e que podemos transformá-lo.

Thay ensina que muito do nosso sofrimento depende de nossas percepções. Sempre que nós não conseguimos o que queremos, vemos isso como sofrimento. Mas a verdade é que às vezes nós conseguimos o que queremos e sofremos ainda mais. Talvez não fosse o que pensávamos, ou muda algo em nossa vida para pior. Às vezes, depois de receber a coisa que pensávamos que queríamos, nós não a valorizamos mais e queremos algo mais.

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