Suas palavras me perfuraram e eu permaneci em silêncio por vários dias. Não, eu não estava preparada para morrer. Meu trabalho era minha vida. Eu tinha encontrado meios de ajudar as crianças famintas, apesar das dificuldades, e estava feliz de novo. Se eu morresse de repente, quem continuaria esse trabalho?
Eu contemplei muitas questões práticas como essa, enquanto seguia cada inspiração e cada expiração. Eu não estava exatamente tentando achar a solução. Eu sabia que a habilidade de achar uma estava em mim e quando eu estivesse calma o suficiente, uma resposta se revelaria por si. Portanto eu continuei a respirar e sorrir, e alguns dias depois, eu realmente vi a solução. Eu sabia que a única maneira que me permitiria morrer em paz seria se eu renascesse em outros que desejassem fazer o mesmo trabalho. Então minha aspiração poderia continuar mesmo se esse corpo falecesse. Eu pensei sobre os jovens que vinham para praticar plena atenção com Thay e decidi compartilhar com eles minhas experiências e desejos profundos sobre ajudar pessoas que sofrem. Eu os ensinaria como escolher remédios, como embrulhar pacotes, como escrever cartas pessoais aos pobres, e como manter os ocidentais em contato com o sofrimento das pessoas no Vietnã. Alguns jovens ficaram inspirados a começar seus próprios comitês, e hoje há trinta e oito comitês para crianças famintas. Se eu morrer hoje a noite de acidente de carro ou de ataque cardíaco, estas trinta e oito reencarnações me permitirão morrer em paz.
Nguyen Anh Huong, que chegou aos Estados Unidos em 1981, ouviu atenta a tudo que eu disse e me perguntou como começar um projeto. Como refugiada recém-chegada, ela conhecia melhor que eu as muitas famílias em grande sofrimento no Vietnã. Eu a encorajei a preparar sua própria lista de famílias que precisavam de ajuda e a achar patrocinadores para elas. Quando as crianças famintas escrevessem agradecendo, ela poderia traduzir as cartas e mandá-las aos patrocinadores. Lentamente, Anh Huong foi capaz de ajudar centenas de famílias. Bui Than Vu em Paris tem muitas famílias, Bui Ngoc Thuy em Sceaux na França tem oitenta e seis famílias, Annabel Laity em Plum Village está encarregada de quarenta famílias. Adicionalmente, quase todas as irmãs vietnamitas da ordem Tiep Hien (Ordem Interser) na Suíça, Austrália, Canadá, Alemanha e França têm ajudado grupos de famílias famintas.Se hoje a noite meu coração parar de bater, você verá meu trabalho em todas essas irmãs e irmãos. Há aqueles que continuam meu trabalho pelas crianças famintas, outros que gostam de meu trabalho de ouvir o sofrimento das pessoas de forma que possam ser curadas. Você pode ver meu sorriso no seu olhar e minha voz nas suas palavras. Mas não verá minhas deficiências neles. O samsara de minhas deficiências terminará no dia que esse corpo for transformado em cinzas e então se tornar flor de novo.
Onde quer que eu faça algo, eu vejo os olhos de meus pais e avós em mim. Quando eu trabalhei com aldeões, sempre tinha a impressão que estava fazendo o trabalho conjuntamente com eles e também com as mãos amorosas daqueles amigos que economizaram um punhado de arroz ou poucos dólares para apoiar o trabalho. Minhas mãos eram suas mãos. Meu amor era o amor maravilhoso da rede de ancestrais, pais, parentes e amigos nascidos em mim. O trabalho que eu tenho feito é o trabalho de todos. Não é apenas meu trabalho. Enquanto você lê essas linhas e sabe que, em uma remota área do Vietnã, crianças que são severamente mal nutridas estão recebendo recursos de Plum Village, você pode ver o ato de amor do trabalho coletivo de milhares de mãos e corações. Todos nós, de fato, intersomos. Eu continuarei em cada um e cada coisa que eu já toquei. Não tenho nada a temer e nada a lamentar.Queridos leitores, agradeço pela sua paciência em ler esse texto. Eu estou com você da mesma forma que você tem estado comigo, e nos encorajamos a perceber nosso mais profundo amor, carinho e generosidade. Juntos no caminho do amor, podemos tentar fazer pequenas diferenças na vida de alguém. O que mais há para fazer?
Quem é a irmã Chan Khong? Quem é Cao Ngoc Phuong? Ela é feita dos seus ancestrais, da terra chamada Vietnã, do ar, do sofrimento, das amizades, dos ensinamentos, da cruel ignorância dos que fazem a guerra, e do amor e entendimento de muitos professores e amigos durante seus primeiros trinta anos naquela parte do mundo e então quase quarenta anos entre muitos bodisatvas no ocidente. As experiências que compartilho são as experiências coletivas de todos que compartilharam a vida comigo.
Se você puder visitar Plum Village onde eu vivo, verá que não precisamos muito para sermos felizes. Um pedaço de madeira sobre quatro tijolos para uma cama, um fina espuma de colchão, um saco de dormir, um lençol fino, algumas caixas para nossos arquivos e muita inspiração e expiração consciente para termos consciência de nossa boa sorte por estar em paz e liberdade para trabalhar por aqueles em necessidade. Cartas vêm todo dia, trazendo boas notícias de trabalhos inspiradores. Mas algumas cartas e telefonemas trazem notícias que nosso trabalho falhou em algumas áreas. Respiração consciente sempre nos ajuda a acalmar e nos renovar de forma que possamos melhor lidar com as dificuldades e transformá-las. Sabemos que você pode fazer até melhor do que fizemos. Portanto é meu desejo que esse texto, este trabalho pelas crianças famintas, este trabalho organizando retiros tenha sido útil para você como testemunha de nossa prática de interser nesta maravilhosa viagem juntos.- Irmã Chan Khong (primeira ajudante do Thay e com ele nos últimos 40 anos)
Sangha Virtual para discussão de textos ligados ao mestre Zen Vietnamita Thich Nhat Hanh. Participe com seus comentários, vivências e impressões sobre os textos selecionados.
Um tema que é sempre um tabu em nossa sociedade é a sexualidade. Nessa semana trazemos até você (
Eu conheci a irmã Chan Khong em Paris, em Setembro de 1972 em uma reunião de um grupo ativista não violento liderado por César Chavez. Ela veio para compartilhar seu compromisso de reduzir o sofrimento no Vietnã. Era um tempo de guerra. Ela era leiga e também era fácil para mim ver que ela era movida por amor. Este amor me tocou profundamente e mudou completamente minha vida. No final da reunião, eu estava tão ávido por apoiá-la que perguntei se era possível encontrá-la de novo. Ela concordou e fiquei tão feliz porque meu desejo não era de fato encontrá-la de novo. Era encontrá-la muitas e muitas vezes! E eu tinha uma chance de fazê-lo.
Irmã Chan Khong me deu algum material para ler. Nele havia algumas cartas particulares. À noite eu comecei a ler. Então caí em lágrimas. A noite toda eu fiquei lendo estas cartas e chorando. A autora dessas cartas era Nhat Chi Mai. Eram cartas que escritas imediatamente antes de sua imolação. Através da imprensa eu tinha ouvido sobre as pessoas que se imolavam no Vietnã, mas eu era incapaz de entender isso como nada além de suicídio a partir do desespero. Lendo as cartas de Chi Mai, eu percebi seu desejo pleno e sincero de se tornar uma luz para ajudar todos nós a ver o que era real. Ela se tornou a luz que desejava. Mai se tornou minha querida luz desde aquela noite e ela ainda está aqui para nós em Plum Village, mesmo que não a notemos.
O final da “guerra oficial” chegou ao Vietnã. Poucos meses depois, começou um fluxo de refugiados nos mares perigosos. “Plum Village” se tornou um barco no oceano para resgatá-los, com Thay e irmã Chan Khong a bordo. Os refugiados alcançaram a Europa. O governo e as pessoas estavam dando alívio e ajuda, mas havia muita dor em cada coração. Como trazer paz a estes corações partidos? Como oferecer suporte espiritual para cada um, especialmente as crianças? Eu lembro dos sentimentos de Thay e irmã Chan Khong por todas as crianças. Para mim, é o sofrimento destas crianças que foi o verdadeiro fundador de Plum Village, da qual tantos seres humanos se beneficiam hoje. Era tão difícil ser um refugiado depois de tamanha vida dura no Vietnã. Penso que apenas Thay ouviu o chamado por um “refugiado” – um verdadeiro refúgio espiritual, uma comunidade de prática. Desta necessidade, o nome “Plum Village” estava nascendo. Um verdadeiro refúgio para a Ordem Tiep Hien dar boas vindas para aqueles que sofrem. “Plum Village” nunca foi um conceito – apenas uma resposta apropriada para uma necessidade real, e veio do amor e dos corações abertos de Thay e irmã Chan Khong.
Plum Village é uma dos lares da Ordem Tiep Hien, a Ordem do Interser. Não é sempre fácil interser em plena atenção, mas aqueles que vão lá não estão procurando por um caminho fácil. Apenas comprometidos em tentar, de novo e de novo, a seguir o caminho da plena consciência. As primeiras pessoas a viverem nos hamlets (alojamentos de Plum Village) eram do Vietnã e refugiados de muitos lugares. Plum Village nasceu deles e para eles. Depois os americanos vieram, e poucos franceses. Então, passo a passo, pessoas de todo mundo a visitaram, e mais recentemente da China. Então os franceses finalmente! Cada pessoa traz sua própria cultura e Plum Village parece estar apta a dar boas vindas e integrá-las sem nenhuma discriminação. Plum Village está viva. Nunca é a mesma, mas sempre surpreendentemente nova a cada momento, como uma história de amor sem fim – uma história de inclusividade.
Um dia, há alguns anos atrás, eu vi um monge trabalhando nossa mãe Terra. Eu pensei que era Thich Nhat Hanh, porque eu o vi fazendo isto muitas vezes. Tão feliz por vê-lo, eu chamei “Thay”. Quando o monge virou seu rosto para mim e sorriu, eu percebi que ele não era Thich Nhat Hanh. Ao mesmo momento eu concluí que ele era Thich Nhat Hanh também. Eu fiquei repentinamente deliciado. Thich Nhat Hanh, meu pai, estava aqui em tantos corpos!
Uma Sangha é uma comunidade de amigos praticando o Dharma juntos de forma a fazer acontecer e manter a consciência. Sem o refúgio em uma Sangha nossa prática tende a enfraquecer.
Era uma vez um homem que tinha muita curiosidade em saber a diferença entre o céu e o inferno. Ele sabia que os seres no paraíso eram muito felizes, ao contrário daqueles do inferno, que eram muito infelizes. Um dia, conheceu um sábio que disse poder levá-lo a visitar os dois lugares. Nessa ocasião, poderia ver por si mesmo as diferenças. O homem se disse pronto para partir de imediato.
Os Cinco Treinamentos são a essência da prática budista e devemos estudá-los e recitá-los com freqüência. Eles são um guia que nos ajudam em nosso caminho espiritual.
Se você quer mudar o governo, não se foque em mudar o governo, você não vai chegar a lugar nenhum. Você tem que mudar as corporações, porque o governo é apenas um peão das corporações. Bem, se você quer mudar as corporações, tem que mudar os consumidores. É aqui que a responsabilidade para, conosco. Somos os consumidores. Não somos mais cidadãos, somos consumidores. Somos aqueles que alimentam as corporações que alimentam o governo. Portanto somos aqueles que tem que mudar. Portanto, uma vez que você descobre que é o responsável, que somos parte do problema, então finalmente você pode ser parte da solução.
Você não pode forçar os outros a ter o seu insight. Você pode forçá-los a aceitar sua idéia, mas então será simplesmente uma idéia, não um insight verdadeiro. Insight não é idéia. A maneira de compartilhar seu insight é ajudar a criar as condições de forma que os outros possam ter o mesmo insight, através da própria experiência, não apenas ouvindo o que você diz. Isto toma paciência e requer habilidade.
Certa vez, uma pequena onda do oceano percebeu que ela não era igual às outras ondas e disse:"Como sofro! Sou pequena, e vejo tantas ondas maiores e poderosas do que eu! Sou na verdade desprezível e feia, sem força e inútil..."Mas outra onda do oceano lhe disse:"Tu sofres porque não percebes a transitoriedade das formas, e não enxergas tua natureza original. Anseias egoísticamente por aquilo que não és, e mergulhas em auto-piedade!""Mas," replicou a pequena onda,"se não sou realmente uma pequena onda, o que sou?""Ser onda é temporário e relativo. Não és onda, és água!""Água? E o que é água?""Usar palavras para descrevê-la não vai levar-te à compreensão. Contemples a transitoriedade à tua volta, tenhas coragem de reconhecer esta transitoriedade em ti mesma. Tua essência é água, e quando finalmente vivenciares isso, deixarás de sofrer com tua egóica insatisfação..."
Essa semana sugerimos a leitura de dois pequenos relatos (
Recentemente eu tive a experiência de ver o poder de um despertar coletivo quando eu voltei ao Vietnã com uma grande Sangha depois de quase quarenta anos de exílio. Eu vim para o ocidente com quarenta anos. Foi em 1966 quando eu fui aos Estados Unidos pedir o fim dos bombardeios. Os Estados Unidos tinham meio milhão de soldados no Vietnã. No final da guerra, mais de cinqüenta mil deles tinham sido mortos ou perdidos. Muitos milhões de civis vietnamitas morreram durante a guerra. A terra, florestas e água foram poluídas, destruídas por venenos químicos. Naquele tempo, eu já era um conhecido professor e escritor no meu país. Eu desejava ficar nos Estados Unidos por três meses, viajar pelo país e falar sobre a necessidade de parar a luta. Mas depois de três meses, soube que o governo do Vietnã não me queria de volta porque eu tinha ousado pedir por paz.
Durante aproximadamente quarenta anos no exílio, fizemos tentativas de negociar meu retorno ao Vietnã. Finalmente em janeiro de 2005, eu podia ir para casa. Quando eu deixei o Vietnã, era como uma célula removida de seu corpo. A Sangha é como um corpo, e cada membro é apenas uma célula deste corpo. Mas eu não sequei e morri como uma célula, porque eu trouxe toda a Sangha em meu coração. Eu fui ao ocidente pela minha Sangha e não como um indivíduo, e adiante eu comecei a construir uma pequena Sangha no ocidente. Agora, depois de quarenta anos, minha sangha no ocidente não é tão pequena.
No início de nossa viagem, era claro que o governo não nos queria ensinando e em contato com as pessoas. Sabíamos que a prática tinha que ser estável e sólida para ser bem sucedida. A ala conservadora do partido tentou de tudo para evitar que as pessoas comparecessem a minhas palestras e ficassem expostas à nossa presença. Antes de chegarmos, soubemos que muitos monges e monjas foram advertidos que não deveriam comparecer aos eventos de nossa sangha ou teriam problemas depois que partíssemos.
É por isso que quando fui para Hue, permitiram que déssemos palestra para membros do partido comunista, intelectuais e membros do governo. Seis ou sete mil pessoas vieram. E quando fomos a Hanói pela segunda vez, cinco palestras foram organizadas para membros do partido, intelectuais e membros do governo. Todos eles estavam famintos de espiritualidade. Estar com nossa delegação e comigo era uma oportunidade para eles expressarem isso abertamente. No Instituto Político em Ho Chi Minh em Hanói, muitos organizadores comentaram que o diálogo e discussão entre o marxismo e o budismo era crucial. Um membro do partido comunista até ousou dizer que o partido fez grandes erros. Organizadores expressaram um desejo de renovar seu país e aprender mais. A atmosfera era aberta e humana. E era possível sentir a liberdade. Você podia tocar a liberdade de expressão. Era maravilhoso: pode ter sido a primeira vez que as pessoas ousaram falar assim.
Havia pessoas que temiam por minha segurança porque eu ousei tocar em questões importantes, incluindo corrupção no governo. Ainda assim sentíamos que podíamos falar a verdade, podíamos compartilhar o que estava em nosso coração, porque sabíamos como usar a linguagem da fala amorosa. Como resultado desta atenção em usar meios hábeis para atingir as pessoas, o nível de raiva e medo caiu a cada dia, e uma mudança real aconteceu no governo. Esta experiência nos mostrou de forma poderosa como uma pequena minoria praticando diligentemente pode influenciar a maioria. O indivíduo pode de fato transformar o coletivo.
Quando um mestre espiritual e seus discípulos começavam sua meditação do anoitecer, o gato que vivia no Monastério fazia tanto barulho que os distraía. Então o professor ordenou que o gato fosse amordaçado durante a prática noturna. Anos depois, quando o mestre morreu, o gato continuou a ser amarrado durante a meditação. E quando o gato eventualmente morreu, outro gato foi trazido para o Monastério e amarrado.
Quando Van Gogh estava vivo seu trabalho não foi apreciado. Mas isso não significa que seu trabalho não tinha um tremendo valor. Meu livro “Aprendendo a lidar com a raiva” vendeu um milhão de cópias apenas na Coréia do Sul, e eles o chamaram de sucesso. Recentemente eu publiquei um livro muito pequeno chamado “Tocando a Terra”. Apenas dois ou três mil cópias foram impressas. Mas eu não estou desejando vender um milhão de cópias. Eu sei que alguns monges, monjas e leigos estão usando esse livro para praticar, para transformar seu sofrimento. E eu sei que o livro servirá a muitas gerações de praticantes no futuro. Eu não preciso ser um sucesso. Eu preciso acreditar que é um bom livro, um bom manual de prática e isto já me satisfaz completamente. Minha felicidade não é dependente da popularidade, da aprovação dos outros. Minha felicidade depende de mim. Se você pode ir para o lar do momento presente e viver na luz da plena consciência, concentração e insight, não tem motivos para se preocupar com o futuro e assim tem paz.
No recente retiro realizado no Vietnã, em maio desse ano, Thich Nhat Hanh falou em um evento promovido pela ONU sobre as contribuições budistas para a construção de uma sociedade justa, democrática e civil. O texto (
Foi com imensa gratidão e alegria que acompanhei a Sangha de Plum Village durante a visita de Thây ao Vietnã, em maio último. Foram 21 dias de viagem, divididos em três etapas: um retiro de plena consciência, a Conferência das Nações Unidas para o Dia do Vesak, e um tour precioso organizado pela Irmã Chân Không para conhecermos - ao vivo e em cores - o budismo engajado ensinado por Thây, principalmente nas áreas de assistência social e educação.
Hanói, Hanói
Sou Feliz, Aqui e Agora
Impermanência
Você sabe o que é uma Sangha? No texto dessa semana
Aproveitando imagens que capturei em retiros no Rio, São Paulo e Deer Park fiz um clip para a Música Breathe In, Breathe Out (Inspirando, Expirando) e disponibilizei na Internet para que você relaxe e aproveite. Espero que você goste.
Sugerimos que nesse mês de junho você estude e procure formas de colocar em sua vida os dois últimos dos 14 treinamentos de plena atenção (
Nessa semana em que comemoramos o Vesak, o nascimento do Buda, sugerimos que você se delicie com esse texto (
Convidamos você essa semana a buscar momentos de gratidão pela pessoa ou pelas pessoas que compartilham a sua vida. Alguém que você aprecie profundamente a presença. Você pode se sentir grato por a outra pessoa estar viva e ter estado ao seu lado durante momentos muito difíceis.
Se você participou dos retiros que aconteceram ano passado no Rio e São Paulo ou assistiu a uma das palestras, te convido a ouvir uma canção clicando abaixo. Mesmo se você não participou dos eventos citados vale a pena ouvir em uma voz afinada e doce, a Irmã Jóia, monja de Plum Village, cantando uma música lindíssima chamada Peace is the Way (A paz é o caminho). E se você entende inglês, sugiro prestar atenção na letra que é muito profunda.
O texto que sugerimos essa semana (
O texto dessa semana (
Nessa semana sugerimos a
Sugerimos que nesse mês de abril você procure formas de colocar em prática na sua vida mais três dos 14 treinamentos de plena atenção (
A palestra de Dharma (
Em Curitiba, todos os domingos, há meditação caminhando e sentada no Parque Barigui. É o projeto Zen no Parque que visa levar a prática da meditação gratuitamente a todos os interessados em experimentar os benefícios dessas práticas.
A palestra de Dharma (
O texto que sugerimos que você leia essa semana traz uma reflexão profunda sobre a comunicação entre as pessoas(
Sugerimos que nessa semana você estude o
Sugerimos que nessa semana você estude o